A chamada "Lei Jornal da Madeira" regressa quarta-feira ao plenário da Assembleia da República com a introdução de algumas alterações, mas mantendo-se claramente os motivos que levaram Cavaco Silva e devolve o documento a S.Bento sem sobre ele se pronunciar. De facto na próxima quarta-feira está agendada a "reapreciação e votação do Decreto da Assembleia da República n.º 265/X que Aprova a lei do pluralismo e da não concentração nos meios de comunicação social, procedendo à segunda alteração à Lei n.º 2/99, de 13 de Janeiro, e à terceira alteração à Lei n.º 4/2001, de 23 de Fevereiro". Uma coisa é certa: o Presidente da República ainda não se pronunciou sobre o conteúdo do diploma que gerou protestos em todo o sector da comunicação social (parece-me que apenas com uma excepção...), sendo mais do que confirmado que apenas o PS votará a favor o que demonstra a fragilidade desta iniciativa legislativa que tem destinatários identificados. Portanto, com esta votação, está aberto caminho para Cavaco Silva tomar uma posição de força na medida em que os seus argumentos continuam perfeitamente vigentes. Recordo - até porque as memórias ou são curtas ou deturpam os factos - a mensagem que o Presidente da República enviou à Assembleia da República sobre este assunto.
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