domingo, maio 11, 2008

Guilherme Silva concorda com divulgação dos rendimentos dos deputados

Nm trabalho publicado hoje pelo "Correio da Manhã", com o título "Mais de 316 mil euros e 26 mil acções, é referido que o madeirense Guilherme Silva, advogado e deputado do PSD na Assembleia da República, na "declaração de rendimentos entregue em 2005 no Tribunal Constitucional, declarou 260 391 euros como rendimento de trabalho independente e 56 563 euros de trabalho dependente. Feitas as contas: um rendimento anual de 316 954 euros. O deputado detém uma quota de 498 euros na sociedade Urbaca e uma quota de 399 euros na sociedade Silva, Silva e Sacramento Lda. E possui um total de 26 885 acções de várias entidades, como o BCP (8599) e e a Portucel (10 800)". Na entrevista concedida ao jornalista, o parlamentar madeirense diz concordar com a divulgação dos rendimentos dos deputados:
"- Concorda com a divulgação de rendimentos?
- Completamente. Quem está na vida pública não deve ter nada a esconder. É bom que o público conheça a sua situação patrimonial, por uma questão de transparência.
- A divulgação deve ser alargada a outras classes?
- Porventura. Pelo menos a classes profissionais com intervenção pública, como por exemplo os agentes da comunicação. Acho que não há nada a perder.
- Deve existir uma maior fiscalização?
- A fiscalização é feita pelo Tribunal Constitucional e não me parece que seja fácil qualquer ocultação por parte de quem é obrigado a apresentar as declarações. Acho que é suficiente".

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