domingo, setembro 21, 2008

Crise: plano de Bush poderá custar 700 mil milhões de dólares

Ficamos a saber que "um documento de três páginas enviado ao Congresso precisa que as Finanças terão toda a autoridade para assumir o encargo, nomeadamente de activos imobiliários, das instituições financeiras durante dois anos. O plano da administração Bush para combater a crise financeira poderá custar 700 mil milhões de dólares (cerca de 542 mil milhões de euros) e estender-se por dois anos, segundo um documento enviado ao Congresso. O documento de três páginas, publicado no "site" do New York Times, precisa que as Finanças terão toda a autoridade para assumir o encargo até 700 mil milhões de dólares, nomeadamente de activos imobiliários, das instituições financeiras durante dois anos. Esta soma está incluída nas estimativas avançadas desde sexta-feira por vários analistas e representa a maior intervenção lançada por uma administração para ajuda ao sector privado. O plano terá uma duração de dois anos, mas as Finanças terão a possibilidade de guardar em seu nome os activos recuperados enquanto o considere necessário. Os únicos activos incluídos na oferta de recuperação governamental devem estar ligados a empréstimos hipotecários feitos antes de quarta-feira, data em que o Tesouro começou a elaborar o plano. Também apenas as instituições financeiras com sede nos Estados Unidos são incluídas. A administração pede ainda ao Congresso autorização para contratar gestores de fundos para gerirem créditos insolúveis". Pode ver aqui o video da SIC sobre este tema. Sobre este mesmo tema, recomendo a leitura de um texto do Publico, intitulado "Intervenção do Governo nos mercados é novo sinal de um Bush cada vez mais pragmático", da autoria de Michael Abramowitz e Dan Eggen e que foi hoje publicado.

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