sexta-feira, outubro 09, 2009

Monteiradas...

Este tipo que saiu de uma derrota vergonhosa em Braga onde passou quase um ano a mendigar votos e acabou por ter menos votos que o Coelho "danadinho" no Funchal, tem a ousadia - provavelmente influenciado pela ideologia pró-fascizante que parece defender (e que viria a estar na origem da sua expulsão do CDS/PP), apareceu a defender o cunhado, Baltazar Gonçalves, com mais idiotices incluindo ataques a um magistrado. Como se o Monteiro tivesse moral e autoridade política para falar mal seja de quem for. Não passa de um derrotado que se tivesse um pingo de vergonha na cara estava em retiro no Gerês. Com estas monteiradas ele mostra que razão teve Paulo Portas quando a tempo o despachou do CDS/PP e se existisse bom sendo, que não é o caso, deveria servir de lição (a derrota em Braga) para o PND caso algum dia queira ser um partido a sério e levado a sério. Não conheço o magistardo delegado da CNE na Madeira. Só de vista. Mas não o comparo sequer com a mediocridade de frustrados, invejosos que se envolvem em palhaçadas, tudo isto provavelmente suportado pelas verbas transferidas pela Assembleia da Madeira. O rigor que exigem para outros, a permanente suspeição de negócios e negociatas que lançam sobre adversários, generalizando, confundindo alguma razão que possam ter com o absurdo idiota que só uma doentia frustração explica - quem sabe se um dia não conheceremos algumas histórias interessantes... - deixa de ter sentido porque ninguém lhes reconhece a moral que caracteriza as pessoas sérias. E podem insultar, como fazem permanentemente, sobretudo nos blogues anónimos onde nem sequer têm a coragem para dar a cara, refugiando-se da cobardia dos medíocres, podem enxovalhar-me, a mim ou a quem quiserem, porque não me calo nem tenho medo que porventura força o silêncio de outros. Não é por causa deles que não durmo. Não sei é se não haverá entre eles alguns que sejam capazes de dormir bem... Não tenho rabos de palha, não lhes devo nada, não sou herdeiro, nem legal, nem daqueles a quem uma "tia rica" que ninguém conhece morreu de repente deixando uma herança. Nem tenho as mãos machadas com fortunas acumuladas à custa da exploração de terceiros. Estou-me nas tintas para os que se comportam como escumalha, como se fossem eles os sérios, a "pureza" num mundo de podridão e de estrumeira sobre a qual esses coitados vagueiam.

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