Segundo o DN de Lisboa, que cita a agência Lusa, "novo ministro das Finanças será um independente sem filiação partidária, disse o primeiro-ministro indigitado, Pedro Passos Coelho, em entrevista ao Financial Times. E garantiu que não se mudará de Massamá para São Bento. O primeiro-ministro indigitado acrescentou ainda que uma das primeiras medidas será criar uma agência de controlo das contas públicas com dois peritos estrangeiros. Na entrevista ao jornal britânico, Passos Coelho acrescentou que esta agência será "completamente independente do Governo e do Parlamento" e afirmou que uma das diferenças entre Portugal e a Grécia é que 80 por cento dos eleitores votaram nos três partidos que se comprometeram com o plano de resgate. O novo chefe do Governo diz que gostaria de acelerar as metas de redução do défice, mas admite que está receoso de que o Governo socialista tenha deixado algumas "surpresas" nas contas. Ao Financial Times, Passos Coelho assumiu que Portugal tem pela frente "dois anos terríveis", de recessão e desemprego recorde, que terão de ser superados antes de o país recuperar a confiança dos investidores internacionais".
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