domingo, setembro 21, 2008

Falemos de rankings universitários (II)

Com o título "Haverá alternativa para os rankings da imprensa?", da autoria de José Ferreira Gomes, reciomendo a leitura deste texto que resumidamente aborda o seguinte: "Há mais de 20 anos que a imprensa, a começar pela norte-americana, publica regularmente rankings das instituições universitárias. É universalmente reconhecido que há grande apetência do público para este tipo de exercício pelo que ele tem sido imitado noutros países. No meio académico também sugiram algumas tentativas, geralmente mais complexas mas de resultados igualmente simplistas. Em alguns países, os próprios governos encorajaram a sua elaboração e divulgação, quer por razões de transparência, quer com objectivos de regulação e de financiamento. Neste artigo, é feita a apresentação e a comparação de algumas seriações nacionais e internacionais mais conhecidas. São invocadas algumas das críticas mais sérias que têm sido feitas e tenta-se apreciar o seu uso e impacto real no público. Apesar de todas as reservas que o meio académico põe à construção e ao uso de seriações, elas ganham popularidade em muitas partes do mundo. Crescentemente, procura-se que possam ser usadas pela Internet, construindo o leitor a sua própria seriação por escolha de critérios ou atribuição de pesos. Para além da dificuldade em assegurar que se está a dar atenção aos atributos relevantes do ponto de vista do estudante se este for o seu destinatário final, há o enorme problema de garantir que se usam indicadores comparáveis entre instituições, países ou regiões do mundo. Esta preocupação limita naturalmente os indicadores que se podem usar em seriações internacionais e leva a que as existentes sejam de facto muito pobres".

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