O reitor da UMa continua a não perceber, ou não quer ou diz que não percebe. Eu estou-me nas tintas, e desculpe-me a expressão mas começo-me a passar dos carretos com tanta histeria, para o que diga, e a quem diga. Eu não ando numa cruzada contra a UMa, como é evidente. Espeto que um dia se faça a história, por exemplo, da tão falada e polémica da “dupla tutela”. Tal como espero que se faça um dia a história do processo, no que à UMa diz respeito, quanto ao desafio da constituição de uma fundação. Lamento o estado a que a Universidade chegou, o sentimento de frustração reinante entre vários protagonistas do fenómeno universitário regional, a proliferação de dúvidas e de incertezas, a ausência total de convicções e de certezas. Não fui eu que apontou a UMa como uma das Universidades (5) falidas. Lembra-se quem foi? Um jornal que provavelmente deve ler todos os dias, porque muito virado para as suas “matemáticas”, o Diário Económico. Viu (leu ou ouviu) alguém desmentir? Não O senhor sabe (?) que em comunicação institucional quando não se desmente o que dizem ser falso, a dúvida permanece e, pior do que isso, alimenta a especulação. Quem leu o referido jornal está convencido, apesar de todos os malabarismos relacionados com as verbas de 2009 - mas o Orçamento de Estado ainda não foi publicado! – que a Universidade da Madeira, mais do que dever 800 mil euros, integra o lote das instituições falidas. Custa-me a acreditar, confesso, mas não fui eu a dizê-lo. Ficou claro? O senhor reitor pode-se considerar uma lenda viva, um compêndio em matemática, que para mim isso nada diz. Porque não me importa as suas aptidões matemáticas. Eu sei a matemática que preciso, que sempre precisei em toda a minha actividade profissional e que raramente me tem traído. O que trouxe a este espaço – e vá-se habituando à blogoesfera – foram só factos, indesmentíveis, situações lamentáveis, suscitei dúvidas, nem sequer usei uma décima parte da artilharia que tinha aio meu dispor. Porque há “guerras”, que eu sei que vão continuar que não são as minhas e que não tenho que me envolver nelas. Coloquei perguntas, não consegui respostas, trouxe documentos, etc. Acha porventura que andei à procura disso tudo porque resolvi um dia qualquer que ia pegar com a UMa? Mas para quê? Não. Percebi, ouvi, vi o desespero, tomei conhecimento de situações que numa perspectiva humana me obrigam, por razões de princípio e éticas de ser intolerante consigo. Foram tomadas decisões e adoptados comportamentos, com o seu conhecimento, que não dignificam, ninguém nem a Universidade. Há hoje várias situações humanas, graves, envolvendo antigos docentes, que mesmo não fazendo parte dos “olimpos” dos mais iluminados, deveriam ter sido alvo de outra relação, em relação aos quais optou por atitudes persecutórias e sancionatórias intoleráveis. Mas fechou os olhos a acumulações simultâneas no Funchal e em Braga, a dispensas dadas para um determinado quando descobriram que não era assim, etc. Eu não discuto a sua competência enquanto docente. Nem sua nem de ninguém. Era o que me faltava. Não ouso discutir carácteres seja de quem for, porque cada um é o que é, com os seus vícios ou virtudes e ninguém tem o direito de julgar seja quem for. O reitor da UMa não percebe que embora seja, e sou mesmo, um defensor acérrimo da Universidade da Madeira tenho a esperança que a instituição dê um salto qualitativo quando deixar o cargo que exerce. Repare, e repito uma vez mais antes de gesticular, que eu não confundo a pessoa de Pedro Telhado Pereira, o investigador, o professor catedrático, o que quiser, com o reitor, com a forma como tem liderado o projecto universitário. Nada disso. Se houve uma indelicadeza foi da sua parte, quando a um jornal se referiu à minha pessoa como “uma pessos que pensa que é jornalista”. Ora o reitor da Uma pode ser tudo o que quiser ser, mas assiste-me o direito, para lhe responder na mesma moeda que usou em relação a mim, de dizer que acho que tem sido um péssimo reitor, que não prestigia a Uma e que o salto qualitativo só será dado com uma mudança que começa a ser urgente. E qual é o problema? Não tenho a liberdade e o direito de pensar como penso? Já viu quantas “guerras” pessoais internas alimentou no seu mandato? Pensa que ninguém sabe como se “jogam” os apoios na UMa?
Duas notas finais: uma primeira, para lhe recordar que a diferença entre o reitor da Uma e o catedrático ou o cidadão Pedro Telhado pereira é que existe um relatório do Tribunal de Contas de 2007 que não me parece ser dirigido a mais alguém. Ou será para mim? De facto não quero discutir matemáticas consigo - embora insista ser importante sabermos todos, a sociedade civil e a instituição, quais as receitas que os mestrados que estão a ser promovidos, e bem, pela Uma, lhe propiciam. Mas leio há muito tempo, há tempo demais suficiente para perceber o que alguns documentos de entidades como o TC querem dizer. Para algumas pessoas eles podem não passar de “compêndios” de chinês ou de grego. Para outros não. Uma segunda e última nota. Com um início de um novo ano escolar à porta, não creio que seja útil prolongar, neste momento polémicas, até porque tenho indicações de que a seu tempo provavelmente vai perceber que cometeu erros e que deveria ter adoptado outra postura no âmbito da função que desempenha. E não acredite, porque não acredito, que este ambiente cairá no esquecimento. Não pode cair. E uma dúvida – só uma: quando há dias falava ao DN local de pessoas que sonhavam com o poder, que tudo fazia para chegar ao poder, estaria a pensar em quem?
Duas notas finais: uma primeira, para lhe recordar que a diferença entre o reitor da Uma e o catedrático ou o cidadão Pedro Telhado pereira é que existe um relatório do Tribunal de Contas de 2007 que não me parece ser dirigido a mais alguém. Ou será para mim? De facto não quero discutir matemáticas consigo - embora insista ser importante sabermos todos, a sociedade civil e a instituição, quais as receitas que os mestrados que estão a ser promovidos, e bem, pela Uma, lhe propiciam. Mas leio há muito tempo, há tempo demais suficiente para perceber o que alguns documentos de entidades como o TC querem dizer. Para algumas pessoas eles podem não passar de “compêndios” de chinês ou de grego. Para outros não. Uma segunda e última nota. Com um início de um novo ano escolar à porta, não creio que seja útil prolongar, neste momento polémicas, até porque tenho indicações de que a seu tempo provavelmente vai perceber que cometeu erros e que deveria ter adoptado outra postura no âmbito da função que desempenha. E não acredite, porque não acredito, que este ambiente cairá no esquecimento. Não pode cair. E uma dúvida – só uma: quando há dias falava ao DN local de pessoas que sonhavam com o poder, que tudo fazia para chegar ao poder, estaria a pensar em quem?
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