Milhares de venezuelanos atravessam diariamente as pontes de ligam a Venezuela à Colômbia. Muitos vão comprar o que já não existe na Venezuela, como constatou o enviado-especial da RTP à fronteira, Hélder Silva.
quarta-feira, fevereiro 20, 2019
Venezuela: Guaidó dá ultimato aos militares para deixarem entrar ajuda humanitária
Há várias empresas de transportes que colocaram autocarros à disposição do rosto da oposição, o autoproclamado presidente interino Juan Guaidó para que a ajuda consiga entrar em território venezuelano. A operação está marcada para este sábado, mas permanece uma incógnita a posição do regime e das forças armadas
Aumentam pedidos de ajuda de famílias sobreendividadas
No ano passado, chegaram à Associação de Defesa do Consumidor quase 30 mil casos. Muitos queixam-se de um aumento de 80 por cento da taxa de esforço para pagar empréstimos.
Juiz Ivo Rosa acusado de obstruir investigação do processo EDP
O acórdão do Tribunal da Relação é arrasador para Ivo Rosa e dá razão ao Ministério Público.
Presidente interino da Venezuela substitui embaixador em Lisboa
O Ministério português dos Negócios Estrangeiros não comenta a decisão de Juan Guaidó de nomear um embaixador venezuelano para Lisboa. A iniciativa abrange outros 15 países europeus, que o reconheceram como presidente interino da Venezuela. O Presidente interino nomeou José Rafael Cotte para o cargo de embaixador da Venezuela em Portugal, substituindo Lucas Rincón Romero, que apresentou credenciais em 24 de outubro de 2006
Roma quer saber o que aconteceu à filha do embaixador da Coreia do Norte
Roma disse esperar notícias acerca da filha do embaixador norte-coreano desaparecido desde novembro do ano passado, que terá sido raptada e levada para Pyongyang. O Governo italiano acrescentou que haveria "consequências" caso a Coreia do Norte fornecesse qualquer informação. "Os responsáveis pelo que aconteceu irão pagar," escreveu na rede social Facebook Manilo di Stefano, do ministério italiano dos Negócios Estrangeiros. Di Stefano acrescentou que Roma deveria ter feito mais para proteger a jovem, cujo nome não foi divulgado e que esta arrisca a ser vítima de tortura por um dos "piores regimes do mundo." Jo Song Gil, até há pouco tempo embaixador da Coreia do Norte em funções em Itália, desapareceu no passado mês de novembro juntamente com a mulher. Roma sem pedidos de asilo político A informação foi avançada por um membro do parlamento da Coreia do Sul. Gil, descendente de uma famílis de diplomatas e com um bom nível de vida na Coreia do Norte, desempenhava funções desde 2015. Entretanto, fontes diplomáticas disseram à agência Reuters que o Governo italiano não tinha qualquer informação sobre o paradeiro do embaixador Jo Song Gil nem da sua família e que não tinha sido entregue qualquer pedido de asilo político. Outro antigo embaixador norte-coreano, que desertou para a Coreia do Sul em 2016, Thae Yong Ho, disse, numa conferência de imprensa em Seul realizada na terça-feira, que Jo Song Gil não tinha conseguido levar com ele a filha na altura em que abandonou a embaixada da Coreia do Norte em Roma. Uma política diplomática de alto controlo De acordo com Yong Ho, as autoridades norte-coreanas levaram de imediato a filha de Jo Song Gil para Pyongyang, onde permanece sob o controlo de agentes do Governo. O antigo embaixador disse também que tinha sugerido ao embaixador Gil que se mudasse para a Coreia do Sul. mas que este lhe respondeu que a filha se encontrava na Coreia do Norte e que isso poderia tornar as coisas "complicadas." Pyongyang tem como política exigir aos diplomatas que representam o país no estrangeiro que deixem pelo menos um dos filhos no país, apesar de haver exceções para aqueles que se encontrem no topo da carreira ou que se mostrem particularmente fiéis ao Governo e ao Estado.
Força Aérea vai receber 100 milhões da ANA para sair do Montijo
No Parlamento o ministro da Defesa João Gomes Cravinho sublinha que a saída dos militares da base só acontecerá quando houver confirmação final que o novo aeroporto de Lisboa será naquele local.
Radicalização: Maduro desafia Guaidó a convocar eleições antecipadas
Confiante na derrota do opositor, Nicolás Maduro desafia Juan Guaidó a convocar eleições antecipadas na Venezuela. Nas últimas horas, vários países europeus comprometeram-se a enviar ajuda humanitária para a Venezuela que, ainda hoje, recebe 300 toneladas em medicamentos provenientes da Rússia.
Nota: é muito difícil entender isso?
Será que é muito difícil entender que muito do que vai acontecer nas próximas eleições, sejam elas quais forem, tem a ver também e cada vez mais com a "guerra" comunicacional, com o uso dado aquilo que vulgarmente catalogamos de marketing político puro e duro e que transcende lugares-comuns. Com o impacto das estratégias de comunicação junto das pessoas muito do que antes era feito em pré-campanhas e campanhas eleitorais, perdeu lógica. A conjugação do que é proposto com o que foi realizado ou ficou por realizar é um dos pilares determinantes que influenciará o a atitude do eleitorado. Quem prometeu e falhou, quem vive da venda de sorrisos idiotas como se fosse um vendedor de pasta de dentes, quem apenas quer construir uma imagem em função da propaganda e da comunicação, dificilmente cativará a atenção das pessoas, cada vez mais inteligentes e que entendem facilmente o que realmente está em cima da mesa. As pessoas sabem que há projectos de poder, pessoais ou de pandilhas, de mera conquista de poder que apenas visam a substituição de A por B, mantendo o essencial. A própria renovação do eleitorado traz desafios diferentes e novos aos partidos e aos políticos que não podem cair no erro da rotina, de mais do mesmo, de fazer o que sempre foi feito como se nada mudasse à sua volta.
Teorias que antes, e alegadamente, poderiam cativar o apoio e o voto, são hoje olhadas como banalidades, como uma mera obrigação de quem ganha eleições e assumiu responsabilidades executivas. Por exemplo, olhar pelos mais carenciados, pelos pobres, pelos idosos, pelos desempregados, espicaçar a economia, olhar pelos jovens, pela saúde, pela educação, antecipar o impacto de quedas demográficas acentuadas, olhar pelos pelos rendimentos das famílias, etc, deixou de ser algo de transcendente porque é cada vez mais olhado como uma obrigação incontornável de quem é poder. O problema está, no que aos eleitores diz respeito, em perceber a distância que existe entre o prometido e o realizado. Mesmo assim, é a credibilidade das pessoas, a confiança que elas suscitam, a ideia que os eleitores criam em torno dos candidatos, a consistência de uma relação que se cria antes e depois das eleições é que são, tudo conjugado, os factores determinantes para os desfechos eleitorais. Embora não tenha dados concretos, porque não existem estudos sobre esse tema, estimo que cerca de 40% dos votantes na Madeira são eleitores descomprometidos, sem laços afectivos e efectivos com os partidos, que votam em função de factos concretos, que escolhem em função de motivações, de conjunturas, de decisões, de polémicas ou incompetências, etc. Se uma pessoa não suscita confiança junto do eleitorado a aposta é uma aposta perdida e nem sequer é preciso esperar pelas urnas. Essa percepção consegue-se identificar antecipadamente. Muito mais do que as campanhas tradicionais que cada vez mais perdem impacto num contexto de um acto eleitoral. E que perderam fulgor, até porque os recursos financeiros disponíveis são cada vez mais reduzidos e o controlo sobre os partidos e as suas candidaturas é também cada vez maior.
No caso concreto da Madeira julgo que o eleitorado, na sua esmagadora maioria já sabe o que vai fazer. Muitos votarão de forma diferente nas 3 eleições que teremos na Madeira - europeias, regionais e legislativas nacionais. Tal como acontece (e aconteceu) nas autárquicas - e basta que analisem calmamente os resultados, para perceberem como os eleitores votam de forma diferente para as freguesias ou para as câmaras municipais. Muitos já identificaram quais as bandeiras eleitorais em 2019, que provavelmente pouco ou nada terão a ver com as bandeiras eleitorais que agitaram a campanha eleitoral regional e para as legislativas nacionais, em 2015.
Por isso,acho que se as pessoas demoram tempo a perceber o que está (e estará ) em cima da mesa, se não há a capacidade de tentar antecipar acontecimentos, se não há uma estratégia de resposta adequada, se não conseguem gerar empatias pessoais, de nada valendo o esforço para serem o que na realidade não são, porque todos perceberão o incómodo, então há qualquer coisa que não funciona e há uma realidade que continua a passar ao lado das pessoas. Nesse caso, acho melhor eu me dedicar à pesca! (LFM)
Nota: As idiotices à volta da moção de censura
Realmente há coisas que não entendo. Uma coisa é o "timing" político, em ano eleitoral com datas já definidas, outra coisa é o oportunismo do CDS e as intenções claramente subjacentes à sua moção de censura, numa altura em que as sondagens não lhe são favoráveis, e quando começam a proliferar novos partidos na área ideológica do centro-direita que vão disputar o mesmo eleitorado que o CDS tenta conquistar. Outra coisa ainda é o discurso político usado pelos partidos para desvalorizar a iniciativa.
Falo do PSD e da esquerda aliada do PS na geringonça. "Nado morto" foi como Costa classificou a iniciativa. Todos sabem que sim no que à queda do governo da geringonça diz respeito. Porque a esquerda do PS tem medo de se comportar em coerência com o seu discurso crítico.
Mas o debate político na Assembleia da República vai realizar-se.
Comecemos pelo essencial: afinal, e salvo a queda do governo de Cavaco em 1987 que paradoxalmente viria a dar origem a dois mandatos com maiorias absolutas esmagadoras, para que servem as moções de censura? Para fazer política, apenas e só para desgastar o poder e provocar debates políticos. Quantas moções de censura o anterior governo da bandalhice troikana enfrentou sabendo a esquerda que elas estavam condenadas ao fracasso? Então os hipócritas do PCP e do Bloco podem justificar as moções de censura apresentadas contra o governo Passos-Portas mas agora irritam-se tanto com a moção de Cristas? O que é diferente entre os dois momentos?
Factos: o governo Passos-Portas foi alvo de 6 moções de censura, as mesmas que Sócrates enfrentou numa legislatura e meia. Cavaco Silva enfrentou 5. Nada resultou de todas elas.
Eu explico.
O PCP e o Bloco, parceiros do PS na geringonça, são os mais descarados jogadores oportunistas da política portuguesa. Fazem jogo duplo. Por um lado aceitam ser bengalas do PS no parlamento porque temem que as eleições, antecipadas ou as de Outubro, possam dar ao PS uma vantagem eleitoral e parlamentar passível de os dispensar ou de reduzir a sua influência. Depois têm medo dos efeitos eleitorais de uma iniciativa que pudesse tomar e que porventura gerasse a queda do governo da geringonça. Mas depois do desastre eleitoral das autárquicas - uma banhada que eles ainda não se esqueceram - PCP e Bloco não só não dormem bem como temem que o PS continue a "engolir" eleitorado que alegadamente eles reclamariam.
Por isso adoptam uma postura hipócrita de andarem todos os dias a dizer mal do governo que suportam na Assembleia da República, radicalizando até o discurso contra Costa e o governo do PS em relação a temas concretos, mas depois, quando confrontados com a moção de censura - que é um desafio à sua incoerência - recusam e votam contra porque não assumem os seus medos, usando antes um discurso tonto que não engana nem convence as pessoas. Ficaram entalados, espernearam, ficaram bravos, continuarão a ser as bengalinhas dos socialistas de quem tanto dizem mal.
Quanto ao PSD o problema é mais fácil de entender. Ou não! O PSD é o partido principal da oposição nas sondagens. Só que na realidade, aos olhos das pessoas, a eficácia dessa oposição à geringonça tem sido discutida e questionada, facto que tem levado o CDS e Cristas a uma histeria patética, como a de terem afirmado há poucos dias que a oposição à geringonça é o CDS! Perante esta hipocrisia - Cristas sabe que 2019 é decisivo para a sua sobrevivência na liderança do CDS - seria mais fácil ao PSD deixar o CDS cavar sozinho o "batatal" em que se meteu. Mas como a oposição de Rio tem sido uma anedota, como o PSD tem sido acusado de ser uma "bengala oculta" do PS e de Costa, o PSD nunca poderia adoptar uma posição que não a de votar a favor da moção do CDS contra o governo da geringonça. Isso coloca o PSD a reboque do CDS? Sim. Mostra que o PSD não é capaz de impor uma agenda política no centro-direita, e por si definida? Sim. Então que alternativa tinham o PSD e Rio que não esta? Nenhuma. Só a de se assumir, de uma vez por todas, como um partido de combate, de oposição, sem paninhos quentes, sem confundir relações de amizade com praxis política, sem continuar metido no casulo redutor de um autarca promovido a líder de um partido nacional, porventura (?) sem estar preparado ou ter o perfil adequado para tal desafio. São estas respostas que o PSD quer de Rio, são estas respostas que Rio tem que dar aos eleitores. Tudo isto se resolveria e o PSD poderia escolher o que fazer se a percepção das pessoas quanto ao papel e empenho do PSD na oposição à geringonça fosse inequívoca
A moção de censura é um episódio político, mais um, que rapidamente cairá no esquecimento. Nem politicamente ficará nada de útil e concreto do debate que como é habitual nestas coisas, e nestes momentos, tem uma durabilidade efémera, porque a agenda política em ano triplamente eleitoral rapidamente se altera. Fiquem bem! (LFM)
Assessorias de imprensa: assim não!
Peço desculpa mas das duas uma: ou a história em torno das reportagem ontem emitida pela TVI24 é incómoda e sobre ela não querem falar - o que deixa logo algumas interrogações - ou hoje mesmo a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais devia convocar os jornalistas e numa conferência de imprensa, devidamente preparada - em termos documentais e com factos concretos - para desmistificar e desmentir o que ali foi dito e sobretudo as acusações feitas (e que foram continuadas no debate em estúdio na TVI) e saídas da própria classe médica. Realmente não seio que é que pensam. Interrogo-me muitas vezes sobre a sensibilidade e o perfil de assessores contratados não para serem funcionários públicos com horários de entrada e de saída, mas para serem mais-valias, com ideias e poder de iniciativa, ajudando as pessoas que os contrataram. Acresce que alguns assessores de imprensa continuam a não perceber que não são meros "fazedores de notícias". Para isso continuavam nas redacções onde estavam antes. Num gabinete governamental as pessoas contratadas foram-no por algum motivo além de que, gostem ou não, também fazem política, pensam política, antecipam factos, gerem crises onde o papel da comunicação é cada vez mais, etc, independentemente de lhes pedirem tudo isso ou não. Outro exemplo que comprova o que acabo de dizer: o PS-M depois de uma recente reunião de um órgão partidário - antes da excursão da confraria aos Açores.... - visou a saúde de forma contundente e divulgou uma série de indicadores que obviamente encostam o sector à parede. Um dia depois - salvo se estiver errado e se estiver pedirei desculpa... - não vi nenhum comentário sobre o tema. As pessoas interrogam-se e das duas uma: ou acham que o GRM se está a borrifar para o assunto ou o PS falou verdade? Em que ficamos? Celeridade, eficácia, competência e nada de receio, por favor! (LFM)
terça-feira, fevereiro 19, 2019
RTP-Madeira: o blá-blá-blá do costume
O Presidente da RTP foi ouvido hoje na comissão especializada. Não ouvi essa audição mas pelo que sei facilmente se adivinha o que andou a perorar: paraíso na terra, não sabe de nada, está a resolver tudo e 2 milhões de investimento. Tem piada porque se ler a notícia na edição digital do DN-Funchal e a capa do DN-Funchal de 2016 - vejam quem eram os treinadores de futebol das duas principais equipas - e percebemos que o blá-blá-blá desta gente quando desembarca em Santa Catarina é sempre a mesma porcaria. A novidade é que o CA da RTP tem gente nova entre os vogais (LFM)
TVI24: SEF está a rebentar pelas costuras e não dá resposta aos pedidos de residência dos imigrantes
São milhares de pessoas que trabalham, pagam impostos e que continuam “ilegais”, reféns de um serviço disfuncional. Este é o tema do Livro de Reclamações desta semana.
Como os jornalistas do Der Spielgel chegaram até Rui Pinto
Rui Pinto criou um sistema de publicações automáticas no Football Leaks caso estivesse impossibilitado de aceder à plataforma.
Qual o problema? Popularidade de Marcelo abaixo dos níveis de Cavaco Silva
Uma sondagem da Aximage mostra que a popularidade do "Presidente dos afetos" caiu para níveis inferiores aos de Cavaco Silva, no primeiro mandato. Marcelo Rebelo de Sousa tem perdido popularidade nas últimas sondagens. No entanto, o Presidente da República desvaloriza e agradece a generosidade dos portugueses.
Madeira: grupo Luz Saúde quase a finalizar compra da Clínica da Sé?
Para além do HOSPITAL DA LUZ CLÍNICA DO CANIÇO e do HOSPITAL DA LUZ FUNCHAL - este instalado na Clínica de Santa Catarina - foi-me garantindo hoje que o grupo Luz Saúde estará em vias de concluir a aquisição da Clínica da Sé (a informação inicial que me fora dada apontava para um arrendamento do espaço, algo que não estava muito de acordo com as orientações e opções do grupo), o que significa, caso esta operação se concretize, que está abandonada a construção de uma unidade nova, de raiz, que chegou a ser admitida na fase inicial deste processo de implantação do grupo no Funchal.
Recordo que o grupo Luz Saúde foi criada em 2000 e é um dos maiores grupos de prestação de cuidados de saúde no mercado português. Presta serviços através de 30 unidades (14 hospitais privados, um hospital do SNS explorado pela Luz Saúde em regime de Parceira Público-Privada (PPP), 13 clínicas privadas a operar em regime de ambulatório e duas residências sénior) e está presente no Norte, Centro, Centro-Sul de Portugal Continental e na Madeira.
Em Fevereiro de 2014, tornou-se a primeira empresa privada do sector da Saúde cotada em bolsa e em Outubro de 2014, a seguradora portuguesa Fidelidade adquiriu o controlo da empresa, passando a ser o accionista maioritário da Luz Saúde (resultados financeiros do primeiro semestre de 2018, aqui) (LFM)
Funchal: Hospital Particular da Madeira abre em Março de 2019
Investimento de 42 a 43 milhões de euros, cerca de 300 trabalhadores envolvidos no projecto hospitalar privado, 120 camas e 68 quartos, incluindo algumas suites (para 2 pessoas), este é o retrato rápido do novo Hospital Particular da Madeira, que visitamos esta semana juntamente com os meus parceiros num programa de opinião habitualmente emitido pela Antena-1 Madeira. Em adiantada fase de conclusão da obra, com uma área de implantação de mais de 3.500m2 e mais de 20.000m2 de área de construção, distribuídos por sete pisos, três dos quais abaixo do solo, o Hospital Particular da Madeira, segundo os seus promotores privados, pretende ajudar a responder aos problemas que o sector da saúde tem na RAM, nomeadamente em matéria hospitalar, tendo-se dotado para o efeito de equipamentos de ponta, incluindo no bloco operatório para uma Sala Operatória Híbrida, devidamente equipada e que é única na Madeira até este momento. O HPM deverá ser oficialmente inaugurado em Março, prevendo-se que depois da "entrega" da obra aos proprietários se realize o respectivo processo de licenciamento-.Recorda-se que o grupo detentor do HPM é também proprietário do Madeira Medical Center (LFM)
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