Grandes patrocínios, grandes falências. O West Ham conta com três e um dono falido, mas não é único. Por cá, a história das falências de empresas conta-se nas camisolas dos três grandes. Imagine que se podia contar a história das grandes falências de empresas no mundo através do futebol. Não, não estamos a falar de golos, mas de camisolas de clubes de futebol. Até porque “goals” (no sentido inglês para objetivos) foi o que estas empresas não conseguiram atingir e acabaram por falir. O caso toma outros contornos quando se fala de um clube que é uma espécie de malapata dos patrocinadores: o West Ham. Pela segunda vez o clube londrino enfrenta a possibilidade de jogar sem patrocinador na camisola depois de a Alpari, a empresa patrocinadora, estar com graves problemas de liquidez por causa da valorização súbita do franco suíço. Pelo clube inglês já passaram três patrocinadores insolventes e até um proprietário, Bjorgolfur Gudmundsson, que foi ele próprio declarado insolvente em 2009, depois da crise na Islândia. Mas o clube inglês não é caso único – não em Inglaterra, nem na Europa. Em Portugal, o BES, que faliu em 2014, era o principal patrocinador de Benfica, Sporting e Porto até 2010. E a PT já avisou que vai abandonar os três grandes em junho (Observador)











