segunda-feira, agosto 13, 2007

E agora? (VIII)

Eu já esperava alguma coisa do género. Segundo notícia do DN local online:
"O relatório final sobre a inspecção à Câmara Municipal do Funchal não apresenta nenhuma conclusão que confirme a "acusação grave" do vice-presidente, Cunha e Silva. Em conferência de imprensa (SOM ASSOCIADO A ESTA NOTÍCIA), o presidente da CMF afirmou que estão dissipadas todas as dúvidas sobre as "negociatas" de que falava o governante, em Novembro de 2004. O relatório da inspecção terá revelado, apenas, "irregularidades formais", nomeadamente ao nível do plano contabilístico. Albuquerque garnte que, para ele, o caso "morre politicamente" e diz-se satisfeito por terem sido dissipadas as suspeitas de que eram alvo a vereação e os funcionários camarários.O presidente da CMF não comenta qualquer relação entre esta inspecção e a 'guerra' de sucessão no PSD-M". Registei o facto de MA ter admitido enviar o documento (mais de 300 paginas!) aos membros da Assembleia Municipal e que são questões meramente formais que foram apuradas na inspecção do Governo regional. A minha dúvida, que no fundo deve ser a da opinião pública, é apenas uma: se assim é, como se justifica o envio do documento para o Ministério Público? Não andamos a confundir um pouco as coisas? Ministério Público por causa de..."irregularidades formais"? Ou afinal Alberto João Jardim, que disse não ter lido o documento, afinal everia tê-lo feito?

Sem comentários: