Os partidos de
direita criticam o Governo e a forma como está a ser conduzido o processo de
regularização de precários da RTP. Os sindicatos foram ouvidos no Parlamento,
onde o Bloco de Esquerda acusou a administração da empresa de estar a bloquear
a integração de trabalhadores.
quarta-feira, fevereiro 06, 2019
Venezuela: Rede de médicos para ajudar cidadãos lusos está quase falida
O secretário de
Estado das Comunidades esclareceu que a Associação de Médicos Luso Venezuelanos
não se recandidatou aos fundos atribuídos pelo Estado português. Em entrevista
à RTP3, José Luís Carneiro explicou que houve recusa em cumprir os critérios de
transparência nas contas.
Centenas de farmácias em risco de falência no interior do país
Quase um quarto
das farmácias da rede portuguesa estão a enfrentar dificuldades. Por isso, a
ANF vai lançar uma petição: "Salvar as farmácias, cumprir o Serviço
Nacional de Saúde".
Nota: será que Costa e a geringonça nos tomam a todos por idiotas com caras de burros?
António Costa comprometeu-se em entrevista à SIC-Notícias, a inscrever no programa de estabilidade a promessa de aumentos na função pública em 2020. Costa admitiu também que a função pública só vai ser aumentada depois das eleições.
Eu não sei de Costa nos toma a todos por parvos e se os "paridores" do discurso político do chefe da geringonça acham que os eleitores, no fundo os consumidores das tretas que são ditas pelo poder, são parvos, mentecaptos e acreditam em tudo. Desconfio que vão ter uma enorme surpresa em devido tempo. Porque os milhares de funcionários públicos, que este ano tiveram apenas a esmola orçamental de 50 milhões de euros para ridículos aumentos salariais, viram ao mesmo tempo o mesmo orçamento de estado da geringonça, tão austero para com eles, reservar quase 1000 milhões para a banca e tapar os buracos deixados pelos bandidos e gatunos de colarinho branco que por lá andaram e a justiça não consegue mandar para a cadeia depois do rasto de chulanço e corrupção que deixaram numa banca quase falida, ou mesmo falida.
Tenho pena do povo que acha que estes geringonços são diferentes de outros geringonços do tempo da troika e dos geringonços que antes deles, no socratismo, deram cabo desta merda toda, faliram o pais e trouxeram esses chulos da troika para Portugal e com ela a austeridade e demais patifarias de todos conhecidas e das quais nos lembramos todos.
Finalmente uma convicção: Costa e os "paridores" do seu blá-blá-blá político (nomeadamente para entrevistas televisivas como foi o caso), julgam que os funcionários públicos afectados por aumentos salariais que são uma ofensa à sua dignidade e direitos, não percebem que esta promessa do chefe da geringonça tem tudo a ver com as eleições de Outubro? Por acaso acham que a geringonça socialista - provocando as demais alas geringonçais, quer a geringonça comunista, quer a geringonça bloqueira - não vai usar esta promessa como uma bandeira eleitoralista, porventura para caçar votos e enganar as pessoas e depois, caso fosse poder, voltar a não cumprir como o tem feito neste mandato, o maior de todos em termos de greves realizadas? (
Nota: o estranho ocaso (?) das companhias aéreas "low-cost"
Confesso a minha estupefacção: durante anos as low-cost eram uma espécie de "paraíso na terra", melhor dizendo, do "oásis" para a indústria da aviação comercial. A proliferação de companhias era mais que muita e até companhias,muitas alegadamente sem garantia de segurança e de confiança, andavam aí pelos ares alugando aviões com muitos anos de utilização, etc. Os preços continuavam a ser o atractivo. O problema é que a aviação comercial europeia - falo dessa porque é ela que nos interessa - vive momentos de alguma contradição com tudo o que era dito, e basta referir a redução operacional, de muitas companhias low-cost, que hoje se limitam a voos de garantida rentabilidade, e a falência de várias outras, num processo que, no caso da Madeira, pelos impactos tidos, começou pela Monarch, continuou com a Lauda e outras e acabou agora na Germania, numa sequência que esperamos todos não se venha a banalizar ainda mais porque estamos a falar de mais de 300 mil lugares que as empresas, que saíram a linha ou faliram, deixaram de colocar à disposição da Madeira, uma região que vive do turismo e depende das ligações aéreas.
Curiosamente ainda não vi nenhuma explicação - plausível, fundamentada e documentalmente comprovada - que justifique este preocupante fenómeno de dificuldades ou de falência em catadupa de low-cost. Ainda esta semana ficamos a conhecer problemas na gigante Ryanair, com prejuízos avultados em vez dos habituais lucros, facto que levou os accionistas da empresa irlandesa a afastarem o fundador da empresa de posições executivas (LFM)
Nota: erros comunicacionais das dirigentes dos enfernmeieros
Não comento as reivindicações dos enfermeiros nesta greve prolongada e que têm sido a causa do braço-de-ferro com governo da geringonça. Não comento porque já me perdi na polémica e na sucessão de reivindicações e nas contradições mais do que óbvias na atitude das duas partes. Contradições - é disso que falo - em termos de procedimentos e de declarações públicas. Mas o que eu vejo, e disso sei do que falo, é que as dirigentes da associação sindica e da ordem dos enfermeiros, cada vez que abrem os queixos dão tiros-nos-pés desnecessários e perigosos, com declarações despropositadas e que em nada ajudam a luta em curso. Ou seja, comunicação zero. E isso é mau. Num cenário destes é coisa que não pode existir. Quanto ao resto eu sei que quando se faz uma greve a ideia é que ela tenha impacto e faça estragos - mas neste caso concreto falamos de um sector com uma altíssima sensibilidade, profissional e humana. Sei que o governo da geringonça, a meses de eleições, não gosta de confrontar-se com uma enorme sequência de greves na medida em que elas acabam por desmitificar a teoria e o discurso da geringonça, segundo o qual vivemos todos num "paraíso" cor-de-rosa onde tudo é possível. Até o Centeno hoje veio negar que a classe média portuguesa esteja a pagar mais impostos quando ele é primeiro a saber que isso é verdade.
Um último conselho às dirigentes dos enfermeiros, que não é novidade porque consta dos manuais de comunicação e marketing institucional: quando vamos para uma "guerra" basta que nos preocupemos com essa. Não desviemos nem nos preocupemos com o que se passa noutros locais e com outros protagonistas. Nem despoletemos muitas guerras ao mesmo tempo porque acabamos por não ganhar nenhuma delas e pagar um preço elevado por isso, que só o tempo o mostrará. Registem isso (LFM)
Nota: há coisas que não devem acontecer
E assim se promove a banana da Madeira. Comprada hoje num espaço comercial do Funchal - não o vou identificar por razões óbvias. Mas francamente, ou há cuidado até nestas coisas tão insignificantes de defesa do que é genuinamente nosso e que tem que ter qualidade e apresentação para não desiludir os consumidores, ou então andamos todos por caminhos que de sério nada têm (LFM)
terça-feira, fevereiro 05, 2019
"(Presidente) indirectamente culpou a polícia"
O Presidente MRS surge abraçado ao jovem que agrediu
um dos polícias que que foram chamados ao local no dia em que se registaram os
confrontos entre moradores e agentes
Nota: o PSD-M já faz "sondagens" internas? Que susto!
Confesso que
quando li hoje no digital Funchal Notícias a informação de que o PSD-M tinha
realizado uma espécie de "sondagem" interna para tentar saber qual o
candidato que reunia melhores condições para integrar a lista ao Parlamento
Europeu, apanhei um susto. Fiquei quase como uma galinha a ver um filme de
terror, tendo o lobo como protagonista principal. Aterrorizado.
É fácil perceber
a minha estupefacção. Estas "sondagens" internas valem zero. Mal seria do PSD-M se não tivesse a certeza - e temo que não tenha mesmo - de que os seus
militantes e simpatizantes votariam sempre no partido independentemente dos candidatos. No caso das europeias, temos que relativizar este estranho puzzle, separando a realidade concreta
da ficção que é vendida através dos meios de comunicação social. A dada altura
confunde-se tudo, inclusivé pressões organizadas e a promoção pessoal.
Por isso, se essa
dúvida e esse medo fosse verdadeiro, isso significaria que o partido estava a
definhar. Eu ainda acredito nessa fidelidade, apesar de saber que em 2014 o PSD
obteve o pior resultado de sempre em eleições europeias e que nesse ano
registou também a mais elevada taxa de abstenção de sempre numa região,
a RAM, que era habitualmente daquelas
que menos abstencionismo registava.
O meu
"terror" resulta essencialmente do facto de me lembrar das
"sondagens" e demais idiotices a elas associadas, promovidas (ou alegadamente promovidas?) por
ocasião das autárquicas de 2017 e que se revelaram um desastre, tendo sido
nalguns casos a causa do caos eleitoral e da derrota (e dispenso-me de falar em nomes e em situações reais). Porque, de facto, não há "sondagem" nenhuma, ninguém vota em ninguém, não há uma consulta séria e que
cumpra todos os requisitos. Nem há necessidade pelos motivos apontados. O PSD-M ganha ou perde eleições em função dos votos dos eleitores, não dos seus militantes e simpatizantes que se presume serem seus eleitores. Há um boca-a-boca que obviamente é manipulável por grupos de interesses e pressões organizadas, que retiram qualquer fiabilidade a uma iniciativa desta natureza que até acho que fica mal ao PSD-M, por razões históricas.
Quando se sabe o
desastre que foram as autárquicas e particularmente o desastre que foram as
escolhas feitas em..."sondagens" desta natureza, percebe-se
facilmente que eu tenha ficado arrepiado com a notícia por temer que seja mais do
mesmo, não propriamente uma idiotice, mais uma, mas um procedimento que peca
absolutamente por falta de verdade e de razoabilidade. E dispensável!
Nesse caso,
gostaria de saber, por exemplo, se vamos ter "sondagens" também para definir a
composição da lista de candidatos a deputados regionais em Setembro próximo? E se para a elaboração da lista de candidatos a deputados ao parlamento nacional, em Outubro, também teremos
outra "sondagem"? Não brinquem por favor com coisas sérias.
Concentrem-se e não repitam erros do
passado recente que, repito, foram a causa do desastre eleitoral do PSD-M pelo qual ninguém foi culpado... Valeu? (LFM)
Venezuela, um país que se vai esvaziando
Três milhões de pessoas, segundo a ONU, já
deixaram a Venezuela por culpa da crise e Andrea Fonseca vai juntar-se a eles.
Esta jovem decidiu deixar o trabalho de empregada de mesa e emigrar para a
Argentina. A gota que fez transbordar o copo foi quando se viu obrigada a pedir
dinheiro emprestado para comprar medicamentos para a mãe: "Estou muito
triste. Não é fácil ir para um país para onde não queremos ir. Deixar a
família, a mãe, os amigos, o namorado. Não é fácil", conta a jovem. A
migração faz com que, em certos setores, haja uma escassez de mão-de-obra. É o
que acontece, por exemplo, com a educação. Um quinto dos professores deixou o
país e os que ficaram são obrigados a trabalhar em vários sítios ao mesmo
tempo. José Javier Salas é diretor da Escola de Educação da Universidade
Católica Andrés Bello e explica: "Há professores que trabalham em três ou
quatro sítios, sempre a correr e a saltar de uns para os outros, com um horário
que não lhes deixa tempo suficiente para ouvir os alunos, que estão ali e
querem ser ouvidos com tempo, com dedicação, com carinho, com esforço".
Nelly Pompa, agora, só fala com o filho por videochamada, Miguel foi para a
Argentina há três anos. As remessas mandadas por emigrantes como ele são o
sustento de milhões de famílias. A saudade é o preço a pagar: "Quando
havia encontros de família, era sempre ele o mais alegre, porque é o mais novo.
Sinto muito a falta dele. Quando falo disso, começo a chorar. É muito doloroso",
conta-nos. Nicolás Maduro já disse que os migrantes fazem parte da campanha
para impor uma crise humanitária que justifique uma intervenção estrangeira.
"A Colômbia é o principal país de acolhimento para os emigrantes da
Venezuela. Há cerca de um milhão a viver no país vizinho. O Equador, o Peru, o
Chile, o Brasil e a Argentina receberam dezenas de milhares de Venezuelanos.
Muitos atravessaram o Atlântico. A Espanha é o país europeu que acolhe mais
venezuelanos, mais de 270 mil", explica Héctor Estepa, enviado especial da
Euronews à Venezuela.
Os altos e baixos das relações entre Portugal e Venezuela
Relações políticas, económicas e diplomáticas entre os
dois países já tiveram bons e maus momentos. As relações políticas, económicas
e diplomáticas entre Portugal e Venezuela já tiveram altos e baixos. No
entanto, são muitos os momentos de grande proximidade entre os dois países ao
longo dos anos, independentemente de quem estava no poder.
O Facebook é adolescente e os adolescentes estão a afastar-se dele
O Facebook está de parabéns. Faz esta segunda-feira 15
anos. Por um lado, é uma rede social que mudou a forma como todos comunicamos,
por outro, arrastou-nos para variadíssimas polémicas, entre elas a venda de
dados pessoas para fins publicitários, as notícias falsas e a reserva da vida
privada. Apesar dos escândalos, a empresa de Mark Zuckerberg tem batido
recordes, tanto ao nível da faturação como ao nível do número de utilizadores,
que, ainda assim, se têm tornado, a cada ano, mais velhos. Os mais novos, vão
procurando outras redes sociais, por exemplo, o Instagram.
Nota: O PCP-M e os precários da RTP-M
O PCP-Madeira
quer uma audição parlamentar - não sei bem com quem - para perceber o que se
passa com a integração dos precários na RTP-M e com a verdade das notícias divulgadas
sobre este tema por estruturas sindicais, de que a RTP alegadamente terá
decidido pela integração no Continente e nos Açores mas que em relação à Madeira
nada decidiu, adiando o processo complexo de avaliação de cada candidato a essa
integração na empresa.
Eu concordo com
estas iniciativas - embora desaconselhe a partidarização dos processos, talvez
porque conheço as reacções e os entendimentos do CA da RTP quando confrontado com
eles na praça pública. O problema é que estando todo o processo de decisão
centralizado em Lisboa, e não tendo a RTP-Madeira, nomeadamente a sua direcção,
qualquer poder de decisão, o PCP-M deve ser muito assertivo na forma como
pretende que a audição se realize.
De acordo com
informações que me foram prestadas - e encontrei, até ao momento, o silêncio nas duas vezes em que tentei obter do
CA a RTP uma explicação plausível para as notícias divulgadas em Janeiro deste
ano sobre este tema - a RTP-Madeira tem cerca de 15 trabalhadores que aguardam
uma decisão sobre a sua integração na empresa.
Ou seja, muito francamente,
e sem colocar em causa as prerrogativas regimentais do PCP-M, acho que esta
audição, a ter lugar, deveria ocorrer no âmbito da actividade da Assembleia
da República. Até porque sendo a RTP, uma
empresa pública tutelada pelo governo de Lisboa, que é detentor de 100% do seu
capital. O parlamento nacional mais depressa consegue pressionar a RTP e exigir
um relatório sobre o processo de integração dos deputados do que o Conselho de Opinião
da RTP em relação ao qual desconfio - opinião pessoal – que o Conselho de Administração não “morre de amores” nem confia (LFM)
União Europeia fracassa em definir posição comum sobre a Venezuela
A chefe da diplomacia europeia justifica a falta de
uma declaração conjunta reconhecendo Juan Guaidó, com as competências
atribuídas à União, no que respeita à política externa. Apesar de este papel
pertencer aos Estados membros, a Comissão tentou, na semana passada, em
Bucareste e hoje, em Bruxelas, produzir uma declaração conjunta dos 28 que
desse mais força à pressão política sobre o regime de Nicolás Maduro.Mas, até
agora, menos de metade dos membros da União reconheceram Guaidó e há quem se
oponha a qualquer declaração política comum.Sem uma posição unânime, a
diplomacia europeia tenta relançar o diálogo com a criação de um grupo de
contacto internacional, com o objetivo de ajudar a Venezuela a sair da crise. O
grupo de contacto tem um mandato de 90 dias, que começam a contar a partir da
reunião desta quinta-feira, no Uruguai.
Venezuela impediu entrada do grupo de operações especiais no país
Os oito elementos dois GOE estavam
encarregados de reforçar a segurança na embaixada e no consulado de Portugal em
Caracas, mas foram impedidos de desembarcar com a bagagem diplomática na qual
transportavam armas.
Tasca Caribe, o restaurante português que resiste à crise na Venezuela
Empresas e pequenos negócios de
lusodescendentes foram abalados, mas resistem como um dos restaurantes de
comida portuguesa mais antigos de Caracas.
Venezuela: polícias portugueses e armamento impedidos de desembarcar
Oito elementos do Grupo de Operações Especiais da PSP
desembarcaram ontem com as suas armas no aeroporto de Caracas, em mala
diplomática, para protegerem as instalações da Embaixada e do Consulado. As
autoridades venezuelanas impediram o desembarque dos oito elementos e do seu
armamento. Não pode falar-se de uma retaliação contra o reconhecimento de
Guaidó por Portugal, visto que se tratou de um episódio anterior ao
reconhecimento, embora já ontem estivesse prevista a decisão hoje anunciada
pelo Governo português
Venezuela: Putin empenhado na defesa de Maduro
Em solo venezuelano encontram-se já dois porta-mísseis
Tupolev, que eventualmente não terão mísseis nucleares a bordo, mas que mostram
a seriedade com que Putin encara a aliança com Maduro. Com todos os meios ao
seu dispor, a Rússia continuará a apoiar Maduro, depois de já ter investido
largamente no sector petrolífero da Venezuela.Não é de prever que a Rússia se
deixe arrastar a um confronto militar, mas fará tudo no plano diplomático para
defender esta posição.
A morte suspeita numa empresa do único homem que tinha a password do sistema
Presidente da empresa morreu e só ele sabia a
palavra-passe para aceder ao sistema.
Os escândalos que estão a abalar a estrutura do PCP
As adjudicações entre empresas ligadas ao PCP e
câmaras controladas pelo partido, despejos de associações com direção
comunista, ajustes diretos com familiares de dirigentes. Nas últimas semanas,
foram vários os casos que têm causado mal-estar dentro da máquina comunista. O
PCP insiste na tese de estar a ser alvo de uma campanha de difamação e calúnia.
Principal hospital de Caracas sem capacidade para prestar os mínimos cuidados de saúde
Os enviados-especiais da TVI à Venezuela, Judite de
Sousa e Pedro Batista, visitaram o Hospital Vargas de Caracas. Aquela que é a
maior unidade de saúde do país não está a conseguir prestar cuidados médicos
dignos à população.
segunda-feira, fevereiro 04, 2019
Juan Guaidó apela à ajuda humanitária na Venezuela
O autoproclamado Presidente interino do país também agradeceu o apoio e reconhecimento por parte da União Europeia.
Nota: a brigada do reumático lusa e a Venezuela
Para que as pessoas percebam bem quando escrevo que uma coisa são os generais e outros militares de aviário promovidos por Maduro (sem falar nos mercenários cubanos a ocuparem lugares de chefia nas forças armadas venezuelanas), os quais sustentam a ditadura (mas não eternamente) graças a um esquema de corrupção e narcotráfico, outra coisa são as estruturas militares intermédias e os soldados, sobretudo o que querem para o seu povo e o que pensam dos regimes totalitários:
A 14 de Março de 1974 realizou-se em São Bento uma "demonstração de lealdade ao regime" protagonizada pelas mais altas patentes das Forças Armadas portuguesas, episódio que ficou conhecido historicamente pelo beija-mão da Brigada do Reumático. Nessa cerimónia o general Leite Brandão (na altura Chefe do Estado-Maior do Exército) garantiu que as Forças Armadas "não fazem política". Este militar e antigo deputado da Assembleia Nacional, entre 1953 e 1957 personificou a cegueira e a hipocrisia da estrutura militar superior que contava "domar" as forças armadas. O 25 de Abril e o PREC estavam a pouco mais de um mês de distância (LFM)
Nota: isto não!
Lamentável mas também acho que os estudantes com origem na Venezuela - e falo sobretudo do que vi em várias Universidades, antes desta leva de regressados - devem ser eles a procurar integrar-se em vez de se isolarem. Espero que não tenha sido esse o caminho que acaba por penalizar estas crianças, transformando-as vítimas de intoleráveis actos xenófobos como se não lhes bastasse tudo o que passaram e as suas famílias. Aliás, não entendo nem aceito certas campanhas idiotas que através das redes sociais são direccionadas contra os nossos compatriotas regressados da Venezuela, como se eles não tivessem sido obrigados a abandonar família, amigos e bens e não estejam à espera - também graças a patéticos exemplos destes e a muita gente idiota que por aí anda a fomentar a xenofobia - do que vai acontecer na Venezuela para voltarem àquele país. Quando não respeitamos os nossos com que moral nos queixamos dos que não respeitam, nos países de acolhimento, os nossos compatriotas obrigados a emigrar mesmo nos dias que correm? Talvez por isso - quem sabe - também tenha familiares obrigados a abandonar a Venezuela mas que escolheram países limítrofes em vez de se atirarem à fogueira da nossa intolerância abjecta (LFM)
Facebook: 15 anos depois, qual o futuro?
Há quem lhe chame "um adolescente com problemas de adulto". O facebook faz 15 anos, 15 anos com muitas 'pedras no sapato' para contar a história. Nos últimos tempos, a rede social viu-se envolvida em tribunais e em várias audiências, onde todos os olhos estavam postos nas políticas criadas por Zuckerberg. Desde a privacidade de dados às acusações de interferência nas eleições norte-americanas. Na audiência de 10 de abril de 2018, na capital dos EUA, Mark Zuckerberg foi ouvido pelo mundo, a admitir os erros cometidos pela plataforma na questão da privacidade de dados. "É claro, agora, que não fizemos o suficiente para impedir que essas ferramentas sejam usadas para o mal também. E falo de notícias falsas, interferência estrangeira em eleições e discursos de ódio, assim como programadores e privacidade de dados." , admitiu "Não tínhamos uma visão suficientemente ampla da nossa responsabilidade e isso foi um grande erro." , disse, perante milhões de pessoas. Erros admitidos, a rede social continua a crescer, desde o dia em que foi criada, em 2004. E agora? Alguns especialistas acreditam que o problema de privacidade de dados não irá ser resolvido nem irá pôr em causa o futuro da plataforma, porque se trata de um negócio com uma rede já estruturada. "Acho que será difícil que as pessoas abandonem a plataforma, em parte porque, lembre-se de que o modelo de negócios é: permanecer viciado na plataforma, fornecer o máximo de dados possiveis, deixar vender esses dados para os anunciantes, os quais pagam dinheiro" , admite Jesse Goldhammer, um professor universitário da Universidade da Califórnia. O Facebook tem 2 mil e 200 milhões de usuários , números que aumentam se adicionarmos os aplicativos WhatsApp, Instagram e Messenger, aplicações que estão em mais mil milhões de telemóveis.
Venezuela: Maduro diz à Europa para se preocupar com os seus problemas
Duras críticas de Nicolás Maduro que se sente
perseguido por parte da comunidade internacional. Uma entrevista agora
analisada pelos enviados especiais da TVI à Venezuela.
Maduro diz que não vai haver guerra civil na Venezuela
Uma declaração feita este domingo pelo Presidente
venezuelano, que já anunciou que vai convocar eleições, mas apenas para o
Parlamento, ao contrário do que exigiram vários países europeus, Portugal
incluído.
Venezuela: "Este crescimento de tensão, sem qualquer diálogo, um dia atinge a rutura"
Donald Trump voltou a admitir que o envio de tropas
para a Venezuela continua em cima da mesa. A revelação surge na altura em que
os EUA estão a mobilizar a entrada de ajuda humanitaria no país. Por outro
lado, Nicolas Maduro diz que não vai haver nenhuma guerra civil na Venezeula. O
comentário de Pedro Cordeiro, editor de Internacional do Expresso, sobre o
impasse que se vive na Venezuela.
Conselheiro da comunidade portuguesa confia em Guaidó
O conselheiro da comunidade portuguesa em Caracas
considera Juan Guiadó o homem certo para fazer a transição de regime. Na
Venezuela há 300 mil portugueses e lusodescendentes que temem um banho de
sangue no país. A reportagem é dos enviados da RTP à Venezuela, Hélder Silva e
David Araújo.
Venezuela: Nicolás Maduro rejeita "ultimatos"
Nicolás Maduro diz que não aceita ultimatos e alerta
os Estados Unidos para os riscos de uma intervenção militar na Venezuela. Numa
entrevista à televisão espanhola La Sexta, Maduro insiste que tem toda a
legitimidade para continuar no poder e a ação de Juan Guaidó é um golpe.Sobre a
possibilidade de uma "guerra civil" na Venezuela, disse apenas que
não é possível responder à pergunta.
MNE sobre a Venezuela. "Eleições são a única saída pacífica para o impasse"
O ministro dos Negócios Estrangeiros clarificou a
posição portuguesa e da União Europeia sobre a situação atual na Venezuela.
Augusto Santos Silva diz que não há uma divisão da União Europeia e que as
decisões de política externa no bloco comunitário são tomadas por
"unanimidade" O ministro refere ainda que não há qualquer novidade
quanto ao plano de contingência, com medidas para retirar portugueses da
Venezuela caso seja necessário. Augusto Santos Silva não detalhou as medidas
que estão preparadas pelo Governo para qualquer eventualidade, mas sublinhou,
na resposta aos jornalistas, que "o melhor plano de contingência (...) é
haver uma solução para a atual crise política".
União Europeia não reúne unanimidade em torno de Juan Guaidó
A Itália criou obstáculos ao reconhecimento da União Europeia de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.
Nota: o desejo e a realidade na Venezuela
Venezuela: todos temos o desejo que o ditador seja derrubado e que vá para o exílio provavelmente em Cuba ou na Rússia. Todos nós desejemos e achamos que isso pode estar para muito breve porque a ditadura de Maduro caiu de podre e só sobrevive manipulando e comprando a justiça corrupta e submissa e comprando a cúpula dos militares corruptos e narcotraficantes - os soldados e estruturas militares intermédias são vítimas da crise que afecta e penaliza o povo venezuelano. Quando isso acabar, quando o povo perder o medo e em vez de se manifestar passar à acção mais concreta, tudo se vai resolver e a pátria de Bolívar voltará a ser livre como o seu fundador (LFM)
Nota: as tontices marcelistas
Marcelo Rebelo de Sousa tomou recentemente uma decisão idiota e própria de um tonto. Porque MRS acha que, devido à sua popularidade populista, tem o direito de institucionalizar a sua tontice e de a "justificar" perante os cidadãos que eu não acredito que se deixem enrolar pela teia oportunista do discurso fácil, mas vazio de conteúdo, de MRS que como diz o povo "não dá um ponto sem nó". Falo da polémica em torno do 10 de Junho. Eu até sou capaz de perceber o fascínio que MRS pela pela comunicação social e pelos jornalistas a reboque dos quais,sobretudo na televisão como comentador onde apenas imperava a sua opinião, sem contraditório, andou anos a preparar a sua candidatura presidencial, como se isso fosse uma espécie de desígnio familiar construído durante décadas. Mas uma coisa é a lógica das coisas, outra é a crónica e doentia dependência do espaço mediático e das cumplicidades jornalísticas de todos conhecidas (LFM)
Nota: hipocrisia e estados de alma
As pessoas têm o direito e a liberdade de exteriorizarem estados de alma ou sentimentos mais concretos sobre uma realidade que nos rodeia e que todos conhecemos. O que eu lamento é que tenham demorado anos, diria décadas, a perceber que os Marmeleiros são uma vergonha, em termos de condições oferecidas aos doentes e aos profissionais que lá trabalham - esses há muito que sabem com o que lidam... - e que, apesar das obras em curso, esta realidade subitamente "descoberta" devia ser motivo mais do que suficiente para que movessem a sua influência em Lisboa no sentido da geringonça acabar com os oportunismo e as patifarias em torno do processo de financiamento do novo Hospital. Ainda por cima num ano, 2019, em que o Orçamento de Estado da geringonça volta a reservar generosamente cerca de mil milhões de euros - quase 3 vezes mais o que custará o novo Hospital do Funchal - só para tapar buracos na banca, provocados por uma bandidagem corrupta, sem escrúpulos, de colarinho branco, unhas pintadas e pele tratada, que continua impunemente a vangloriar-se das aldrabices que nos custaram já, nos dois casos mais recentes, mais de 6 mil milhões de euros. Trate lá disso do Hospital do Funchal para que tudo decorra com tranquilidade! (LFM)
domingo, fevereiro 03, 2019
Venezuela: Trump recusou pedido de reunião de Maduro
Está a terminar o prazo dado pela União Europeia para Nicolás Maduro convocar eleições presidenciais. Vários paises europeus incluindo Portugal preparam-se para reconhecer segunda-feira Juan Guiadó como presidente interino Contagem decrescente numa altura em que o presidente dos Estados Unidos volta a admitir uma intervenção militar na Venezuela.
Ferreira do Alentejo quer ser o concelho abrigo para luso venezuelanos
Só uma empresa oferece trabalho efetivo a 100 trabalhadores que podem trazer as famílias. Quarenta luso venezuelanos já estão a trabalhar
Venezuela: Portugueses em Caracas: "A crise não se resolve com uma crise maior"
A comunidade portuguesa em Caracas está apreensiva, mas em contacto permanente com o governo português. Os enviados da TVI estiveram hoje na missa de domingo celebrada no centro português de Caracas.
Segunda-feira pode ser o dia "D" para a Venezuela
Está previsto para segunda-feira o anúncio da União Europeia de que reconhece Juan Guaidó como Presidente interino da Venezuela. A comunidade portuguesa aguarda com expetativa a decisão. A comunidade portuguesa na Venezuela, que são cerca de 300 mil pessoas, está dividida. Por um lado, há os que defendem que Portugal já deveria ter tomado uma decisão. Do outro, estão os que seguem, com alguma expetativa mas considerando que o Governo português está a tomar a decisão correta. Há ainda os que temem as represálias. O enviado da RTP à Caracas, Hélder Silva, falou com alguns portugueses que recordaram as represálias que sofreram em 2002 e 2003, quando as relações entre os dois países não eram as melhores. O jornalista da RTP que já tinha estado na Venezuela há cinco anos, frisa que encontrou "um país mais pobre, onde falta praticamente tudo". "Num país que é um dos maiores produtores de petróleo no mundo, há longas filas nos postos de abastecimento" e em algumas não existe combustível. A equipa da RTP, que fez uma viagem de 10 horas no país, teve dificuldades em abastecer a viatura. Hélder Silva frisa ainda que "se agravou a questão da violência". "Morrem por dia, vítimas de homicídio, entre 15 a 20 pessoas".
Momentos de tensão depois dos protestos em Caracas
No final das manifestações de sábado, na Venezuela, grupos de jovens apoiantes de Juan Guaidó bloquearam algumas das principais vias do centro da capital.
Enfermeiros rejeitam instrumentalização do fundo que financia greve cirúrgica
Os enfermeiros em protesto rejeitam categoricamente qualquer instrumentalização do fundo que financia a chamada greve cirúrgica. Garantem que mesmo as doações anónimas são facilmente rastreáveis, assim como a avaliação das transferências ao nível das Finanças. Pela primeira vez, os gestores desse fundo mostram como gerem a plataforma de donativos e o modo como os grevistas são ressarcidos pelos dias de paralisação.
Venezuela: Governo acredita que reconhecimento de Guaidó não coloca portugueses em risco
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas considera que o facto de Portugal ser um dos seis países europeus a reconhecer Juan Guaidó como presidente interino não irá tornar a comunidade lusa como alvo de retaliações na Venezuela. Caso Nicolás Maduro não aceite convocar eleições até ao fim deste domingo, Portugal irá amanhã reconhecer a legitimidade de Guaidó. Em entrevista à RTP, José Luís Carneiro lembra que a posição de Portugal, expressa publicamente pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, é a de uma defesa "intransigente" de uma solução pacífica de retorno à legitimação democrática, como tem vindo a ser reiterado pela União Europeia.O Governo português não tem registo de quaisquer incidentes envolvendo portugueses nas manifestações deste sábado. Recorda que nos protestos de 23 de janeiro, quatro estabelecimentos de portugueses foram danificados e uma pessoa foi detida, estando neste momento a ser acompanhada pelos serviços consulares portugueses.
Madeira: Hortelões descontentes com encerramento de horta urbana no Funchal
O encerramento de uma horta urbana, no Funchal, está a provocar polémica.Os hortelões queixam-se que é demasiado curto o prazo de 28 de Fevereiro dado pela Câmara para abandonarem o espaço.
Venezuela: Maduro assume-se como único Presidente legítimo Duração: 00:50 4 horas atrás Termina hoje o prazo dado pela União Europeia para a antecipação das eleições Presidenciais. Nicolás Maduro não pretende abandonar o poder, admite convocar eleições apenas para a Assembleia Nacional, liderada pela oposição
Termina hoje o prazo dado pela União Europeia para a antecipação das eleições Presidenciais. Nicolás Maduro não pretende abandonar o poder, admite convocar eleições apenas para a Assembleia Nacional, liderada pela oposição.
Venezuela: general da Força Aérea reconheceu Guaidó como presidente interino
Francisco Yanez é o primeiro general no ativo a fazê-lo, mostrando-se contra o regime de Nicolas Maduro. O anúncio deste membro do alto comando da Força Aérea foi feito no Twitter.
Guaidó descarta risco de guerra civil na Venezuela
"Na Venezuela não há risco de uma guerra civil, como têm querido fazer ver, porque 90% da população quer a mudança."
Portugal vai reforçar a segurança da embaixada em Caracas
A PSP confirmou à RTP que partiram esta sábado elementos do Grupo de Operações Especiais. A equipa viajou num Falcon 50 da Força Aérea que partiu de Figo Maduro. Vão chegar domingo a Caracas. A ida destes elementos acontece quando existe um clima de maior tensão e agravamento da situação política e social na Venezuela.
Venezuela: "Voltou a esperança na figura de Juan Guaidó"
Nancy Gomez, especialista em relações internacionais, comentou a situação atual da Venezuela
Venezuela: "Há muita gente a passar fome no nosso país, só comem uma vez por dia"
Lucas Lopes, coordenador da Venexos, Associação Civil de Venezuelanos em Lisboa, comentou a situação atual da Venezuela
Mobilidade: e o tal estudo comparativo para informar as pessoas?
Continuo à espera - embora essa expectativa se tenha esmorecido - de um estudo comparativo, a propósito do subsídio de mobilidade e dos procedimentos de venda e custos das viagens entre as ilhas e o Continente (Espanha, Itália, França, no caso da Córsega e das DOM), Grécia, Reino Unido, no caso das ilhas do Canal e países nórdicos da Europa)
Esmorecido porque acho que o GRM não tem nenhum adjunto, assessor ou adjunto de assessor ou assessor de adjunto disponível para se encarregar da elaboração desse trabalho, cuja importância informativa ninguém dúvida, dado que esclareceria definitivamente as pessoas sobre práticas em vigor noutros países e ter a possibilidade acrescida de as comparar com o que se passa em Portugal com a Madeira e Açores. É mesmo, devem ter coisas mais importantes com que se preocupar na vida, até porque a veia política desses "especialistas" é de todos conhecida...
Falo de um estudo comparativo que nos diga quanto custam, em termos de encargos do Estado, esses modelos de apoio - se existem - para os passageiros naturais das ilhas europeias nas suas viagens para os respectivos países no Continente. Será que um dia teremos luz no fim do túnel? Desconfio que não. Acho que já é a terceira ou a quarta vez que peço isto para que se acabe, de uma vez por todas, com um imenso buraco de ignorância colectiva que existe neste debate em torno do subsídio de mobilidade e das viagens aéreas cobradas aos insulares europeus (LFM)
Nota: por favor, nada de tiros-nos-pés
Peço desculpa mas há que ter muito cuidado com o combate (e debate) político. Eu ainda não entendi bem os contornos do que se passou na disputa entre o GRM e o subsídio de mobilidade para os estudantes universitários madeirenses.
Acho que as pessoas não ficam nada esclarecidas quando abordam este tema muito importante, porque interessa a milhares de pessoas - e o GRM corre o risco de ver generalizada essa suspeição de manipulação do debate. Pior do que isso, temo que as pessoas encontrem argumentos que poderão fundamentar a suspeita de que a dialéctica política do discurso contra as patifarias do poder central em Lisboa (algo que não é novo, pois subsiste desde 1976 quando a autonomia regional deu os primeiros passos constitucionalmente falando) afinal assenta em contradições e pilares de barro.
Uma vez mais, e de novo num outro sector importante, acho que a comunicação política e institucional do executivo falha, porque estas coisas nada têm a ver com as idiotices de alguns iluminados que acham que as redes sociais são o centro do mundo, que são elas que tudo resolvem e informem, quando na realidade não passam do umbigo distorcido dessa gente. As redes sociais também se podem transformar na "cova" de muitos políticos incompetentes mas que se julgam iluminados quando se olham ao espelho todos os dias antes de saírem de casa.
Retomando o assunto, acho que a opinião pública ficou estupefacta e confundida com a "guerra" (falamos de procedimentos) entre o GRM e os CTT, uma empresa que foi vendida pela bandalheira dos tempos da troika (Passos e Portas) ao desbarato, que soma milhões de prejuízos mas paga milhões em dividendos aos administradores e que é liderada por um tal Francisco Lacerda, o dos melhores amigos do primeiro-ministro António Costa (esqueceram-se disso?) e que continua a ser uma personagem misteriosamente intrigante neste mundo gerido pelas espertezas saloias da geringonça que enche os bolsos das pessoas com esmolas (mas acaba por as tirar por via fiscal) e acha que as consegue manipular quando forem votar.
Uma guerra entre o GRM e uma empresa cujo serviço se degradou a olhos-vistos, que é criticada quase todos os dias pelo país todo, que encerra balcões, que soma prejuízos milionários atrás de prejuízos milionários, que paga milhões aos administradores, etc, só pode prejudicar o GRM.
Sucede que quando é publicada uma notícia na imprensa sobre um alegado boicote dos CTT aos procedimentos negociados pelo GRM em termos de aplicação do subsídio de mobilidade para os estudantes universidades, e quando há depois um debate parlamentar politicamente radicalizado em torno deste tema, e depois, de forma discreta, se clarificam disposições constantes da tal portaria relacionada com o referido subsídio de mobilidade, alguma coisa falhou. A par do facto de que os CTT não são uma empresa onde a Região tenha qualquer competência e poder de intervenção, no fundo repetindo o que se passa com a TAP, outra venda da bandalheira nos tempos da troika (Passos e Portas), com a agravante, neste caso, dessa venda ter sido formalizada depois de saberem que seriam escorraçados da governação!
Basicamente o que recomendo é cautela para que as "guerras", que continuam a fazer sentido para que a Autonomia possa ganhar alguma coisa do poder em Lisboa, sejam devidamente preparadas e não deixem pontas soltas que apenas alimentam a confusão e suscitam interrogações e desconfianças por parte das pessoas que estão fartas de impasses e querem apenas soluções concretas. É um conselho que me parece importante e lógico quando é sabido que a RAM não está em condições de usar tiros de pólvora-seca (LFM)
sábado, fevereiro 02, 2019
Venezuela: a minha opinião que nada tem a ver com o "politicamente correcto" nem com emotividades
É corrente afirmarmos, e com razão, que dificilmente encontraremos na Madeira uma família que não tenha familiares na Venezuela ou que lá tenham vivido.
Nessa ordem de ideias, até pela importância que a comunidade madeirense naquele país sempre teve para a Madeira, é compreensível que se afirme também, e sem exagero, que os acontecimentos na Venezuela e a situação política, económica e social ali hoje vigente, toquem muito de perto os madeirenses aqui residentes que, por isso mesmo, acompanham com expectativa, ansiedade e nervosismo o que se passa com aquele país dominado por uma ditadura corrupta.
Mas a realidade histórica do se passa na Venezuela, acaba por ter raízes no passado recente do país, anos sessenta e setenta, e à forma como as pessoas ignoraram os perigosos sinais de corrupção que se apoderaram da política e da sociedade venezuelana que acabaram por constituir a semente da revolta tentada em 1992 mas que foi bem sucedida em 1998, liderada por Chávez, do descrédito dos partidos tradicionais e da própria política tradicional venezuelana que desde 1958 viveu com base numa partilha de poder entre os três principais partidos - nomeadamente o COPEI e a AD - viabilizada pelo acordo de Punto Fijo, de Outubro de 1958. Quatro anos depois, em 1962, e devido a divergências na postura venezuelana em relação a Cuba, a União Republicana Democrática (URD) acabou por abandonar aquele pacto que permitiu à Venezuela trinta anos de estabilidade política, durante os quais a Acção Democrática e a COPEI foram os únicos partidos a governar o país.
sexta-feira, fevereiro 01, 2019
Carvão: Europa prepara transição em 2030 para fontes de energia menos poluentes
Cada vez que o preço do carvão cai, os produtores de eletricidade aumentam a sua utilização nas centrais, apesar das unidades mais antigas estarem condenadas por poluírem muito. A UE quer energia mais limpa a partir de 2030. Mas ainda há novas centrais em fase de construção. Em 2017 o consumo de carvão aumentou pela primeira vez desde 2013 (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)
Centrais eólicas marítimas em crescimento até 2030
As centrais offshore europeias vão estar na rota do crescimento na próxima década. Os 16 gigawatts (GW) existentes no final de 2017 podem evoluir para quase 100 GW até 2030, segundo a previsão mais otimista da Wind Europe. Portugal deverá desenvolver 175 megawatts (MW) até 2030, com o Reino Unido, a Alemanha e a Holanda a liderarem este crescimento. Já a EDP Renováveis está atualmente a desenvolver projetos num total de 3.567 MW para entrarem em operação até 2022, em Portugal, França, Reino Unido e Estados Unidos (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)
Mais de uma dezena de jornalistas estranjeiros presos e expulsos da Venezuela
Em direto, ao telefone, a enviada especial da TVI, Judite de Sousa, faz um ponto da situação da crise na Venezuela nas últimas horas.
Nuclear: armas capazes de destruir a humanidade sobreviveram ao final da guerra fria
Nem todas podem ser usadas a qualquer instante, mas nove países têm milhares de ogivas nucleares. Rússia e Estados Unidos concentram a maioria das principais armas de destruição em massa e teme-se que haja uma escalada devido à falha nas negociações entre Washington e Moscovo (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)
Venezuela: quase um milhar de presos políticos em 20 dias
Pelo menos 943 pessoas foram detidas na Venezuela, nos últimos 20 dias. Os números foram apurados pela organização não governamental Fórum Penal e que a TVI revela em exclusivo.
Venezuela: Maduro não dá sinais de ceder e convocar eleições
Termina no domingo o ultimato de alguns países europeus para o presidente da Venezuela convocar eleições livres, mas, até agora, Nicolás Maduro não deu sinais de ceder. Os líderes europeus insistem na normalização da democracia em Caracas. Um dos mais importantes aliados de maduro, a Rússia, alerta para o perigo de uma intervenção militar dos Estados Unidos. O primeiro-ministro português, António Costa, já garantiu que Portugal não equaciona essa opção.
Como os portugueses na Venezuela estão a viver a crise no país
Os portugueses na Venezuela estão apreensivos e alguns falam em medo. Muitos são comerciantes e enfrentam dificuldades. Os enviados da TVI, Judite de Sousa e Pedro Batista, estiveram esta sexta-feira numa padaria de emigrantes portugueses.
Venezuela: Parlamento aprova dois votos de pesar
EUA voltam a admitir hipótese de intervenção militar na Venezuela
O governo dos Estados Unidos volta a falar na hipótese de uma intervenção militar na Venezuela. O autoproclamado Presidente interino apresentou já um plano para resolver a crise.Hoje realizou-se uma manifestação a favor do ainda presidente Nicolás Maduro.
Embaixador da Venezuela em Lisboa: um percurso acidentado
O embaixador da Venezuela em Lisboa foi a um encontro de apoio a Nicolás Maduro onde acusou a oposição de derrubar ilegalmente um Presidente democraticamente eleito. Lucas Rincón Romero está em Portugal há 12 anos.Foi ministro de Hugo Chávez, mesmo depois de anunciar o afastamento do histórico Presidente, na tentativa de golpe de Estado de 2002.
Estado português ignora condenações judiciais de Ronaldo
Cristiano Ronaldo não vai perder nenhuma das condecorações que recebeu do Estado português por causa dos processos judiciais em que está envolvido. Segundo um parecer do Conselho das Ordens Honoríficas, o facto de o jogador ter sido condenado em Espanha por fraude fiscal não justifica a abertura de um processo.Cristiano Ronaldo foi condenado a 23 meses de prisão com pena suspensa e uma multa de 18,8 milhões de euros. O Governo Regional madeirense já tinha mantido as condecorações ao internacional português.
"A saúde não vale nada na Venezuela: não temos o que comer"
Alberto Viveiros, presidente da Associação de Jovens Luso-Venezuelanos, falou das dificuldades de viver em Caracas, em entrevista exclusiva aos enviados da TVI
Câmaras comunistas ajustam de forma direta 2 milhões de euros a empresas de militantes
Há um novo escândalo que envolve o Partido Comunista Português. A TVI teve acesso a documentos que comprovam os contratos, os valores e os ajustes diretos destas empresas de dirigentes comunistas.
Venezuela: "Há uma crescente tensão no ar"
Há quem veja este sábado como o dia "D" para a Venezuela, em contagem decrescente para as manifestações convocadas pela oposição e pelo autoproclamado Presidente Juan Guaidó, como testemunharam os enviados especiais da SIC Sofia Arêde e Fernando Silva.
Alertas para riscos de fraudes e erros na CGD ignorados
O Revisor Oficial de Contas da Caixa Geral de Depósitos alertou, em 2007, para o risco de fraudes e erros. O relatório da auditoria à Caixa já está na Comissão de Orçamento e Finanças.
MNE: A questão é saber se a transição na Venezuela pode ser feita de forma pacífica
O ministro português dos Negócios Estrangeiros considera que a "transição que é inevitável na Venezuela" pode ou não ser feita de forma pacífica, sem confrontação interna ou intervenção externa. Augusto Santos Silva reforça que a União Europeia "investe tudo em apoiar os venezuelanos numa transição pacífica" através de novas eleições. O ministro português realça ainda que o grupo de contacto internacional criado terá como interlocutor na Venezuela Juan Guaidó, porque é o presidente da Assembleia Nacional, a única entidade neste momento capaz de convocar eleições.
Quer calcular o valor da pensão? Veja aqui o novo simulador
A Caixa Geral de Aposentações vai ter um novo simulador para calcular o valor da pensão. Vai ser possível avaliar diferentes opções desde antecipar a idade da reforma e ver a penalização ou prolongar o tempo de trabalho e ter bónus. Esta é a apenas a primeira fase abrangendo cerca de 200 mil funcionários públicos.
Embaixador da Venezuela em Lisboa acusa oposição de tentativa de golpe
O embaixador da Venezuela em Lisboa mantém-se fiel a Nicolás Maduro. Lucas Rincón esteve num encontro em defesa do Presidente venezuelano e acusou a oposição de querer derrubar um Chefe de Estado democraticamente eleito.
Portugal vai reconhecer, na segunda-feira, Guaidó como presidente da Venezuela
O Governo português vai reconhecer Juan Guaidó como presidente da Venezuela na próxima segunda-feira se, até lá, não forem convocadas eleições no país. Em Bucareste, onde participa numa reunião de chefes da diplomacia da União Europeia, Augusto Santos Silva revelou que houve mais um estabelecimento comercial português saqueado pela população.A reportagem é dos enviados da RTP à Roménia, Pedro Escoto e Duarte Valente.
TVI acompanha situação dos portugueses na Venezuela
Judite Sousa, enviada especial à Venezuela, ouviu portugueses que enfrentam uma crise política sem precedentes neste país sul-americano
Venezuela vive dias de tensão
Juan Guaidó, o autoproclamado presidente interino, acusa Maduro de não defender os interesses do país. Em resposta às constantes manifestações da oposição, milhares de trabalhadores da petróleos da Venezuela sairam à rua em apoio a Nicolás Maduro.
quinta-feira, janeiro 31, 2019
Venezuela: ministro da Defesa admite enviar tropas para apoiar portugueses
João Gomes Cravinho admitiu esta hipótese, em Bucareste, na Roménia, à margem da reunião informal dos ministros da Defesa da União Europeia
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