Chávez ameaça expulsar estrangeiros que o critiquem
"Nenhum estrangeiro pode chegar aqui e atacar-nos. Quem o fizer, será expulso do país", ameaçou o Presidente venezuelano. No seu programa televisivo e radiofónico Aló Presidente, Hugo Chávez anunciou ainda ter ordenado aos funcionários do seu Governo para "monitorizarem" as declarações das figuras internacionais que visitem a Venezuela. As ameaças de Chávez surgiram dias depois de Manuel Espino, presidente do Partido Acção Nacional, no poder no México, ter criticado o chefe do Estado venezuelano numa conferência em Caracas.
No seu programa, Chávez não referiu nomes, mas inquiriu: "Até quando vamos permitir que um fulano de um país qualquer chegue a nossa casa e nos diga que vivemos numa ditadura e que o Presidente é um tirano?" E afirmou ainda que não se trata de "um problema pessoal", mas sim "de dignidade nacional". Um dia após ter lançado as bases para a criação de um partido único de esquerda, Chávez reagiu desta forma às críticas tecidas durante a semana por Espino. O dirigente mexicano questionou a reforma constitucional que o Presidente venezuelano se prepara para aprovar. Se for aprovada, esta permitirá a Chávez voltar a candidatar-se em 2012, após as vitórias em 1998, 2000 e 2006. Para Espino, tal reforma constitucional não passa de "uma manobra para se manter eternamente no poder". A proposta deverá ser apresentada à Assembleia Nacional já em Agosto, onde a aprovação é quase certa, uma vez que todos os representantes apoiam Chávez (fonte: DN de Lisboa)
No seu programa, Chávez não referiu nomes, mas inquiriu: "Até quando vamos permitir que um fulano de um país qualquer chegue a nossa casa e nos diga que vivemos numa ditadura e que o Presidente é um tirano?" E afirmou ainda que não se trata de "um problema pessoal", mas sim "de dignidade nacional". Um dia após ter lançado as bases para a criação de um partido único de esquerda, Chávez reagiu desta forma às críticas tecidas durante a semana por Espino. O dirigente mexicano questionou a reforma constitucional que o Presidente venezuelano se prepara para aprovar. Se for aprovada, esta permitirá a Chávez voltar a candidatar-se em 2012, após as vitórias em 1998, 2000 e 2006. Para Espino, tal reforma constitucional não passa de "uma manobra para se manter eternamente no poder". A proposta deverá ser apresentada à Assembleia Nacional já em Agosto, onde a aprovação é quase certa, uma vez que todos os representantes apoiam Chávez (fonte: DN de Lisboa)
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