quinta-feira, outubro 16, 2008

Aumenta o medo de nova crise

Bolsa de Lisboa acompanha quebra na Europa - A Bolsa de Lisboa fechou no vermelho, em linha com a Europa. O índice PSI 20 perdeu 5,08 por cento. Paris fechou a cair 5,9 por cento, Londres 5,7 por cento, Madrid 4,11 por cento e Frankfurt 4,9 por cento (notícia da RTP, aqui);
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Bolsas afundam diariamente a valores históricos - Os analistas dizem que o pânico se deve aos receios de uma recessão mundial prolongada (notícia da RTP, aqui);
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Gerir o orçamento familiar em tempo de crise pode ser difícil - Em tempos de crise e com muitas despesas mensais, pergunta-se como é que as famílias conseguem fazer uma alimentação saudável.Pois saiba que, é possivel. Basta fazer as opções correctas (notícia da RTP, aqui);
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Empresários acham aumento de 2,9% demasiado - A Associação empresarial de Portugal diz que vai ser muito difícil cumprir o orçamento de estado para 2009. A AEP sublinha ainda que é exagerada a proposta de aumentos de salários de 2,9 por cento (notícia da RTP, aqui);
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Quebra da procura deixa petróleo em queda acentuada - O crude Light foi vendido em Nova Iorque a 70 dólares o barril. O preço do Brent foi negociado em Londres a 66 dólares o barril (notícia da RTP, aqui);
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Desemprego no Fundão - Engomadoria da Cova da Beira fechou e despediu cerca de 50 trabalhadoras (veja aqui o video com a notícia da SIC);
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OIT: crise actual é uma das maiores ameaças à economia moderna - Li no Publico que "a Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera que a actual crise financeira é “uma das mais significativas ameaças à economia mundial na história moderna”. “Os problemas de crédito e o colapso dos mercados financeiros estão a afectar decisões de investimento, bem como os rendimentos dos trabalhadores e o emprego”, refere num relatório hoje divulgado. “Várias das maiores economias mundiais entraram na prática em recessão e o desemprego está a subir. Nas economias emergentes e países em desenvolvimento o crescimento económico abrandou em alguns casos de modo significativo”, refere o estudo daquela entidade tripartida, onde têm assento governo e parceiros sociais. Para a organização, os esforços que estão a ser feitos para ultrapassar a crise financeira devem “ajudar a evitar outra Grande Depressão”, mas é importante que as medidas adoptadas visem também as dimensões estruturais da crise";
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Em 33 países do mundo, passa-se fome todos os dias - Escreve a jornalista do Publico, Ana Fernandes que “esta é daquelas notícias que parecem eternas - todos os dias, quase mil milhões de pessoas acordam e adormecem com fome. Em 33 países, sofrem de inanição com uma enorme violência. Neles, as crianças empenham o seu futuro: devido à falta de proteínas em tenra idade, serão adultos com menor capacidade de trabalho. E o ciclo da pobreza perdurará. O Índice Global da Fome de 2008, da responsabilidade de três organizações não governamentais (International Food Policy Resarch Institute, Welthungerhilfe e Concern Worldwide), dá conta de que o Congo, a Eritreia, o Burundi, a Nigéria, a Serra Leoa, a Libéria e a Etiópia vivem as situações mais aflitivas. Este levantamento é feito a partir de três indicadores: a subnutrição infantil, a mortalidade infantil e a proporção de pessoas com deficiências calóricas. No entanto, os dados que nele constam referem-se a 2006, pelo que não dá conta ainda do impacto que teve a recente crise alimentar. Mas deixa claro onde ela incidiu com mais força: junto daqueles que já estavam mais fragilizados. Até porque aqueles que estão nos últimos lugares do índice são também aqueles que mais dependem do exterior, já que não exportam. Portanto, a alta de preços prejudicou-os ainda mais.
Falta de liberdade
As guerras e os conflitos explicam parte do problema. Mas há uma outra coincidência: todos os 15 países que mais passam fome foram classificados no Índice de Liberdade com não livres ou só parcialmente livres. Como parte intrínseca do problema, é em África que vivem os mais pobres dos pobres. E aqueles que menos têm também são os que menos se ouvem, pois vivem em áreas rurais remotas, pertencem muitas vezes a minorias étnicas e não têm qualquer capacidade para romper este ciclo vicioso. Mas este pode não ser uma fatalidade, acreditam as três organizações que construíram o índice.
Números
- 33 países têm níveis de fome alarmantes ou muito alarmantes
- 923 milhões de pessoas têm fome todos os dias, a maior parte em países em desenvolvimento
- 70% foi quanto o Kuwait e o Peru reduziram o seu índice de fome, desde 1990
- 67% foi quanto aumentou o índice de fome no Congo desde 1990
- 40% das crianças com menos de cinco anos na Índia, Iémen e Timor-Leste têm baixo peso
- 15% foi quanto diminuiu em 2007 a ajuda do Programa Mundial da Alimentação";
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Quedas espectaculares nas bolsas
Pedro Santos Guerreiro, director do Negócios, comenta em directo na RTP 1 a desvalorização das bolsas mas também a descida continuada das Euribor e do petróleo.

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Taxas Euribor atingem mínimos de um mês

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