Raimundo Quintal parece ser o candidato, na qualidade de independente, desejado por alguns sectores da oposição política regional, para uma corrida eleitoral à Câmara do Funchal. Desconheço se já se realizaram contactos com este antigo vereador da edilidade funchalense, até porque a prioridade parece centrada na viabilização de uma coligação no Funchal, com base em contactos que prosseguem e que não têm propiciado ao PS - que tem liderado este processo - os resultados desejados. Desde logo pelo facto do CDS ter avançado com a candidatura isolada do próprio líder, claramente a pensar em macar terreno a apensar nas regionais de 2015.
Depois porque não há entre os socialistas a certeza de que o PCP, habitualmemnte pouco dado a estes frentismos, aceite envolver-se numa corrida eleitoral no Funchal - onde elegeu um vereador - numa posição secundarizada e envolvido numa coligação com o PTP que os comunistas acusam de ter reduzido a representação parlamentar comunista de grupo parlamentar a deputado único.
Portanto nada de confusões: uma coisa é haver o desejo de uma candidatura liderada por Raimundo Quintal, outra coisa é o assunto ter sido posto ao interessado e, mesmo que o tenha sido (?), que este esteja interessado em avançar. Porventura Raimundo Quintal pode optar por manter-se distante de um envolvimento político activo, o que inviabilizaria, por opção pessoal, a suja candidatura desejada por alguns sectores da oposição regional à esquerda do PSD.
De concreto sabe-se que a coligação liderada pelo PS, caso se concretize, não será encabeçada por uma personalidade afecta ao PS pelo que nomes como Bernardo Trindade - hoje a residir em Lisboa - e Maximiano Martins (deputado) dificilmente avançarão para este embate eleitoral.
Depois porque não há entre os socialistas a certeza de que o PCP, habitualmemnte pouco dado a estes frentismos, aceite envolver-se numa corrida eleitoral no Funchal - onde elegeu um vereador - numa posição secundarizada e envolvido numa coligação com o PTP que os comunistas acusam de ter reduzido a representação parlamentar comunista de grupo parlamentar a deputado único.
Portanto nada de confusões: uma coisa é haver o desejo de uma candidatura liderada por Raimundo Quintal, outra coisa é o assunto ter sido posto ao interessado e, mesmo que o tenha sido (?), que este esteja interessado em avançar. Porventura Raimundo Quintal pode optar por manter-se distante de um envolvimento político activo, o que inviabilizaria, por opção pessoal, a suja candidatura desejada por alguns sectores da oposição regional à esquerda do PSD.
De concreto sabe-se que a coligação liderada pelo PS, caso se concretize, não será encabeçada por uma personalidade afecta ao PS pelo que nomes como Bernardo Trindade - hoje a residir em Lisboa - e Maximiano Martins (deputado) dificilmente avançarão para este embate eleitoral.