Eu penso que as pessoas mais atentas perceberam que o desafio de João Jardim a Sócrates, mais do que subir a fasquia neste combate eleitoral regional, é uma forma de "marginalizar" os candidatos regionais. Por outro lado, trata-se de tentar "trazer" para um efectivo envolvimento político, o primeiro-ministro a quem o PSD da Madeira e Jardim atribuem responsabilidades pela criação de situações, ou melhor dizendo, por uma sucessão de factos que acabaram por estar ma origem da demissão e das antecipadas. Por isso, é natural que Alberto Jardim exclua, a exemplo das anteriores campanhas eleitorais, qualquer participação em debates com os líderes dos outros partidos. O desafiar o primeiro-ministro para um debate - "Venha, por favor, engenheiro Sócrates. O facto de o senhor se meter nas eleições da Madeira, ao perdê-las, o senhor será o grande derrotado. Venha senhor engenheiro, porque isto é, de facto, entre mim e si" - é realmente uma questão essencialmente política que vale o que vale, dado que Sócrates pode utilizar o mesmo argumento, o de que não participa em debates com líderes regionais, ainda por cima da oposição.domingo, março 18, 2007
Desafio?
Eu penso que as pessoas mais atentas perceberam que o desafio de João Jardim a Sócrates, mais do que subir a fasquia neste combate eleitoral regional, é uma forma de "marginalizar" os candidatos regionais. Por outro lado, trata-se de tentar "trazer" para um efectivo envolvimento político, o primeiro-ministro a quem o PSD da Madeira e Jardim atribuem responsabilidades pela criação de situações, ou melhor dizendo, por uma sucessão de factos que acabaram por estar ma origem da demissão e das antecipadas. Por isso, é natural que Alberto Jardim exclua, a exemplo das anteriores campanhas eleitorais, qualquer participação em debates com os líderes dos outros partidos. O desafiar o primeiro-ministro para um debate - "Venha, por favor, engenheiro Sócrates. O facto de o senhor se meter nas eleições da Madeira, ao perdê-las, o senhor será o grande derrotado. Venha senhor engenheiro, porque isto é, de facto, entre mim e si" - é realmente uma questão essencialmente política que vale o que vale, dado que Sócrates pode utilizar o mesmo argumento, o de que não participa em debates com líderes regionais, ainda por cima da oposição.
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