Segundo o Jornal de Negócios, "uma grande onda de ansiedade está a varrer os Estados Unidos, de Wall Street à Califórnia, provocada pelo colapso do mercado de crédito imobiliário, pelos preços da gasolina, pelas restrições ao crédito e pelo crescente desemprego. A crise financeira, que provocou uma explosão das execuções de hipotecas, está fazer com que as pessoas procurem os serviços de saúde mental a níveis não verificados desde os ataques terroristas de 11 de Setembro."Está a acabar com os sonhos das pessoas de comer um pedaço do bolo", disse Victoria Tabios, 52 anos, que trabalha numa agência de saúde mental em Stockton, Estado norte- americano da Califórnia, cidade que está no epicentro da pior crise imobiliária que assola os EUA desde a Grande Depressão. "Há uma sensação de desesperança, irritabilidade e raiva."Em Nova Iorque, as ligações para a rede Hopeline, que atende pessoas com depressão ou pensamentos suicidas, deram um salto de 75%, para 10.368 casos, nos 11 meses até Julho de 2008".sábado, setembro 20, 2008
Crise financeira faz disparar procura por apoio psicológico nos EUA
Segundo o Jornal de Negócios, "uma grande onda de ansiedade está a varrer os Estados Unidos, de Wall Street à Califórnia, provocada pelo colapso do mercado de crédito imobiliário, pelos preços da gasolina, pelas restrições ao crédito e pelo crescente desemprego. A crise financeira, que provocou uma explosão das execuções de hipotecas, está fazer com que as pessoas procurem os serviços de saúde mental a níveis não verificados desde os ataques terroristas de 11 de Setembro."Está a acabar com os sonhos das pessoas de comer um pedaço do bolo", disse Victoria Tabios, 52 anos, que trabalha numa agência de saúde mental em Stockton, Estado norte- americano da Califórnia, cidade que está no epicentro da pior crise imobiliária que assola os EUA desde a Grande Depressão. "Há uma sensação de desesperança, irritabilidade e raiva."Em Nova Iorque, as ligações para a rede Hopeline, que atende pessoas com depressão ou pensamentos suicidas, deram um salto de 75%, para 10.368 casos, nos 11 meses até Julho de 2008".
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