Li no site da RTP que "o novo líder do PSD-Madeira assume pela primeira vez que discordou do voto contra o Orçamento do Estado para 2015 que foi assumido pelos quatro deputados madeirenses. Em entrevista à jornalista da Antena 1 Maria Flor Pedroso, Miguel Albuquerque defende que essa situação demonstra a má relação da região com o Estado e o continente.
“Um dos problemas que nós temos e que nos últimos anos se acentuou de uma forma muito CLARIVIDENTE para toda a gente é a circunstância de se ter cortado as pontes de diálogo com as instituições do Estado e com a sociedade portuguesa”, refere. O dirigente social-democrata argumenta que a “Madeira sempre foi uma região cosmopolita e virada para fora” e que “todos os ciclos políticos de desenvolvimento da Madeira – económicos e sociais – sempre se estabeleceram quando a ilha desde a sua colonização se virou para o exterior”. Miguel Albuquerque refere ainda que vai ser preciso estabelecer um acordo com o Governo e a sociedade portuguesa para que seja criado um quadro especial legislativo que permita o crescimento económico da Madeira. Entre as medidas propostas estão o alívio da carga fiscal, a dinamização da economia do mar (gás natural e petróleo) e a possibilidade de os reformados ricos terem casas no arquipélago. Em relação a Alberto João Jardim, o sucessor afirma que é preciso avaliar se seria bom para a Madeira se ele fosse Presidente da República e assegura estar tranquilo quanto ao comportamento futuro do líder histórico madeirense.
O novo líder do PSD madeirense acredita que Jardim não vai ultrapassar fronteiras até às eleições que deverão realizar-se a 29 de março. Um dos assuntos que Albuquerque pretende discutir com Jardim é o ponto de situação do programa de resgate, que termina no final do ano. A dívida é outro dos temas focados nesta entrevista. Miguel Albuquerque recusa a palavra renegociação, mas admite que deve ser analisada. Como o ‘rating’ da Madeira está a ser revisto, o responsável prefere discrição quanto ao assunto. Questionado se defende o que António Guterres fez em 1998 quando foi perdoada parte da dívida, Albuquerque responde que “isso foram outros tempos”. Quanto a eleições, Albuquerque preconiza entendimentos com o CDS-PP e com o PS sobre temas transversais e que vão para além de uma legislatura, mesmo que tenha maioria absoluta. Se durante a campanha eleitoral Albuquerque defendeu um novo hospital – reclamado por toda a oposição – agora mostra-se mais cauteloso e alude sobretudo ao centro internacional de negócios"
“Um dos problemas que nós temos e que nos últimos anos se acentuou de uma forma muito CLARIVIDENTE para toda a gente é a circunstância de se ter cortado as pontes de diálogo com as instituições do Estado e com a sociedade portuguesa”, refere. O dirigente social-democrata argumenta que a “Madeira sempre foi uma região cosmopolita e virada para fora” e que “todos os ciclos políticos de desenvolvimento da Madeira – económicos e sociais – sempre se estabeleceram quando a ilha desde a sua colonização se virou para o exterior”. Miguel Albuquerque refere ainda que vai ser preciso estabelecer um acordo com o Governo e a sociedade portuguesa para que seja criado um quadro especial legislativo que permita o crescimento económico da Madeira. Entre as medidas propostas estão o alívio da carga fiscal, a dinamização da economia do mar (gás natural e petróleo) e a possibilidade de os reformados ricos terem casas no arquipélago. Em relação a Alberto João Jardim, o sucessor afirma que é preciso avaliar se seria bom para a Madeira se ele fosse Presidente da República e assegura estar tranquilo quanto ao comportamento futuro do líder histórico madeirense.
O novo líder do PSD madeirense acredita que Jardim não vai ultrapassar fronteiras até às eleições que deverão realizar-se a 29 de março. Um dos assuntos que Albuquerque pretende discutir com Jardim é o ponto de situação do programa de resgate, que termina no final do ano. A dívida é outro dos temas focados nesta entrevista. Miguel Albuquerque recusa a palavra renegociação, mas admite que deve ser analisada. Como o ‘rating’ da Madeira está a ser revisto, o responsável prefere discrição quanto ao assunto. Questionado se defende o que António Guterres fez em 1998 quando foi perdoada parte da dívida, Albuquerque responde que “isso foram outros tempos”. Quanto a eleições, Albuquerque preconiza entendimentos com o CDS-PP e com o PS sobre temas transversais e que vão para além de uma legislatura, mesmo que tenha maioria absoluta. Se durante a campanha eleitoral Albuquerque defendeu um novo hospital – reclamado por toda a oposição – agora mostra-se mais cauteloso e alude sobretudo ao centro internacional de negócios"