terça-feira, janeiro 08, 2008

Uma saída para explicar

Noticia hoje o DN local - o jornalista Emanuel Silva continua a ter a vantagem de conseguir notícias em primeira mão, resultantes sobretudo do facto de ser o profissional destacado pelo DN para as questões relacionadas com a justiça e as suas instituições, procedimento que eu continuo a pensar ser o mais correcto numa redacção - que o subdirector-geral da secção regional do Tribunal de Contas (TC), José Emídio Gonçalves, deixou o cargo, após longos anos a exercer as funções. Desde o passado dia 1 de Janeiro último passou à categoria de assessor pessoal do juiz-conselheiro. Diz o jornalista que "as verdadeiras razões para o sucedido estão no segredo dos deuses". Garante o jornal que o director-geral do TC, José Tavares, disse que não houve nenhuma demissão e afastou a tese segundo a qual Emídio Gonçalves teria sido 'forçado' a pôr o lugar à disposição. "O Sr. Subdirector-geral já, há vários meses, me tinha pedido para cessar funções, essencialmente por razões de natureza pessoal", confirmou. Tratando-se de uma personalidade com uma basta experiência no TC, considerado um técnico competente e conhecedor profundo da instituição onde exerce a actividade profissional, parece-me que não tardará muito tempo para percebermos o que se passou. Ou não... Uma referência final à coincidência desta saída ocorrer a escassos meses de uma mudança na liderança da secção regional do TC na Madeira, do juiz-conselheiro Mota Botelho.

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