terça-feira, agosto 07, 2007

Maddie: desconfio que vamos ter surpresas...

Quem ler a imprensa nacional de hoje fica desconfiado: será que vamos ter surpresas quanto ao "caso" Maddie, a pequena inglesa desaparecida no Algarve? Deixo alguns textos de hoje:
"A investigação do caso Madeleine registou uma reviravolta. A Polícia Judiciária (PJ) inspeccionou ontem dez viaturas — entre as quais os carros alugados pela família McCann e amigos que os acompanharam nas férias na Praia da Luz, no Algarve. A carrinha da mãe de Robert Murat, utilizada como base de apoio para a recolha de informação sobre o paradeiro da menina britânica desaparecida a 3 de Maio, foi igualmente examinada.A tese inicial de que se trataria de um rapto dá agora lugar à possível". Ler aqui.
Ou: "A Polícia Judiciária (PJ) sabe, há um mês, que Madeleine McCann foi morta na noite de 3 de Maio, no apartamento do resort do The Ocean Club, na Praia da Luz, tendo abandonado definitivamente a hipótese de rapto. Por outro lado, as suspeitas que sempre recaíram sobre os pais de Maddie desde o seu desaparecimento tomam agora mais força.A revelação foi feita ontem ao DN por fonte ligada ao processo, que sublinhou o facto de a Judiciária e a polícia inglesa estarem desde o início atentas ao casal McCann, dando-lhes total liberdade de movimentos para melhor vigiar Gerry e Kate, tanto na sua permanência no Algarve como nas deslocações efectuadas a vários países, onde lançaram campanhas para encontrar Madeleine". Ler aqui.
E ainda: "Há pelo menos três horas em branco no dia do crime: entre as 18h00 e as 21h00 “ninguém viu Madeleine com vida além dos pais”. O último passo da Polícia Judiciária, ontem à tarde, foi recolher vestígios no jipe em que o casal McCann se fez transportar no Algarve e enviá-los para análise no Laboratório de Polícia Científica e Instituto Nacional de Medicina Legal, disse ao CM fonte ligada às investigações. Os sucessivos depoimentos prestados por Kate, Gerry e amigos na PJ de Portimão, ao longo das primeiras semanas, começaram a perder credibilidade pela “enorme falta de rigor” nas horas de visita aos apartamentos onde os filhos dormiam. “Há contradições dentro do grupo de amigos, que rodariam entre si para saber se estava tudo bem” com oito crianças. “Muitas coisas ali não batem certo, daí nunca se ter chegado à hora exacta do desaparecimento”, diz outra fonte da PJ. Mas, entre as 18h00 e as 21h00, “há três horas em branco e em que só os pais viram a criança” – todas as hipóteses estão em aberto para os inspectores". Ler aqui.

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