Jardim explica-se aos excluídos. Por amor de Deus. Eu percebo que alguns tentem passar essa imagem para fragilizar Alberto João Jardim. Mas desde quando um líder forte, ainda por cima sendo ele a ganhar eleições – e mais ninguém, repito, mais ninguém – tem que rebaixar-se ao ponto de ter que explicar. Informar quais os critérios que utilizou na elaboração da candidatura é uma coisa, penso que lógica, dado que nunca se tinha reunido com os deputados do PSD, que serviram de base parlamentar de apoio ao Governo Regional, desde que de demitiu. E mesmo assim nem era obrigado a isso, pois o discurso feito aos deputados ontem, terá que repeti-lo na reunião do Conselho regional de sábado. E bom que as pessoas tenham presente que o PSD da Madeira, depois de 6 de Maio, vai entrar definitivamente num novo ciclo. E Alberto João Jardim será um elemento fundamental na definição desse novo ciclo partidário, na medida em que em minha opinião, não há mais ninguém que possa criar condições para que as mudanças se façam e se acabem com certos mitos que apenas prejudicam o PSD madeirense. Neste contexto, penso que a lista de candidatos às regionais de 6 de Maio, da responsabilidade de Alberto João Jardim, é a sua lista, pela qual ele responde, aconteça o que acontecer. Admito que cada um dos militantes teria as suas ideias, as suas opções, as suas listas. Mas a que vale é a que for entregue nos tribunais nos prazos legais. Mesmo que eu possa pensar, e penso, que existem casos em que alguns indivíduos se preocupam, insistentemente, em colocar Alberto João Jardim num pedestal, mais por necessidade de sobrevivência política, porque precisa da mais valia política e eleitoral que para o PSD continua a representar Alberto João Jardim, do que por solidariedade ou até apoio. Aliás, é ver que “disponibilidade foi evidenciada, convictamente, a Jardim neste processo de construção de uma lista de candidatos, nas circunstâncias em que este decorreu, e pela primeira vez. Se ninguém se afasta, de facto, por sua iniciativa, então isso é sinal que reagiria sempre mal caso fosse afastado. O resto, não passa de conversas da treta e de hipocrisia a mais, que só me irritam.quinta-feira, março 15, 2007
Explicações?
Jardim explica-se aos excluídos. Por amor de Deus. Eu percebo que alguns tentem passar essa imagem para fragilizar Alberto João Jardim. Mas desde quando um líder forte, ainda por cima sendo ele a ganhar eleições – e mais ninguém, repito, mais ninguém – tem que rebaixar-se ao ponto de ter que explicar. Informar quais os critérios que utilizou na elaboração da candidatura é uma coisa, penso que lógica, dado que nunca se tinha reunido com os deputados do PSD, que serviram de base parlamentar de apoio ao Governo Regional, desde que de demitiu. E mesmo assim nem era obrigado a isso, pois o discurso feito aos deputados ontem, terá que repeti-lo na reunião do Conselho regional de sábado. E bom que as pessoas tenham presente que o PSD da Madeira, depois de 6 de Maio, vai entrar definitivamente num novo ciclo. E Alberto João Jardim será um elemento fundamental na definição desse novo ciclo partidário, na medida em que em minha opinião, não há mais ninguém que possa criar condições para que as mudanças se façam e se acabem com certos mitos que apenas prejudicam o PSD madeirense. Neste contexto, penso que a lista de candidatos às regionais de 6 de Maio, da responsabilidade de Alberto João Jardim, é a sua lista, pela qual ele responde, aconteça o que acontecer. Admito que cada um dos militantes teria as suas ideias, as suas opções, as suas listas. Mas a que vale é a que for entregue nos tribunais nos prazos legais. Mesmo que eu possa pensar, e penso, que existem casos em que alguns indivíduos se preocupam, insistentemente, em colocar Alberto João Jardim num pedestal, mais por necessidade de sobrevivência política, porque precisa da mais valia política e eleitoral que para o PSD continua a representar Alberto João Jardim, do que por solidariedade ou até apoio. Aliás, é ver que “disponibilidade foi evidenciada, convictamente, a Jardim neste processo de construção de uma lista de candidatos, nas circunstâncias em que este decorreu, e pela primeira vez. Se ninguém se afasta, de facto, por sua iniciativa, então isso é sinal que reagiria sempre mal caso fosse afastado. O resto, não passa de conversas da treta e de hipocrisia a mais, que só me irritam.
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