A demissão do líder parlamentar do PS e vice-presidente dos socialistas madeirenses, André Escórcio, está relacionada com o recuo de Jacinto Serrão relativamente a um cenário absolutamente humilhante que lhe tinha sido imposto pela estrutura parlamentar do partido, particularmente por Escórcio e Carlos Pereira, com vista a procura de soluções para as regionais de Outubro nas quais Serrão estava proibido de interferir! O facto de Jacinto Serrão – que inicialmente terá aceite o humilhante papel de líder a prazo, e de não ser candidato, completamente manietado por jogadas internas entre os socialistas - ter recuado e decidido, influenciado por alguns dos seus colaboradores mais "directos e mais radicais", poderá ter influenciado a decisão de André Escórcio apontado como um dos artífices da intrigante humilhação imposta ao líder regional em circunstâncias pouco claras. Sabe-se que Escórcio terá enviado uma "violenta" carta a Serrão, na qual também colocou o lugar de líder parlamentar à disposição, com várias acusações.
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