Por vezes, quando fazemos uma paragem no frenético quotidiano que a todos nos absorve, chega-se à conclusão que há coisas que, contadas, ninguém acredita. Moralismos e moralistas! Mas se é verdade que já não me surpreende nem a lata, muito menos a sem vergonhice dos que julgam que, vitimizando-se, ganham credibilidade e respeito, quando na realidade todos sabem que vomitam ódio que um dia espero tenha alguma explicação plausível, fico estarrecido com a insistência em pregar ética, deontologia, confundido tudo como se a competência e seriedade das pessoas se medisse em função do partido do qual fazem parte. E ao fim de 14 anos, foi preciso um pato-bravo qualquer - cujo blogue é realmente um exemplo do que é um verdadeiro poço de virtudes e não de mesquinhice, inveja e ataques pessoais permanentes e indiscriminados - armar-se em espertalhão. E quanto ao funcionário, acho uma piada esta tentativa de menorização, tanto mais vindo de quem - pelos durante muitos anos até muito recentemente - não foi mais do que ser isso mesmo, um funcionário, sempre, de alguém ou de alguma entidade.
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