terça-feira, julho 24, 2018

Madeira averigua atuação da TAP em comissão de inquérito

Nos primeiros meses do ano a TAP cancelou 197 voos de e para a Madeira. Em 76 desses cancelamentos a companhia alegou razões operacionais. O Parlamento regional não ficou convencido.

Escola na Madeira encerrada pelo governo regional apesar de ser um caso de sucesso

A Escola Curral das Freiras, na Madeira, foi encerrada pelo governo regional apesar de ser um caso de sucesso. Foi considerada a melhor escola pública em 2015, mas o governo regional da Madeira acabou com a autonomia da escola. O edifício passa a funcionar como anexo de outro estabelecimento de ensino e o diretor enfrenta um processo disciplinar por várias irregularidades.

Canarias llevará a Fomento a la Justicia si el 75% no se aplica al coste real del billete

El Gobierno de Canarias ya ha dicho basta. Si el Ministerio de Fomento no rectifica y deja claro que el descuento del 75% en el precio de los billetes de avión y barco para desplazarse a la Península ha de aplicarse al coste real, es decir, a lo que efectivamente le cuesta al residente en el Archipiélago, el Ejecutivo regional llevará al departamento de José Luis Ábalos a la Justicia. Así lo anunció ayer el presidente del Gabinete autonómico, Fernando Clavijo, a la finalización del Consejo de Gobierno celebrado en Santa Cruz de Tenerife. El ultimátum del jefe del Ejecutivo de las Islas se produce tras comprobar cómo el Ministerio sigue sin respetar lo estipulado en la ley de Presupuestos Generales del Estado (PGE) para el actual ejercicio, la misma que elaboró el gabinete del Partido Popular y la misma que los socialistas se comprometieron a acatar -al menos en lo tocante a la llamada agenda canaria- tras el desembarco de Pedro Sánchez en Moncloa.

Sondagem Aximage: Costa ganha terreno mas precisa de acordos para formar governo em 2019

O partido de António Costa continua a liderar as preferências dos portugueses, com 39% das intenções de voto para as eleições legislativas de 2019, uma subida de dois pontos percentuais face a Junho passado, segundo o barómetro político da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã. Apesar desta ligeira recuperação, os socialistas ainda estão longe dos 44% alcançados em Julho de 2017. A confirmarem-se estas previsões, o PS vai precisar de repetir uma "Geringonça" com BE, PCP e PEV ou eventualmente um Bloco Central com PSD para conseguir formar governo no próximo ano.  Naturalmente, sobram-lhe ainda as alternativas de formar um Governo minoritário que negociaria acordos pontuais à esquerda ou à direita, ou a de procurar uma solução em que o único apoio garantido poderia ser o do Bloco de Esquerda. Pelas juras de amor do primeiro-ministro às bancadas mais à esquerda, durante o debate sobre o Estado da Nação, o mais provável é a renovação da actual solução governativa.

Venezuela: FMI prevê queda de 18% do PIB e inflação de 1.000.000% até final do ano

O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualizou as projeções económicas para a América Latina até finais de 2018, prevendo que a Venezuela vai enfrentar uma queda de 18% do PIB e uma inflação de 1.000.000%. “A Venezuela continua mergulhada numa profunda crise económica e social. Segundo as projeções, o PIB real vai reduzir-se em aproximadamente 18% em 2018 – o terceiro ano consecutivo de quedas de dois dígitos – devido à redução significativa na produção de petróleo e distorções generalizadas a nível micro, às quais se somam grandes desequilíbrios económicos”, segundo o FMI. “Prevemos que a inflação dispare 1.000.000% até o final de 2018, o que indica que a situação na Venezuela é semelhante à da Alemanha em 1923 e à do Zimbabué” no final da primeira década deste século, pode ler-se no documento “Perspetivas para as Américas: uma recuperação mais difícil”. O FMI sublinha ainda “que o Governo (venezuelano) continuará a registar grandes défices fiscais, financiados exclusivamente com a expansão da base monetária, alimentando a aceleração da inflação, à medida que a demanda de dinheiro continue caindo”.

A astronauta “youtuber” que nos mostrou a vida no espaço

Durante os mais de seis meses da sua missão, Cristoforetti fez da vida quotidiana na Estação Espacial Internacional um exercício de divulgação científica que, certamente, inspirou umas quantas vocações que verão a luz no futuro. Numa entrevista ao The Verge, a italiana Samantha Cristoforetti afirmou que, na verdade, ela não escolheu o espaço, mas foi o espaço que a escolheu a ela. Assim, tentava explicar uma paixão que nasceu na sua infância, que é quando nascem as vocações imperecíveis, aquelas que marcam o rumo de toda uma vida. Decisões onde a componente racional não se aplica, mas cuja influência é capital. Não há dúvida de que é preciso uma grande vocação e muito esforço para se tornar a primeira mulher italiana a viajar para o espaço (a terceira europeia) e uma das que mais tempo passou fora do nosso planeta (um total de 199 dias entre 2014 e 2015). Tal experiência valia a pena ser contada ("para mim, era muito importante partilhar a experiência tanto quanto possível", explica Cristoforetti) e foi assim que a astronauta da ESA também se tornou uma estrela da internet com quase um milhão de seguidores graças aos seus vídeos, fotos e comentários a partir do espaço. Durante os mais de seis meses da sua missão, Cristoforetti fez da vida quotidiana na Estação Espacial Internacional um exercício de divulgação científica que, certamente, inspirou umas quantas vocações que verão a luz no futuro. Aprendemos, por exemplo, como os astronautas tomam banho, o modo peculiar como têm de usar a sanita ou como se pode cozinhar arroz em ambiente de microgravidade. A engenheira italiana também se tornou a primeira pessoa a fazer e a saborear um café expresso no espaço graças a uma cafeteira desenhada especialmente para a ocasião (Expresso)

Venezuela: Mais de uma centena de encapuzados saqueou supermercado

Mais de uma centena de pessoas encapuzadas rebentaram as portas de vidro do supermercado “Aquí”, no município Bolívar do Estado venezuelano de Anzoátegui, de onde roubaram bebidas alcoólicas e artigos de higiene pessoal. Segundo a imprensa local, o roubo ocorreu pelas 02:00 locais de hoje (06:30 em Lisboa), quando residentes nas proximidades do Centro Comercial Rivera Real acordou com os gritos da multidão que tinha conseguido passar pelas grades de segurança e atacavam o supermercado. O ataque, que demorou duas horas, foi gravado pelas câmaras de segurança e além de adultos participaram também crianças. Testemunhas da ocorrência dizem que alguns dos encapuzados colocaram alguns dos produtos em viaturas da polícia, quando esta chegou ao supermercado (Lusa)

Ronaldo em Turim: o novo desafio chama-se Juventus


Venezuela: Protestos contra baixos salários continuam no setor da saúde

Os empregados do sistema público de saúde venezuelano estão a protestar, há 29 dias, em várias regiões do país, para exigir melhorias salariais que lhes permitam enfrentar uma inflação diária de 2,8%. Os trabalhadores da saúde exigem salários iguais aos dos militares venezuelanos e protestam ainda contra a escassez de medicamentos, a falta de recursos hospitalares e degradação das instalações e serviços hospitalares. Hoje, segundo a imprensa local, ocorreram pelo menos uma dezena de protestos, apesar de, no sábado, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ter anunciado a aprovação de 280 milhões de euros para a aquisição de medicamentos, principalmente para o tratamento de doenças crónicas, incuráveis e transplantes.
Os recursos aprovados destinam-se, ainda, a melhorar os serviços dos 300 hospitais públicos do país e a ativação de um plano de emergência que prevê a inclusão de 50 mil médicos ao sistema público de saúde. “Não acreditamos no Governo, no Presidente Maduro”, disse aos jornalistas o secretário executivo da Federação de Trabalhadores da Saúde (Fetrasalud), Pablo Zambrano, queixando-se de que, apesar de estarem há quase um mês em protestos, “não houve nenhuma resposta” de parte do regime, “nem um diálogo que permita encontrar soluções”.
Alguns profissionais alertam que estão a ser pressionadas para terminar com os protestos, pela direção de centros hospitalares, e ameaçados de ser demitidos.
Por outro lado, nalgumas regiões do país registam-se também protestos de doentes, que exigem acesso a alguns tratamentos, entre elas em Maracay, no Estado venezuelano de Arágua (100 quilómetros a oeste de Caracas). Nessa localidade, dezenas de pessoas concentraram-se hoje com cartazes a pedir medicamentos e tratamento para a insuficiência renal (Lusa)

segunda-feira, julho 23, 2018

Venezuela: Médicos lusodescendentes criam rede para portugueses em cinco regiões


A Associação de Médicos Luso-venezuelanos, Assomeluve, vai pôr em marcha, uma rede médica portuguesa centrada em atender as necessidades prioritárias de saúde dos portugueses. O projecto, que conta com o apoio do Governo português, da Embaixada de Portugal na Venezuela e dos consulados locais, pretende ainda encontrar soluções para a crise, num país onde faltam frequentemente medicamentos e bens alimentares de primeira necessidade. "A nossa missão é estabelecer as necessidades prioritárias dos portugueses na Venezuela, e prestar atenção médica geral e especializada", explicou à Lusa a porta-voz da Assomeluve. Clara Maria Dias de Oliveira, gastrenterologista, precisou que o projecto, que arranca esta segunda-feira, foi o resultado de um "estudo muito minucioso" e vai começar em cinco regiões da Venezuela, no Distrito Capital (Caracas, Miranda e Vargas) e nos estados de Lara, Bolívar, Carabobo e Anzoátegui. "Temos conhecimento de que há muitos casos de portugueses em necessidade extrema e que o projecto vai ter um impacto muito importante na saúde deles", explicou. Além dos consulados, a própria comunidade lusa vai ajudar para facilitar o acesso dos compatriotas à rede médica lusovenezuelana, acrescentou. Por outro lado, o embaixador de Portugal em Caracas, Carlos de Sousa Amaro, explicou à Lusa que está dado "o primeiro passo" para começar a atender, em breve, "a comunidade portuguesa mais carenciada em termos de apoio na área da saúde". Segundo o diplomata essa atenção "é muito importante porque há pessoas que pura e simplesmente não se podem dirigir aos hospitais; que precisam de ser ajudadas, que padecem de várias doenças e que precisam de acompanhamento". "Nesta fase inicial vamos ter cinco centros a que a embaixada está prestando todo o apoio possível a este projecto, mas devo dizer que o grande mérito é de facto da Associação de Médicos Lusovenezuelanos", disse. Segundo Carlos de Sousa Amaro este "é um projecto único junto das comunidades portuguesas". "Mais uma vez a comunidade portuguesa na Venezuela continua a destacar-se pela solidariedade, apesar das grandes dificuldades que atravessam actualmente", concluiu (Lusa)

Futebol: as razões e as ameaças do meu União


O União tem razão nos seus protestos. Já todos perceberam isso. E portanto, se tem razão, tem que ir até ao fim do mundo defender os seus direitos e a sua razão, doa a quem doer. O problema é que o futebol e a política nos passam rasteiras. Neste caso é sabido que nem o facto de este processo envolver Académico de Viseu e Sporting B (que entretanto decidiu acabar com a sua equipa B pelo que ficou de fora de tudo) poderá ajudar essa treta da chamada verdade desportiva quando valores mais altos e mais estranhos se levantam.
Dizia-me ontem pessoa amiga - clubisticamente nada neutral mas séria e amiga - que o União tinha dois problemas contra si, suficientemente fortes para condicionarem ou manipularem qualquer decisão final sobre este processo apesar das decisões contraditórias já conhecidas.
Segundo ele o primeiro grande obstáculo teve a ver com a subida do Nacional - e ainda bem - à I Liga que deu à Madeira uma representação reforçada, já que antes tinha apenas o Marítimo, mas que poderá ter enterrado o União.
Isso, segundo esse meu amigo e conhecedor destes meandros, poderia retirar espaço de manobra ao União na sua "guerra" pela verdade desportiva a partir do momento em que o Santa Clara dos Açores cometeu diversas ilegalidades, já comprovadas, mas que estão a ser rapidamente raladas na Liga e noutros organismos, segundo parece.
O segundo aspecto, de acordo com esse meu amigo, não menos importante tem a ver com a política versus futebol. Diz ele que depois da Madeira ter duas equipas na I Liga dificilmente haverá quem - com o PS no poder em Lisboa e Carlos César a “mandar” em São Bento - se meta com os Açores. Lembram-se daquela célebre frase de Sócrates proferida há uns anos - "quem se mete com o PS leva" – mas que parece ter todo o cabimento neste caso? Ou seja, o problema reside em saber se haverá, mesmo que a verdade desportiva saia manchada, a ousadia, diria antes a coragem e a dignidade, de beneficiarem a legalidade e a verdade desportiva em detrimento da ilegalidade, da falsidade e da manipulação e compadrio no futebol, o que não é de novidade, diga-se em abono da verdade. Privar os Açores de uma equipa na I Liga, depois de anos de ausência, será plausível?
De facto, reconheço que a conjugação destes dois factos atrás descritos, a que se junta outro não menos importante, o de sabermos se Viseu tem a força suficiente, desportiva e política, para lutar pelos seus direitos - já que seria o Académico a subir de divisão em detrimento dos açorianos - serão determinantes para o desfecho de um caso que poderá transformar-se num escândalo, mais um, de ilegalidades...legalizadas porque o lobbismo desportivo-político e outros interesses mais altos, entretanto falaram mais alto que a teimosia e a razão de uma equipa insular despromovida ao Campeonato de Portugal - antiga III Divisão - e uma cidade (Viseu) que é a capital de uma região do interior e que durante décadas foi chamada de "cavaquistão" por razões facilmente perceptíveis...
Sublinhe-se que em consequência deste processo o União já foi prejudicado pois perdeu o patrocínio do museu CR7 -nas suas camisolas com tudo o que isso implicava - algo que provavelmente o Nacional se prepara para tentar chamar a si, e bem (LFM)

As contradições da democracia portuguesa, os partidos diabolizados e a banca “lavadinha”


A democracia portuguesa tem destas coisas. Sabe-se que o nível de agastamento popular relativamente a qualquer fato em concreto, depende da amplitude noticiosa que os média propiciam ao tema e da sistemática repetição informativa que o mesmo é objecto. Dou-vos um exemplo que em situações normais qualquer um consideraria ser revelador da hipocrisia mas idiota que por aí anda, muitas vezes trasvestida ou de “justiceiros” do regime ou “moralizadores” da política.
Há dias ficamos a saber que:

- os partidos políticos, que considero peças essenciais de qualquer democracia, apesar dos seus defeitos e virtudes, devem cerca de 50 milhões de euros, particularmente à banca;
- que só em 2017 o Estado gastou mais de 800 milhões de euros com bancos falidos;
- que o Estado paga mais a ex-directores do falido BPN (que nos custou já mais de 10 mil milhões de euros), contratados por uma espécie de empresa pública, do que ao Presidente da República (dois antigos responsáveis do núcleo duro de José Oliveira Costa, do BPN, recebem todos os meses um salário mensal em torno dos 12.600 euros, mais 5.900 euros do que aufere o Presidente da República, conclusão retirada da auditoria da Inspecção-Geral das Finanças (IGF) à Parvalorem, empresa pública que ainda gere cerca de 3.000 milhões de euros de activos tóxicos do antigo Banco Português de Negócios (BPN).

O que aconteceu? Imediatamente as redes sociais albergaram, como é habitual, os moralistas da treta do costume, que acham que os partidos não devem ser financiados pelo Estado. Por um lado exigem isso, mas por outro criticam os partidos por dependerem de apoios privados ou alegadamente serem perigosamente financiados por grupos económicos (claro que sobre isto “ladram” os paridos que não valem rigorosamente nada, que não são nem nunca serão partidos de poder que não têm qualquer peso social e político digno de algum destaque e que, se outros não dizem por vergonha, eu digo-o claramente, não fazem falta nenhuma ao sistema partidário nacional).
 Sempre disse, escrevi e reafirmo: prefiro que o Estado financie os partidos em valores razoáveis, como acontece (e sempre aconteceu) do que ter partidos marionetes de grupos económicos ou dirigentes de partidos que, por causa disso, não passam de sopeiros de interesses e grupos económicos, sopeirismo esse que ninguém detecta (veja-se o que se passa com o ex-ministro Manuel Pinho e o antigo grupo BES, caso que eu desconfio que ainda vai dar muito que falar, depois de investigado pela justiça, e vai mostrar muita podridão em muitos patamares da política portuguesa, incluindo alguns que reclamam uma “castidade” que dá vontade de rir).
Ainda recentemente ficamos a saber que o Estado já meteu nos bancos, sem retorno, mais de 9 mil milhões de euros pagos não pelos vizinhos do lado mas por todos nós. É sabido que cerca de 15 a 18 mil dos 90 milhões de euros que nos foram emprestados pela troika na crise de 2011 (e que com juros e comissões nos custarão mais de 115 mil milhões de euros) foram consignados exclusivamente bancos, porque o sistema financeiro nessa altura estava a cair de podre e as falências dos bancos era uma ameaça real que foi sustida pelo menos na dimensão que inicialmente todos temiam. Estamos a falar de milhares de milhões de euros pagos pelos portugueses…
O que é curioso é que, quanto a isso as mesmas redes sociais remetem-se ao silêncio criminoso e patético, ninguém vê nenhuma irritação popular e os próprios média viram a cara para o lado dedicando pouca atenção e pouco espaço ao tema, até porque os interesses publicitários - e não só - envolvendo a banca são enormes, a que se juntam passivos que ficam adormecidos com o beneplácito das instituições de crédito que obviamente reagiriam de outra forma se este tema fosse colocado todos os dias na agenda mediática.
É mais fácil, de facto muito mais fácil falar dos partidos, atacar os partidos, criticar a dúvida dos partidos, do que falar num sector - a banca – que é um covil sem fundo de gastos, de patifarias de corrupção, de compadrios com a política, de esquemas mafiosos que nem a justiça consegue desvendar com a celeridade que todos desejavam.
Por isso, quando sou confrontado com as críticas aos partidos, acho que apenas uma das duas hipóteses se colocam: ou são pessoas que sabem que quanto mais fracos e dependentes os partidos – que devem obedecer a regras financeiras claras e não se transformar numa bandalheira sem rei nem roque, apesar do aumento da fiscalização nos últimos anos - melhor porque a democracia e as instituições democráticas ficam mais fragilizadas e desacreditadas, ou são apenas grupos de bisca transformados em partidozecos insignificantes, sem sede, sem dirigentes, sem militantes, sem organização, sem nada, que vivem em função eleitoralmente do espaço que ganham nos meios de comunicação social. Alguns de tão moralistas foram que até se esqueceram de formalizar obrigações legais que levaram à sua extinção pouco dignificante. Mas andaram anos a criticar outros, quais moralistas da treta. O costume. Outros desapareceram do mapa levados pelo vento do tempo e porque não fizeram falta a ninguém. É este o debate que realmente interessa e importa? O problema são os cerca de 50 milhões de euros que os principais partidos políticos devem, não esta patifaria associada à banca. Não me lixem por favor e mudem a trampa do disco que está gasto! (LFM)

sábado, julho 21, 2018

Uma cena que nunca mais se esquece: Ó Evaristo tens cá disto?


CMTV: entrevista com a polémica ELSA JUDAS (18 Julho 2018)


CMTV: Entrevista a JORGE JESUS (17 Julho 2018)


SIC-Notícias: entrevista a Bruno de Carvalho (18 Julho 2018)

SIC-Notícias: Quadratura do Círculo (19 Julho 2018)


Como o país não melhorou em dois aspetos fundamentais para os trabalhadores: salários e vínculos estáveis

Desde o auge da crise, no primeiro trimestre de 2013, Portugal reduziu o desemprego em mais de 8%. Mas que tipo de empregos criou? Com que vínculos contratuais e com que salários trabalham os portugueses? O mundo da precariedade explicado em dois minutos e 59 segundos (Expresso)

Quem controla o que é visto no Facebook?



Uma investigação a um dos maiores centros de controlo de conteúdo no Facebook revelou o método obscuro pelo qual as publicações são eliminadas da plataforma. Violência infantil não é apagada.

Religião: Estátua de Virgem Maria está a atrair milhares de pessoas


Desde domingo de Pentecostes, 20 de maio em 2018, a Igreja em Las Cruces, no Novo México (EUA), tem atraído milhares de visitantes e especialistas devido à estátua de Virgem Maria, com mais de dois metros de altura, que está a “chorar”, segundo o The Washington Post. A estátua, que é oca, conhecida como Nossa Senhora de Guadalupe, na localidade, está a verter “lágrimas” compostas por azeite e perfume, segundo um investigador, um líquido usado quando as pessoas se benzem. O resultado foi concluído depois dos investigadores terem recolhido amostras do líquido. Este fenómeno tem vindo a atrair muitas pessoas desde 20 de maio e, segundo um dos responsáveis da igreja, é inesperado. “Não acreditamos que o óleo do crisma fosse levado da igreja e usado para adulterar a estátua. Não temos uma explicação para isto”, disse Jim Winder. “Honestamente, é o mais importante. O fenómeno tem levado as pessoas a ficarem mais próximas de Deus”, confessa o mesmo responsável. “Se isto não tem mão humana, só restam duas razões possíveis – o Diabo e Deus. Tudo o que podemos dizer neste momento é o que não é”, concluiu Winder. O bispo local Oscar Cantu, explicou à Fox News: ”não há nada no interior que não devesse estar lá, a não ser teias de aranha” (Sol)

Interesse de estrangeiros na Madeira continua a aumentar


Depois de ter sido considerado, pela quinta vez, o melhor destino insular da Europa, a Madeira continua na mira dos turistas e está empenhada em diversificar oferta. Os resultados são claros: o interesse pela Madeira tem estado a crescer nos principais mercados turísticos do arquipélago. Segundo um estudo conjunto entre a Associação de Promoção da Madeira (AP-Madeira) e a Bloom Consulting Portugal, no Reino Unido o interesse por este destino cresceu 17%. Alemanha (30%), França (19%), Suécia (18%) e Dinamarca (11%) também revelam um aumento de interesse pela Madeira, o que reflete a evolução positiva da notoriedade deste arquipélago, segundo Filipe Roquette, diretor-geral da consultora. Os resultados deste inquérito foram apresentados esta quarta-feira, 4 de julho, durante um evento privado no Funchal.

Robots e uma impressora gigante para construir edifícios

O arquiteto Matthias Kohler acredita que este é o primeiro passo na direção de uma nova forma de entender a arquitetura: "Estamos a estudar como a construção evolui usando técnicas digitais e como isso se transfere para o desenho da arquitetura." Um dos símbolos mais conhecidos de Zurique é a Grossmunster ou a Grande Catedral. Um edifício emblemático que se ergue, segundo dizem, no lugar em que o imperador Carlos Magno descobriu os túmulos de Santa Régula, São Félix e Santo Exuperâncio, os três mártires patronos da cidade suíça. Edifício de grande relevância na história religiosa da cidade, a Grossmunster começou a ser construída em 1100 e foi concluída em 1210. A pouco mais de dez quilómetros desta joia do românico, está a ser construída a casa DFAB, uma casa que com o tempo também se poderá tornar uma referência. Talvez no futuro as suas linhas estéticas não apareçam nos guias turísticos da cidade, mas não há dúvida que a sua relevância tecnológica merece ser levada em conta. Esta proposta da Universidade de Zurique é a primeira casa da história a ser projetada, planeada e construída usando principalmente meios digitais que incluem a maior impressora 3D do mundo e vários braços robótico.

Mais do mesmo sem solução à vista


Qual a novidade



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domingo, julho 08, 2018

Bruxelas quer saber se ajudas à Madeira resultaram na criação de emprego

A Comissão Europeia vai investigar as isenções fiscais concedidas pelas autoridades portuguesas a empresas na zona franca da Madeira, e quer saber se as ajudas resultaram na criação de emprego.

Itália: "Quando chega Ronaldo?"

É esta a pergunta que toda a gente faz em Turim. A transferência de Cristiano Ronaldo para a Juventus continua por confirmar. Os dias passam e os adeptos da Juventus começam a ficar impacientes.

Real Madrid exige que Ronaldo diga publicamente que quer sair

Continua a novela à volta da ida de Cristiano Ronaldo para a Juventus. Os jornais espanhóis dizem este sábado que o Real Madrid só aceita a saída por um valor próximo de 100 milhões de euros se o jogador disser publicamente que quer sair. Os adeptos merengues esperam ansiosamente pelo próximo capítulo.

Comissão dá início a uma investigação aprofundada às isenções fiscais a empresas na Zona Franca da Madeira


A Comissão deu início a uma investigação aprofundada para verificar se Portugal aplicou à Zona Franca da Madeira o regime de auxílios com finalidade regional em conformidade com as decisões da Comissão de 2007 e de 2013 que o aprovam. A Comissão receia que as isenções fiscais que Portugal concede às empresas estabelecidas na Zona Franca da Madeira não estejam em conformidade com as decisões da Comissão e as regras aplicáveis aos auxílios estatais. A Comissária Margrethe Vestager, responsável pela política da concorrência, declarou: «As nossas regras em matéria de auxílios regionais são particularmente flexíveis quando se trata de apoiar as regiões ultraperiféricas da UE, incluindo a Madeira. No âmbito destas regras, os auxílios fiscais só podem ser concedidos se contribuírem efetivamente para gerar atividade económica e emprego na região assistida. Iremos agora analisar se Portugal tem aplicado corretamente o regime de auxílios fiscais da Zona Franca da Madeira, que foi aprovado pela Comissão».

Vergonhoso num país de merda: Parvalorem paga meio milhão de euros em prémios de antiguidade a antigos elementos da equipa de Oliveira e Costa

A Parvalorem, empresa que gere os ativos tóxicos do antigo BPN, deu prémios de antiguidade no valor de meio milhão de euros a cargos de topo, no ano passado.Alguns desses responsáveis faziam parte da antiga equipa de Oliveira e Costa no Banco Português de Negócios. O problema é que os salários mais baixos não foram atualizados.

Mundial-2018: curiosidades

fonte: Jornal Económico

TAP revela o seu novo avião A330-900neo

É um primeiro de uma encomenda de 14 novos aviões, deste modelo, com que a TAP se vai equipar para crescer. É mais eficiente e, segundo a companhia, mais inovador no design e mais confortável para os passageiros. Veja aqui as primeiras imagens do novo avião

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Pulido Valente arrasa Marcelo e Rio e diz que "Geringonça" vai provocar uma cisão no PS


Vasco Pulido Valente volta a destilar acidez sobre os políticos portugueses. Numa entrevista à SIC na semana em que lança um novo livro, o antigo colunista do semanário Independente diz que a atuação de Marcelo Rebelo de Sousa parece parte dum filme ou de um programa de comédia, Rui Rio é uma nulidade política a avançar triunfantemente num beco sem saída e com António Costa está a conduzir o PS a uma cisão. Pulido Valente fala ainda da seleção nacional, do Mundial e de Bruno de Carvalho.

Portugal é o principal destino dos jogadores brasileiros de futebol


O principal canal migratório dos atletas brasileiros tem Portugal como destino. É, por isso, natural que entre os cinco futebolistas brasileiros mais valiosos da atualidade surja um que tenha jogado em Portugal. Trata-se de Casemiro, que jogou no FC Porto em 2014/15. Em maio, o CIES - Observatório do Futebol identificou 12.425 futebolistas expatriados. O Brasil é a principal força laboral a nível mundial, por ser a proveniência mais representada entre expatriados. Quanto a portugueses, Inglaterra é o principal destino (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico com a devida vénia)

Álcool: quanto pagam os europeus em impostos ao consumo


Segundo um estudo recente a que o JE teve acesso, Portugal é dos 14 países da União Europeia sem impostos ou taxas sobre o consumo de vinho (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico com a devida vénia)

Mundial2018: quem equipa quem no campeonato das marcas desportivas


O Mundial representa um desafio para as principais marcas desportivas no que a equipamentos e acessórios diz respeito. Adidas e Nike dividem o título do comércio mundial desportivo. Cada uma veste três campeãs do mundo (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico com a devida vénia)

Mundial 2018: os milhões que as seleções vão ganhar por cada fase do torneio


A FIFA tem mais de 340 milhões de euros para atribuir a cada seleção participante no Campeonato do Mundo de 2018, dependendo da respetiva classificação. Caso Portugal conquiste o Mundial, a Federação Portuguesa de Futebol amealha, só em prémios de classificação, um total de pelo menos 63,5 milhões de euros (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico com a devida vénia)

Comprar ou arrendar? A geografia de uma decisão difícil


Em tempo de boom imobiliário, os encargos com a habitação tornaram-se numa das principais preocupações financeiras para as famílias, especialmente nas grandes cidades, criando um dilema difícil de resolver - comprar ou arrendar (infografia de Mário Malhão e Shrikesh Laxmidas, Jornal Económico com a devida vénia)

Venezuela: Trump chegou a questionar conselheiros sobre eventual invasão militar


Durante uma breve troca de palavras, que durou cerca de cinco minutos, responsáveis presentes numa reunião tentaram explicar a Donald Trump as consequências graves de uma eventual ação militar norte-americana na Venezuela. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou, em agosto passado, os seus principais conselheiros se a solução para lidar com a instabilidade política na Venezuela poderia passar por uma eventual invasão militar, revelou a agência Associated Press. Segundo a agência noticiosa norte-americana, Trump fez a pergunta no fim de uma reunião na Sala Oval (gabinete presidencial na Casa Branca) que tinha sido marcada para discutir as sanções contra a Venezuela, país liderado por Nicolás Maduro desde 2013 e que atravessa uma grave crise económica, social e humanitária.

Reclamações disparam no transporte aéreo


O número de reclamações dos passageiros do transporte aéreo aumentou 35% em 2017, ultrapassando as 10.900. Os principais motivos apresentados ao regulador da aviação civil prendem-se com atrasos e cancelamentos de voos, que geraram mais de 4.600 queixas.

Europa Ciudadana: Las cenizas aún queman en Portugal


Madeira pone freno a la lluvia


El País viaja a Madeira para comprobar cómo y en qué se invierte el dinero de los fondos comunitarios entregados después de las catástrofes naturales (Publicado a 22/06/2018)

Venezuelanos protestam contra baixos salários e falta de produtos básicos e medicamentos

Os venezuelanos protestaram em várias regiões do país, contra os baixos salários, a cada vez mais frequente falta de água, de luz, a escassez de alimentos e medicamentos e contra o aumento do preço dos transportes. A estes protestos juntaram-se os enfermeiros, que fizeram greve em 26 centros hospitalares venezuelanos, segundo relatou a presidente do Colégio de Enfermeiros do Distrito Capital, Ana Rosário.

quinta-feira, junho 28, 2018

O êxodo venezuelano...


O êxodo dos venezuelanos na Colômbia


A lição de História que Marcelo deu a Trump (que envolve vinho da Madeira)

Presidentes português e norte-americano deram conferência de imprensa conjunta que acabou com trocas de impressões sobre o inevitável Ronaldo e com Marcelo a explicar o que distingue Portugal dos Estados Unidos

Opinião: como não gosto de pontas soltas nem de moralismos

Vamos lá a ver se nos entendemos porque não gosto nem de deixar pontas soltas, nem recebo lições seja de quem for. Muito menos na política e na coerência que a política exige.

1. Sou um parlamentarista a 1.000%, defendo o parlamento como epicentro da democracia.

2. A ALRAM é o epicentro da política madeirense e mesmo quando foi secundarizado, por razões que não vou agora transportar para aqui - e as culpas disso não são imputáveis a apenas um dos lados da bipolarização muito regional que incomodou muita gente (a mim nada) menos a um dos seus protagonistas, já que culpados houve e muitos e em todos os quadrantes - nunca deixei de pensar como continuo a pensar, lamentando tudo o que se passou em seu desabono.

3. Já agora, fui um crítico confesso e assumido da palhaçada populista promovida por alguns iluminados da política doméstica a propósito do financiamento dos partidos. Alguns iluminados chegaram a preconizar até remédios ainda piores. Eu até percebo as intenções subjacentes a tudo isso, mas não vou dizer agora, porque teria de explicar ligações, dependências face a grupos empresariais, etc. Portanto, considero patético o que foi feito aos partidos na Madeira sem que lhes fosse dado tempo para que encontrassem soluções que não colocassem em perigo o cumprimento das suas obrigações e acções constitucionais. Hoje temos partidos longe das pessoas, cada vez mais distantes da sociedade, a braço com abstenções vergonhosas que questionam a representatividade dos eleitos, partidos sem recursos para fazerem face às actividades que deviam estar obrigados a desenvolver. Tal como temos grupinhos insignificantes que se limitam a sobreviver para arrecadarem dinheiro que pague pelo menos as despesas essenciais, grupinhos esses que nunca saem da toca que não contactam com as pessoas no terreno, que vivem para os jornais e televisões, que não tem militantes, nem organismos dirigentes constituídos, nem estruturas estatutários funcionais, etc. Obviamente que esses grupinhos não precisam de recursos porque valem o que valem, apenas uma parcela residual e diminuta. E lamento que os partidos com maiores responsabilidades estejam cada vez mais fora do terreno porque ficaram privados de recursos essenciais para desenvolverem actividades que, repito, deviam ser obrigados a concretizar fora dos períodos eleitorais.

4. Quanto ao que escrevi sobre as TAP, retomando o assunto, e uma iniciativa do PSD de constituição de uma comissão parlamentar de inquérito, mantenho tudo o que escrevi. Não retiro uma vírgula que seja. Se as pessoas entendem de forma deficiente, lamento mas o problema é delas. Se são tendenciosas, então o problema transcende-me.

5. Os madeirenses sabem o que se passa com a TAP, não precisam dos partidos para lhes explicarem o que se passa. Aliás, basta olhar para o aumento da abstenção - recorde em 2015 - e para os últimos resultados eleitorais de certos partidos para se perceber que os eleitores prescindem dos moralismos e de populismos oportunistas de alguns políticos, muito menos se assentes apenas numa guerra surda por disputas mediáticas que tem a comunicação social como epicentro dos objectivos.

6. A proposta de constituição de comissões de inquérito é um direito legítimo dos partidos políticos regionais, que nem discuto. Nada disso está em causa nem e alguma vez coloquei isso em causa. Podemos questionar sim, e com legitimidade, a eficácia em termos concretos, dessas comissões de inquérito que regra geral funcionam em função de jogos partidários e cujas conclusões estão sempre longe - como voltarão a estar - de consensos. Aliás no caso da ALRAM, e nesta Legislatura, quantas das comissões de inquérito apresentaram conclusões totalmente consensuais? Isso ajuda alguma coisa, contribui para a felicidade das pessoas, ajuda a esclarecer a verdade?

7. O que eu questionei - e mantenho - é se no caso da TAP, uma comissão de inquérito com uma amplitude limitada, a funcionar no quadro da ALRAM apenas (estamos a falar de uma empresa pública nacional com capitais maioritariamente detidos pelo Estado mas que é sui generis no seu funcionamento e na farsa da reversão da privatização estranha e apressada promovida por Passos e Portas, e na qual a RAM não tem qualquer intervenção, ao contrário do que acontece com a SATA nos Açores e com o Governo Regional local, a ser constituída a 30 dias das férias parlamentares, será uma iniciativa eficaz. Os autores podem dizer que sim e respeito isso porque cada um tem a liberdade de pensar o que entender. Eu tenho experiência diária de parlamento, do seu funcionamento, se quiserem das catacumbas ao topo da pirâmide de quase 30 anos, quer como jornalista, quer depois dentro da instituição. Foi por isso que questionei - e não percebo certas irritações... - se a iniciativa não poderia ter sido feita em primeiro lugar na Assembleia da República, por proposta dos deputados do PSD-M junto do seu grupo parlamentar. Porquê? Porque se o problema é o mediatismo provavelmente em São Bento ele seria maior e ultrapassaria a banalização de um debate regional que poderá correr o risco de não trazer nada de novo aos cidadãos, porque quanto a nada resolver de concreto, disso tenho a certeza quase absoluta.

8. Alias, quando sugeri que fossem os deputados do PSD-M a desencadearem essa proposta ela tinha propósitos políticos que nem foram entendidos. Não tenho culpa.
Em primeiro lugar, porque ajudaria a perceber o posicionamento do PSD nacional nesta matéria, sobre o qual tenho muitas dúvidas, dados os interesses que se cruzam a começar pelos nomeados para funções na própria TAP, relações privilegiadas entre a companhia e o aeroporto do Porto e as operações aéreas com o norte, etc.
Em segundo lugar, porque era um desafio à geringonça que se recusassem perderiam o pio aos olhos dos cidadãos e facilmente seriam acusados de não estarem interessados em debater no local próprio um problema      que diz respeito ao país e penaliza fortemente uma região em concreto, região insular e turística.

9. Digam-me uma coisa sff: algum deputado regional sabe quantos voos para a Madeira foram cancelados em 2017 pela TAP e demais operadores privados low cost e quantos passageiros foram afectados? Quantos desses cancelamentos estiveram associados as condições meteorológicas limitativas da operacionalidade no aeroporto madeirense e quantas se ficou a dever a razões operacionais que nunca são devidamente desvendadas? O mesmo pergunto relativamente a 2018. E acrescento: quais as responsabilidades que o hiper-congestionado aeroporto de Lisboa tem tido nos atrasos de muitos voos de Lisboa para o Funchal sem que, neste caso, a responsabilidade possa ser imputada às companhias aéreas? Por que razão, caso tenham esses dados, esses valores não foram revelados no parlamento, de forma clara e verdadeira, não com generalizações ou chavões conhecidos e pouco credíveis?

10. Acham que precisamos lembrar o que foi a farsa política da reversão da privatização e o que isso significou em termos de garantia de poder ao PS? Essa reversão teve ou não a ver com pressões sindicais e com a necessidade de ser mantido um pé influente, pelo PCP e Bloco, na empresa? Já leram com olhos de ver, o relatório divulgado pelo Tribunal de Contas sobre a "Auditoria à reprivatização e recompra da TAP"? Acham que é preciso lembrar que a TAP teve 100 milhões de euros de lucros em 2017 e que o novo presidente da empresa - mais um brasileiro - já defendeu que para a TAP sobreviver precisa de multiplicar esse lucro por sete vezes?

Fiquemos por aqui (LFM)

sexta-feira, junho 08, 2018

Eleições antecipadas? Só podem estar a gozar

Li na imprensa que existe uma teoria - que garantem estar a ganhar força no PSD-M e no Governo Regional, provavelmente num restrito número de pessoas que gostaria saber quem são -  que aponta para a hipótese de antecipar o calendário eleitoral regional de 2019, com base em argumentos absolutamente ridículos.
Acho patético, respeitando contudo quem acha que se pode construir uma casa a partir do telhado e não das estruturas.
Em 2007 fui um defensor assumido - está escrito no "pravda" jardinista como era catalogado o JM - da antecipação das eleições regionais não por capricho, por recear fosse o que fosse, mas porque entendia - depois de consumada a vergonhosa e sectária alteração da lei de finanças regionais para uma versão que todos nos lembramos e das intenções políticas subjacentes a este processo legislativo - que o poder regional precisava de ser relegitimado perante o poder central em Lisboa.
Existiam aqui várias motivações conjugadas que determinavam que a antecipação de eleições regionais fosse uma solução, independentemente de não se saber na altura - havia uma previsão, digamos assim, pouco sustentada - qual a dimensão da insatisfação popular decorrente do impacto da alteração dessa lei das finanças regionais e do seu impacto na vida dos Madeirenses.
O que veio a acontecer, e com os resultados conhecidos, foi que a opinião pública madeirense, alertada e informada para o que acontecera em Lisboa, indignou-se, revoltou-se, acabando o PSD regional por obter o seu o melhor resultado eleitoral de sempre - ao invés o PS sofreu uma desastrosa derrota devido à colagem ao poder central socialista e ao incómodo que a alteração da lei de finanças regionais reconhecidamente causava na vida das pessoas e na Madeira em concreto, mas que publicamente não era assumido de forma inequívoca pelos socialistas locais por causa da solidariedade partidária e institucional com o governo de Sócrates.
Esqueçam os pensadores que por aí andam que 2007 não se repete mais. E razões várias existem, umas externas, à própria Região, outras internas - quais delas as piores.... - a começar pelo próprio PSD regional que precisa de estabilidade e de reganhar convicções, não apenas quando se chega ao processo de elaboração de listas de candidatos. Esconder, desvalorizar ou minimizar esta realidade é uma tremenda e perigosa desonestidade política e intelectual que nem a perda de tempo a discutir o sexo dos anjos atenua. Ponto
O calendário eleitoral de 2019 será complicado para todos.

Boa notícia: Obras no Hospital dos Marmeleiros

O  Serviço de Saúde da RAM informou hoje no Funchal que toda a área do estacionamento do Hospital dos Marmeleiros vai estar condicionada a partir do dia 11 de junho de 2018, devido ao início das obras de reabilitação daquela unidade hospitalar. A obra orçada, em cerca de um milhão de euros, inicia-se com a reabilitação exterior e deve estar terminada em Fevereiro do próximo  ano. Nesta fase dos trabalhos será feita a recuperação e substituição da cobertura em telha, incluindo a estrutura de suporte e a reposição de impermeabilizações e caleiras, assim como de pintura de todas as fachadas exteriores e a substituição dos vãos de madeira (nas janelas) existentes por vãos de alumínio, de modo a proporcionar não só melhor conforto térmico e acústico, como também maior segurança, dada a altura do edifício, com a colocação de limitadores de abertura. O Serviço de Saúde da Madeira lamenta os constrangimentos causados pelo inicio destas obras, principalmente junto dos utentes, profissionais de saúde e visitantes, mas relembra a importância desta intervenção em prol da segurança e do conforto de todos aqueles que diariamente circulam no Hospital dos Marmeleiros. Garante o SESARAM que tudo será feito para minimizar os efeitos causados por esta intervenção. O SESARAM e a empresa, responsável por esta obra, acordaram a realização de paragens regulares durante os trabalhos reduzindo assim os períodos longos de ruído. Concluído esta fase dos trabalhos dar-se-á inicio à reabilitação do interior da unidade hospitalar, com uma intervenção mais profunda e direta nas enfermarias e corredores internos.

quinta-feira, junho 07, 2018

Assim não vão lá!

Quando vejo certas notícias - desconhecendo se são verdadeiras ou se se trata apenas de mera especulação - começo a interrogar-me sobre se as pessoas não entendem que a política do sofá, dos comunicados a pataco e das redes sociais nem para limpar o... serve!
No fundo - e poderia apontar muitas situações concretas - mais importante do que essas palhaçadas há que olhar para a realidade terrena, ouvir as pessoas, estar com elas, sem pressas e sem incómodos ou atitudes que revelem desprezo e irritação, há que reencontrar e remobilizar  pessoas que foram afastadas nas freguesias e nos concelhos só porque alegadamente eram "jardinistas" - como se isso fosse um crime ou lhes fosse imposto um carimbo como nos campos de concentração nazis para diferenciar os judeus das outras pessoas - tudo isto para que uma certa casta de emergentes apressados novatos chegasse ao poder, atropelando tudo e todos se necessário fosse, distorcendo ou manipulando nos pequenos círculos onde residem, como se fossem eles o novo centro do mundo naquele seu quintalinho ou lhes tivessem entregue as chaves da re....

Sporting: Soares Franco analisa crise (05 Junho 2018) - a minha dúvida é a credibilidade desta gente toda


Sporting em ebulição: Bruno de Carvalho - conferência de imprensa (06 Junho 2018)


Sporting em ebulição: Jaime Marta Soares - conferência de imprensa (05 Junho 2018)


Bem feito, devia ser mais ainda


Aconteceu alguma coisa? Uma mer.....


Nota: o jornalismo sem espinha dorsal e BdC


BdC ataca e ofenda os jornalistas e insinua muitas coisas, mas convoca conferências de imprensa e andar a parir comunicados atrás de comunicados para contar a verdade dele que regra geral é um manancial de falsidades (veja-se a vergonha dos alegados comunicados da PSP ou do Ministério Público a salvar a pela de BdC que depois foram negados pelas entidades em causa). Os jornalistas sem espinha dorsal - porque hoje é dessa triste realidade que falamos, já que a merda no Sporting dá shares e vende jornais - recebem ordens (ou nem precisam disso) para fazer o triste papel de sopeiros de BdC quando há muito, em defesa da sua dignidade colectiva, deviam ter boicotado, todos, o patético usurpador do poder em Alvalade. Ainda na última conferência de imprensa mais picadas nos jornalistas, recados, insinuações, tentativa de dizer o que os jornalistas deviam valorizar ou noticiar, e o passar de um atestado de menoridade - bem feito! - a um tipo qualquer que se apresentou como jornalista mas que levou uma roda de idiota que certamente o deve lhe ter agradado mas que enxovalhou o jornalismo sério que julgo ainda haver neste país.
A verdade é que olhando ao estado caótico, de quase falência generalizada, dos média nacionais, de dependência de fretes e de contratos publicitários, de shares ou de tiragens, é natural que este jornalismo conspurcado, patético e sem integridade continue a dar este triste espectáculo quando há muito devia ter colocado BdC na ordem de forma exemplar até para casos futuros que possam estimular comportamentos idênticos por parte deste clube ou de outros (LFM)

segunda-feira, junho 04, 2018

Opinião: Justa e devida. Ponto!

A Assembleia Legislativa da Madeira atribuiu a Alberto João Jardim da mais alta condecoração regional, antes atribuída aos ex-presidentes do Governo Regional e da Assembleia Regional, Ornelas Camacho e Emanuel Rodrigues, ao ex-Bispo do Funchal, D. Francisco Santana e a Cristiano Ronaldo.
Pelo que li, os momentos de contestação parlamentar à decisão, sobretudo da parte de alguns sectores minoritários da oposição - lembro que a proposta foi do Governo Regional - estiveram relacionados com a atitude política que o ex-Presidente do Governo Regional da Madeira assumiu relativamente ao parlamento regional - reconheço que os executivos de Jardim, por instruções políticas concretas, nunca se revelaram muito disponíveis para estar presentes no plenário do parlamento com a regularidade pretendida, situação que se agravou devido ao facto de todos os debates ali realizados depois de 2007, acabarem marcados, regra geral, por episódios verdadeiramente absurdos e por inenarráveis declarações proferidas num contexto parlamentar que se radicalizou, e muito - e pelo facto de ter proferido num determinado momento a tal frase assassina, marcada por adjectivação excessiva independentemente de não ter pretendido generalizar a todos os partidos e deputados as acusações feitas. 

D. António Marto: “A reforma da Igreja tem aspetos dolorosos que temos de enfrentar”

O novo cardeal português, D. António Marto, assume que "a reforma da Igreja proposta pelo Papa Francisco tem aspetos dolorosos", mas os problemas têm de ser enfrentados. "Não podemos fazer uma política de avestruz", diz numa entrevista conjunta Expresso e Rádio Renascença, que é publicada na revista E do Expresso este sábado e emitida na antena da Renascença. D. António Marto acredita que "o grande povo católico está em sintonia" com a proposta reformista do Papa e fala ainda dos desafios que o esperam no Vaticano, a partir do final deste mês.

Caos no Aeroporto de Lisboa. TAP faz apelo

O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, está sobrelotado. Os passageiros têm de esperar várias horas para o controlo de passaportes, para a recolha de bagagem e agora já nem as zonas de saída do aeroporto escapam às grandes filas. O empresário David Neeleman diz que não é possível esperar mais tempo por um novo aeroporto na capital.

Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela manda libertar 39 presos políticos

O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (STJ) mandatou diferentes tribunais venezuelanos para outorgarem "benefícios processuais" e libertarem 39 cidadãos que a oposição classifica como presos políticos. "O poder judicial venezuelano, encabelado pelo presidente do STJ, o magistrado Maikel Moreno, através dos tribunais judiciais do país, ditou hoje uma série de decisões, entre elas benefícios processuais para um grupo de cidadãos processados e condenados pela alegada comissão de delitos tipificados e sancionados nas leis venezuelanas", explica aquele organismo, em comunicado.

Repórter TVI: “É como se a mãe descesse à terra”


De norte a sul, não há vila, freguesia e até lugar que não contemple e festeje a sua imagem religiosa, santa ou santo da terra, uma vez por ano. A grande maioria das vezes, faz-se a festa apenas para cumprir uma tradição, que não não sabe de onde vem. É certo que a fé e a devoção não se explicam, mas vivem-se de formas diferentes em muitos lugares deste país católico. Esta celebração da Mãe Soberana, em Loulé, é diferente! Não é uma obrigação à Nossa Senhora, tem pouco de tristeza, arrasta multidões e é mais do que um ritual católico que se cumpre uma vez por ano. Aqui a fé é um querer de um povo na figura máxima do concelho. É uma questão de pertença, que por acaso, tem estado lado a lado com a igreja católica. A Mãe Soberana é fé e muito da identidade deste povo! “É Como Se a Mãe Descesse à Terra” é uma Grande Reportagem da jornalista da TVI24, Catarina Canelas, com imagem de João Franco, Tiago Donato e Rodrigo Cortegiano e edição de imagem de João Pedro Ferreira (TVI24)

Costa afirma que carga fiscal vai manter-se no essencial nos próximos anos...

O primeiro-ministro afirmou que haverá estabilidade no quadro fiscal nos próximos anos, defendendo que "o essencial da redução" já foi "consolidado" pelo Governo. O primeiro-ministro afirmou que haverá estabilidade no quadro fiscal nos próximos anos, defendendo que “o essencial da redução” já foi “consolidado” pelo Governo e que o principal desafio do país é a redução da dívida. Esta posição foi transmitida por António Costa no final de um almoço/conferência promovido pela Associação de Amizade Portugal Estados Unidos (realizado em Lisboa), na sequência de uma pergunta formulada pelo empresário e ex-presidente do Sporting Godinho Lopes.

Medalha de Mérito da Região Autónoma da Madeira a Alberto João Jardim

O Presidente da Assembleia Legislativa, Tranquada Gomes, procedeu à imposição da Medalha de Mérito da Região Autónoma da Madeira, a Alberto João Jardim, em Ato Solene que se realizou hoje no Salão Nobre do parlamento regional. A solenidade decorreu com a presença de altas entidades, designadamente o Presidente do Governo Regional e o Representante da República. Declarada aberta a Cerimónia de Atribuição da Medalha de Mérito da Região, o presidente deste órgão legislativo fez uma intervenção, sublinhando que Alberto João Jardim deixou uma "obra notável, reconhecida por apoiantes e adversários, governantes nacionais e estrangeiros, só possível por ter sido capaz de mobilizar os madeirenses e porto-santenses em torno do objetivo comum de vencer os desafios da insularidade e da ultraperiferia", o que o antigo presidente do Governo Regional apelidou de "revolução tranquila".

Venezuela: "Foi-se": a satisfação de Maduro com a queda do Governo de Rajoy

O Presidente da Venezuela espera que o novo Governo de Espanha possa abrir um novo capítulo nas relações entre os dois países. Numa curta mensagem, Nicolás Maduro não escondeu a satisfação pela saída de Mariano Rajoy.

O execrável Moreira (ex-PCP agora PS): pensamento dominante no novo albergue ou caso isolado?

Privilégios regionais
Na sua recente visita à Madeira, o primeiro-ministro assegurou o financiamento nacional de metade do investimento num novo hospital do Funchal, uma contribuição de mais de 150 milhões de euros. A um ano das eleições regionais madeirenses, a generosidade orçamental de Lisboa tem um óbvio significado político. Sucede, porém, que não existe nenhuma justificação para ela. O serviço nacional de saúde foi regionalizado na Madeira, tal como nos Açores, logo no início da instituição das regiões autónomas, no quadro da Constituição de 1976, pelo que passou a constituir uma responsabilidade regional. É para financiar os seus serviços que as regiões autónomas ficam com todas as receitas fiscais cobradas ou geradas no seu território, um fenómeno extremo de autonomia financeira.


Bruno de Carvalho comedy ou apenas idiotice atrás de idiotice

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SIC-Notícias: Play Off (03 Junho 2018)


SIC-Notícias: O Eixo Do Mal (02 Junho 2018)


Opinião: O erro (fatal?) do PCP...

Já toda a gente percebeu que o PCP, usando a influência que por via da CGTP possui nalguns sindicatos - função pública e transportes são as áreas privilegiadas e mais queridas à estratégia desestabilizadora dos comunistas - cujas direções são entregues a militantes e até dirigentes comunistas (veja-se o que aconteceu na Autoeuropa quando o PCP perdeu influência alegadamente a favor do Bloco e as reações que isso gerou...), tem usado o fenómeno grevista para morder o governo da geringonça, melhor dizendo, para provocar e criar obstáculos ao PS e ao seu governo.
Digamos que tivemos - e sobretudo teve o PS - um PCP antes das autárquicas de 2017 e um PCP depois das autárquicas de 2017, reduzido a menos de 500 mil votos e 9,5%.
Este fenómeno - que foi sempre o principal problema dos comunistas, depois do acordo da geringonça, por via do qual ficaram sem argumentos para influenciarem a contestação de rua - veio a acentuar-se depois do desaire eleitoral do PCP nas autárquicas de 2017, situação que os comunistas temem que se possa repetir em 2019 nas legislativas nacionais.
O problema do PCP é que está a desvalorizar algo que lhe pode ser fatal - eu creio que poderá ser mesmo fatal em 2019 se não alterar esta postura perigosa - e que tem a ver com o recurso sistemático a greves, muitas delas com alguma justificação, outras com base em pretextos absolutamente patéticos, que acabam por prejudicar os cidadãos em geral, irritando-os fortemente.
Se os socialistas, nomeadamente o governo de Costa, conseguirem colar o PCP a estre fenómeno grevista que deixa marcas de insatisfação junto dos cidadãos, tenho a certeza quase absoluta que isso vai beneficiar os socialistas enquanto o PCP voltará a ser penalizado em 2019.
Algo que o Bloco de Esquerda sabe, que teme - as eleições autárquicas de 2017 foram catastróficas (170 mil votos, 3,3%...), apesar do Bloco não ser um partido de poder local (elegeu apenas 12 representantes em todas as Câmaras Municipais portuguesas…), antes um partido parlamentar - e que por isso travou um pouco a contestação agreste contra o governo socialista da geringonça, feita por tudo e por nada. Apesar de insistir numa postura oportunista (protestar, reclamar, propor ou exigir por tudo e por nada) de se colar a tudo o que seja contestação ao governo de Costa, o Bloco teme uma excessiva colagem que tenha efeitos eleitorais. A postura do Bloco, apesar de manter em linhas gerais o populismo para-eleitoralista do costume, mudou um pouco, ao invés do PCP que agastado com as derrotas autárquicas a favor do PS, tem vindo a intensificar a contundência do discurso e a alimentar, indiretamente, a contestação na rua para dar aos olhos dos cidadãos uma imagem de um governo socialista contestado. Algo que, muito fracamente, duvido que possa resultar em mais-valia para os comunistas.

Recomendo por isso cautela porque as pessoas estão cada vez mais atentas e percebem à distância, as golpadas, os jogos duplos e o oportunismo de políticos e partidos sempre que as eleições se aproximam (LFM)