Escreve o jornalista Luis Naves do DN de Lisboa que "o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, não compareceu na gigantesca parada militar realizada ontem em Pyongyang para marcar o 60.º aniversário do regime comunista. A ausência tornou mais credíveis as informações sobre um grave problema de saúde do ditador norte-coreano, mas não houve ainda nenhum sinal sobre uma iminente (e perigosa) transição.Vários jornais sul-coreanos escreviam ontem que o "querido líder" (como a população chama a Kim) foi vítima de uma doença súbita em Agosto. O jornal Chosun Ilbo, citando uma fonte diplomática sul-coreana em Pequim, mencionava mesmo a data de 2 de Agosto para a indisposição do ditador. Cinco destacados médicos chineses estão há uma semana na Coreia do Norte, previsivelmente para tratar o dirigente.Os rumores de problemas de saúde circulam há várias semanas e o seu aparecimento coincidiu com a estranha decisão de Pyongyang de suspender o desmantelamento do reactor nuclear de Yongbyon, encerrado após um acordo internacional que obrigou a longas negociações entre a Coreia do Norte e um grupo de seis países, incluindo China e EUA.Ontem, as agências de notícias citavam fontes dos serviços de informação americanos que, sob anonimato, mencionavam a elevada probabilidade de Kim Jong-il ter sofrido um ataque cardíaco ou um acidente vascular-cerebral. A condição do anonimato deve-se à natureza sensível da recolha de informação, já que o regime político norte-coreano é talvez o mais impenetrável do mundo".
O fogo-de-artifício exploder enquanto jovens da Coreia do Norte executam uma actuação com tochas durante a celebração do 60º aniversário da fundação da Coreia do Norte em Pyongyang. A imagem foi distribuída pela agência noticiosa oficial da Coreia do Norte, a KCNA. O líder do país, Kim Jong-il, teve um colpaso e está doente, segundo disse hoje um funcionário da Coreia do Sul, mas analistas dizem que não é claro até que ponto a sua condição de saúde é grave (foto do Publico online)
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