Li aqui que a Federação Europeia de Jornalistas (FEJ) "fez um apelo de emergência aos vários grupos políticos com assento no Parlamento Europeu, alertando para a possibilidade do sector da comunicação social estar condenado, caso a União Europeia (UE) não tome medidas para o contrariar. Todos os dias relatos dos maiores títulos do jornalismo revelam a forma como sucumbem à crise um pouco por todo o mundo. Como resposta, a Federação Europeia de Jornalistas fez um apelo de emergência aos líderes dos grupos políticos do Parlamento Europeu, alertando para a possibilidade da imprensa estar «condenada». O presidente da Federação, Arne Koenig e o secretário-geral Aidan White, dirigiram uma carta aos grupos parlamentares no passado dia 20, pedindo que estes coloquem a sobrevivência do sector no centro das suas campanhas eleitorais de Junho. Acrescentaram ainda que, independentemente de quem seja escolhido para a presidência da Comissão Europeia, se comprometa a proteger o jornalismo. A FEJ considera que a União Europeia tem andado «a dormir» enquanto a crise económica destrói a imprensa. «Quando é que a UE vai acordar e ver a crise que afecta os media na Europa?», lê-se na carta dirigida aos líderes parlamentares. Referam ainda o facto de o sector da comunicação social ter sido particularmente afectado nos Estados Unidos, onde gigantes do jornalismo como o «Los Angeles Times», «Chigado Tribune» ou o «Seattle Post-Intelligencer» terem anunciado que ou estão na bancarrota ou acabaram com definitivamente com as edições impressas. Os autores da carta pedem que a nova direcção da Comissão e novo Parlamento eleito em Junho, lancem um debate a nível nacional e europeu para se debater o futuro dos media na Europa. A Federação Europeia de Jornalistas não recebeu até agora resposta à carta dirigida aos grupos parlamentares".
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