sábado, janeiro 10, 2009

Falhanço no Porto Santo mas saltiante nos Açores...

Parece ser este o caso do grupo SIRAM, de Silvio Santos. Segundo o Açoriano Oriental num texto da jornalista Carmo Rodeia, intitulado "Grupo Martins Mota troca construção pelo turismo", é referido que "o Grupo Martins Mota pode vir a desfazer-se das suas participações na construção civil e centrar atenções noutras áreas de negócio, com particular destaque para o sector turístico. Embora o assunto "não esteja" em cima da mesa, sobretudo porque o ano em curso "não é bom para este tipo de negócios", o presidente do grupo, José Eduardo Martins Mota, em declarações ao Açoriano Oriental online admite que a hipótese "pode colocar-se no médio e no longo prazo". "Não posso garantir que isso não venha a acontecer pois estamos a dedicar-nos a novos projectos muito interessantes que podem ser uma nova oportunidade", conclui. Afastada parece estar, no entanto, alguma motivação financeira. "Se vendêssemos as empresas de construção civil não seria por motivos financeiros", adianta Martins Mota que admite a existência de dificuldades de tesouraria, como "em várias empresas do sector", mas por razões que se prendem "por outros interesses de mercado". Entre as novas áreas de interesse está o sector do turismo, a que se poderá juntar, igualmente o sector do ambiente. Além da parceria já existente com o Grupo Paim, de que resultou a Asta- Atlântida Sociedade de Turismo e Animação SA, constituída para gerir o hotel Casino Príncipe do Mónaco, em Ponta Delgada, e o Furnas SPA Hotel, bem como a Sala de Jogo no Campo de Golfe da ilha Terceira, o grupo já manteve conversas exploratórias com a SIRAM, grupo madeirense liderado por Silvio Santos e proprietário, entre outros da Verdegolf. Uma parceria entre o Grupo Martins Mota e a SIRAM ( envolvendo também o Grupo Paim) seria do interesse comum, tendo sido manifestada vontade das partes. No entanto, "face à conjuntura", as conversas encontram-se estagnadas e não há qualquer negociação formal em curso. A entrada do Grupo Martins Mota no golfe "não é descartável", sendo mesmo encarada como uma "oportunidade". A aliança do Grupo SIRAM ao de Martins Mota permite ao primeiro uma participação no jogo, da qual poderiam decorrer alguns benefícios fiscais consideráveis".

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