Nuno Morais Sarmento admite que o segundo semestre seja o último deste governo. Em entrevista à Rádio Renascença, o antigo ministro do PSD acredita que este vai ser um ano bipolar - antes e depois da saída da troika - e alerta para a necessidade do Presidente da República vir a exigir o entendimento entre os partidos do arco da governação. Em relação aos novos cortes nas pensões como alternativa ao chumbo da convergência, Morais Sarmento admite que estava à espera de um outro aumento de impostos.