segunda-feira, abril 16, 2018

O que é que o Governo espera da economia portuguesa até 2022?

Crescimento económico, défice orçamental e dívida pública: o Governo está mais otimista em relação a três dos principais indicadores. O Programa de Estabilidade, que vai ser entregue no Parlamento sexta-feira, contém várias revisões positivas para o período entre 2018 e 2022 (Jornal Económico, por Leonor Mateus Ferreira e Mário Malhão)

Sondagem: CDS dispara com ambição de Cristas


Ainda longe das boas votações do passado, as intenções de voto do CDS subiram de forma acentuada no mês seguinte ao congresso em que a sua líder assumiu a ambição de ser o grande partido da direita portuguesa. A Aximage atribui 7% aos centristas, o número mais alto desde Setembro de 2014. Assunção Cristas pediu e o barómetro da Aximage deu-lhe... um cheirinho desse pedido. Naquele que é o primeiro barómetro da Aximage publicado após o congresso, o CDS vê as suas intenções de voto passar de 5,4% para 7%, o valor mais alto desde Setembro de 2014.  No congresso, Assunção Cristas assumiu a ambição de transformar o CDS no maior partido da direita em Portugal. Uma ambição sonhadora tendo em conta a enorme distância face ao PSD, mas que teve um reflexo imediato no barómetro da Aximage do mês seguinte.

Sondagem: Governo e PS perdem força em toda a linha

O barómetro mais recente da Aximage traz más notícias para o PS e para o Governo de António Costa. Menos intenções de voto, mais expectativas defraudadas e uma avaliação do primeiro-ministro pior do que há um ano. Numa altura em que o Governo soma vitórias na frente económica e das finanças públicas, os resultados do barómetro mais recente da Aximage resultam num autêntico balde de água fria. Os principais indicadores mostram um Governo e um Partido Socialista (PS) menos fortes do que há um ano e com tendência para perder terreno face aos meses anteriores. 
Em matéria de intenções de voto, o PS está bem pior do que há um ano e a situação degradou-se nos dois últimos meses. Segundo a Aximage, 38% dos inquiridos declaram a intenção de votar no PS contra 39,2% em Março e 40,6% em Fevereiro. Há um ano eram 42%. É verdade que este deslize é mal aproveitado pelo principal partido da oposição (o PSD desce ligeiramente, para os 26,7%), registando-se apenas ganhos no Bloco (em Março) e no CDS (em Abril).

A TAP e o pacóvio...

Um pacóvio de um empresário português, apenas interessado em encher a pança com os negócios e negociatas que tem - ele que todos sabem ter sido uma espécie de testa de ferro só para viabilizar a venda apressada da TAP, já no ocaso do passismo, a investidores não europeus (algo proibido pela UE) - aparece com o maior desplante a afirmar, que os cancelamentos de voos da TAP são uma normalidade.
O dito pacóvio, em pleno período crítica para a operadora aérea portuguesa - com a TAP a cancelar dezenas de voos da Europa para Portugal e de Lisboa para a Madeira, afectando milhares de pessoas abandonadas nalguns casos à sua sorte - desvaloriza essas pouca vergonha contanto com a cumplicidade do governo de Lisboa - que tutela a empresa que afinal não é bem pública apesar do estado ter mais de 51% do capital social - da comunicação social empurrada deliberadamente para a greve da Ryanair e com o silêncio oportunista da esquerda saloia, aliada do PS no governo em Lisboa, que devido aos interesses sindicais prefere berrar contra a Ryanair do que denunciar esta vergonha na TAP. Se o fizessem PCP e Bloco perderiam o pouco estado de graça de alguns sindicatos em relação aos quais disputam posições de tutela política dominante (LFM)

Subsídio de mobilidade: muitos interesses cruzados


Peço desculpa mas ao ver recentemente um programa de debate na RTP-Madeira sobre o subsídio de mobilidade, deixei de acreditar em qualquer solução. Reparei - nada de novo para mim, confesso - que há muitos interesses em jogo que tudo fazem para defender o seu espaço, o seu terreno e tudo aquilo que são as regalias decorrentes da aplicação do actual modelo de subsídio de mobilidade. Confesso que fiquei com medo, medo sobre o futuro deste subsídio. Outra coisa que registei - porque finalmente alguém teve os tomastes (desculpem mas é mesmo assim) para pegar o boi pelos cornos, concorde-se ou não com essa perspectiva - de revelar que a TAP enquanto empresa pública é uma palhaçada, uma fantochada para enganar a esquerda amiga do PS na coligação. Como foi dito, o que interessa é a administração, a comissão executiva da companhia mais em concreto, e essa está nas patas de privados que fazem o que querem e entendem numa empresa alegadamente de capitais maioritariamente públicos, algo só possível num país de merda como o nosso (LFM)

Tarifas alfandegárias: aço e alumínio são o primeiro tiro na guerra comercial de Donald Trump


O aumento das tarifas alfandegárias às importações de matérias-primas para os EUA deverá ter maior impacto na Ásia, em especial na China. O país já alertou que não pretende uma guerra cambial, mas, caso aconteça, vai proteger-se. Apesar de o efeito ser menor para a Europa, as empresas do setor no continente não deverão passar imunes. A Comissão Europeia lançou um aviso na forma de uma lista (de 10 páginas) com produtos passíveis de serem utilizados como retaliação (por Mário Malhão, Jornal Económico)

Populismo: A erosão do centro político representa um desafio para a União Europeia


Itália é um aviso. Pela primeira vez, os partidos eurocéticos somaram mais votos que a soma dos partidos tradicionais, o que poderá levantar dúvidas sobre o próprio papel do país transalpino na União Europeia a organização de um referendo seria um teste mais complexo de lidar pelos mercados e pelos decisores políticos do que o Brexit, nem que seja pelo simples facto de colocar sobre a mesa o risco de redenominação de moeda associado ao euro. Parece claro que os riscos associados ao euroceticismo não desapareceram. Existem razões para pensar que esta espécie de rebelião dos eleitores com os partidos do centro político poderá ser um verdadeiro desafio para a agenda de reformas que a Europa precisa de entregar, para manter-se no caminho da integração (por Mário Malhão, Jornal Económico)

Dividendos: Em época de ganhos, cotadas pagam mais


O bom momento que impera nas bolsas mundiais tem levado a aumentos nos lucros e na remuneração acionista. O índice PSI 20 não é excepção, com a maioria das cotadas a propor aumentos nos dividendos. O quadro não é isento de preocupações, como demonstram os exemplos dos CTT e da Sonae Capital: quedas nos resultados e cortes nos dividendos ” (por Mário Malhão e Shrikesh Laxmidas, Jornal Económico)

Portugal na cauda do investimento público na Europa


Entre 2011 e 2017, Portugal sofreu uma queda vertiginosa do ‘top 3’ dos países com o melhor investimento público. O investimento público de 1,6% do PIB, em 2017, foi novamente o pior, após ter tocado mínimos históricos em 2016 (1,5%). Em 2010, era o terceiro maior da Europa, representando 3,5% do PIB. As projecções da Ameco prevêm, para 2018 e 2019 um investimento de 2,1% do PIB – o terceiro pior da UE28 no primeiro ano e apenas superado pela Itália no segundo (por Mário Malhão, Jornal Económico)

Futebol português: só os campeões gregos recorrem menos à formação



Portugal é o segundo país da Europa cujos campeões nacionais da primeira liga, entre 2009 e 2017, contavam com um número muito limitado de jogadores da formação. Números revelam diferenças culturais no futebol europeu. Entre clubes campeões nacionais, FC Barcelona é o paradigma: verifica-se a “importância de formar futebolistas de alto nível para alcançar um sucesso sustentável” (por Mário Malhão, Jornal Económico)

Este é o mapa-mundo da liberdade global



A democracia enfrenta a crise mais grave das últimas décadas. Em 2017, princípios basilares como eleições livres e justas, direitos das minorias, liberdade de imprensa ou Estado de Direito sofreram ataques em todo o mundo. Em 71 países verificaram-se retrocessos nos direitos políticos e liberdades civis. Foi o 12º ano consecutivo de declínio na liberdade global (por Mário Malhão, Jornal Económico)

Opinião: TAP, as patifarias capitalistas e um governo de bandalhos cúmplice da bandalhice

Não tem outro nome: é uma atitude própria de bandalhos a postura do governo da geringonça em relação ao que se passa com a TAP, permitindo todas as bandalhices na empresa. O governo da geringonça comporta-se como um hipócrita neste caso, direi mesmo que é um governo de bandalhos que lavam as mãos quando os problemas aparecem e metem-se todos debaixo da mesa para que ninguém dê por eles.
Perante uma empresa pública - a fingir - onde o estado tem a maioria dos capitais públicos mas não manda puto - uma empresa dita pública onde tudo foi feito a fingir, só para que o PS pudesse enganar os parceiros do acordo da esquerda que reclamavam a reversão da privatização da empresa depois de um estranho e acelerado processo de venda promovido pelo anterior governo da troika e do do Passos e do CDS - o governo das geringonça comporta-se como um governo de bandalhos calando-se perante a bandalhice na TAP, uma bandalhice que dá do país a imagem que tem dado, deprimente, com dezenas de voos cancelados todos os dias, há cerca  de 3 semanas, devido a uma greve oculta que paraliza a empresa dita pública.

Guilherme Silva para os críticos: “O que é preciso é juízo”

Ex-líder parlamentar do PSD ataca postura dos críticos e considera “suicidário” tentar derrubar Rui Rio antes de 2019. “Quem não se candidatou estará mal se pensar que a sua ascensão pode acontecer fora das regras”, diz. O ex-líder parlamentar do PSD responde aos que, dentro do PSD, têm colocado a hipótese de um congresso antecipado e considera que “isso não faz sentido nenhum”. Guilherme Silva defende mesmo, numa alusão a Luís Montenegro, que “quem não se candidatou estará mal se pensar que a sua ascensão pode acontecer fora das regras normais”.
Faz sentido falar na possibilidade de um congresso antecipado se as coisas continuarem a não correr bem ao PSD?
Isso não faz sentido nenhum. Quem é que, nesta altura, se perfila como alternativa ao líder que acabou de ser eleito? Que razões existem contra a liderança para se colocar o problema de um congresso extraordinário? Não há uma coisa nem outra. Não havendo uma coisa nem outra, o que é preciso é juízo. O que é preciso é juízo porque não se pode andar a fazer e desfazer orientações definidas em congresso só porque a linha de determinados militantes saiu derrotada no mesmo.
Mas dentro do PS há quem ache que Rui Rio não vai chegar a 2019.
Têm de se habituar ao funcionamento democrático do partido.

Opinião: Treinadores de bancada....

Como fui uma das pessoas que no Facebook abordou a questão do subsídio de mobilidade, expressando apenas uma opinião pessoal assente na dedução - já que ninguém sabe o que se passa nos bastidores deste estranho processo negocial - enfiei  a carapuça. Por isso direi apenas que no futebol é que há muitos treinadores de bancada. O problema não são os treinadores de bancada. Esses não ganham nem perdem jogos. O problema são os treinadores de campo que prometem tudo e depois não ganham nada nem conseguem um titulo que seja. Prefiro falar no final dos jogos neste caso em Outubro de 2019, até porque recuso acreditar em desastrosas lucubrações que alegadamente andam a contaminar um pequeno grupo de pensadores desastrados.
Eu não retiro nada do que escrevi e até que obtenha as respostas que acho plausíveis, insistirei no tema. Um conselho apenas: deixem de pensar em 2019 porque há muito a fazer em 2018... (LFM)

Estado gastou menos 285 milhões de euros com juros da dívida em 2017


Nos últimos três anos, Portugal conseguiu diminuir o encargo em cerca de mil milhões de euros anuais, devido à melhoria das condições de financiamento do país. Depois de muita especulação, a candidatura foi enviada na quinta-feira e o ministro é agora visto como favorito. Uma reunião na Costa do Marfim entre António Costa, Emmanuel Macron e Angela Merkel terá mudado as regras do jogo. A despesa pública com juros da dívida, no ano passado, diminuiu 285 milhões de euros, em comparação com 2016. No ano em que a República passou a ser avaliada por duas das três principais agências de rating em grau de investimento, o Estado gastou 7.475 milhões de euros com juros, menos 3,8% que no ano anterior. No ano passado, o défice entre o valor dos juros pagos por Portugal e os recebidos foi de 77,6 milhões de euros, mas menor que o saldo negativo de 87,5, em 2016.

domingo, abril 15, 2018

Medidas de apoio à banca entre 2007 e 2015 somaram 12,6 mil milhões de euros


"O impacto acumulado no défice das medidas de apoio ao sistema financeiro ao longo do período de 2007 a 2015 foi de -7,0% do PIB de 2015, diz o Banco de Portugal. Segundo o documento, as principais operações foram, em 2010, a assunção de imparidades do Banco Português de Negócios pelas sociedades constituídas pelo Estado para este efeito (-1% do PIB), em 2014, a capitalização do Novo Banco (-2,8% do PIB), e, em 2015, a resolução do Banif (-1,4% do PIB).
Em Portugal, o impacto acumulado no défice das medidas de apoio ao sistema financeiro ao longo do período de 2007 a 2015 foi de -7,0% do PIB de 2015, diz o Banco de Portugal no seu Suplemento ao Boletim Estatístico. Tendo em conta que o PIB de 2015 era de 179,809 mil milhões de euros, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), tal corresponde aproximadamente a 12,586,6 mil milhões de euros.

domingo, abril 01, 2018

Sondagem: 60% dos portugueses querem mais acordos entre PSD e PS, a começar pela Saúde


Barómetro da Eurosondagem indica que os portugueses querem que os entendimentos entre PSD e PS vão além dos fundos comunitários e da descentralização. Assunção Cristas é considerada “idêntica” a Paulo Portas.Os portugueses querem que PSD e PS se entendam em várias áreas, sendo a Saúde considerada a primeira prioridade. A conclusão é do barómetro de março da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, que indica que para a maioria dos inquiridos (59,4%) os acordos de regime para a descentralização e os fundos comunitários "não são suficientes".

Sondagem: 71% dos portugueses preferem Costa a Rio para primeiro-ministro


Hipótese de bloco central deixa portugueses divididos. Quanto à escolha para primeiro-ministro, não há dúvidas: vasta maioria prefere o atual líder do Governo. Os portugueses não têm dúvidas sobre o homem que preferem ver aos comandos do Governo: entre os líderes do PS e do PSD, a vasta maioria considera que António Costa dá um melhor primeiro-ministro do que Rui Rio. A conclusão é do barómetro de março da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, uma vez que 70,9% dos inquiridos dizem preferir o atual líder do Governo, enquanto apenas 16,7% depositam as suas esperanças no recém-eleito líder laranja.

Os dinossauros da política mundial


A limitação de mandatos tem como propósito evitar abusos de poder e garantir a rotatividade governativa para o bom funcionamento da democracia. Mas nem todos os presidentes estão dispostos a cumprir com este princípio. Da América Latina às ex-repúblicas soviéticas, passando pelo continente africano, multiplicam-se os casos de presidentes que fizeram e desfizeram leis constitucionais com um único propósito: somar mais uns anos de liderança aos que até então a lei lhes permitia. A prática serve de precedente para outros dirigentes políticos e já há vários candidatos a fazer o mesmo. Há ainda casos em que a própria Constituição não estipula um limite de anos a que os presidentes estão sujeitos, o que, por norma, leva aos mandatos vitalícios (Jornal Económico, por Mário Malhão)

SIC-Notícias: Quadratura do Círculo (22 Março 2018)


SIC-Notícias: Expresso Da Meia Noite (23 Março 2018)


SIC-Notícias: O Eixo Do Mal (24 Março 2018)


CDS: explicar com continhas bem feitas....

O CDS devia explicar, em pormenor, como é que dois partidos de centro-direita e direita, concorrendo sozinhos, não num círculo eleitoral único, mas em 22 círculos eleitorais, a aplicação do método de Hondt no apuramento de mandatos ajuda mais esses partidos separados do que em coligação. Uma coisa é cada partido concorrer sozinho para mostrar o que vale - basta-nos os Verdes que há 30 anos que não sabem o que valem eleitoralmente devido ao facto de serem bengala do PCP na viabilização da CDU que o PCP tanto gosta de dizer que é algo diferente de si mesmo - e concordo que o façam para se acabar com mitos e manipulações idiotas, outra coisa é confundir as pessoas com recurso a argumentos inconsistentes. Explicar com continhas bem feitas e considerando não um círculo nacional único, mas círculos eleitorais correspondentes a cada distrito continental, regiões autónomas e emigração. Desconfio que alguém vai levar um tremendo soco no estômago na noite eleitoral das legislativas nacionais. E antes disso, nas europeias...

Uma libertação demasiado cara. Depois metem milhares de milhões nos bancos falidos...

fonte: CM

Uiiii o que este homem foi dizer.... Algumas "corporações" já lhe devem ter chamado de tudo

Não se precipitem, pés bem assentes no chão!

Uma das maiores poucas-vergonhas da ladroagem


Há um juiz madeirense a enfrentar esta máfia liderada pela maior empresa portuguesa (só de nome), a tal empresa dos chineses que mama milhões de lucros mas paga um valor residual de IRC
fonte: CM

Há uns milagres danados para c.....

fonte: CM

Falidinhos sim, mas para isto bem vivinhos....

Dizem que anda quase falida mas distribui dividendos, encerra agências e depois aumenta os custos dos serviços... Exemplar!

PSD falido: tenho a certeza que andam muita gente feliz com isto!


Mobilidade: afinal Lisboa é que impõe mudanças ao cortar o dinheiro??

Ainda a propósito do subsídio de mobilidade começa-se a fazer luz: o estado cortou a torneira e resolveu apenas consignar 15 milhões de euros para o subsídio de mobilidade. Como só em 2017 parece que ultrapassaram os 30 milhões com esses encargos é mais do que evidente que o orçamento regional não pode ter qualquer responsabilidade neste âmbito. Vai daí a única solução começa a ser a de alterar as regras. O que eu pergunto e insisto é isto: qual serão os  preços das viagens mesmo a essas horas absurdas que nos querem impor? Que dizem as companhias aéreas ao fim deste financiamento encapotado que andaram a beneficiar com a cumplicidade do estado? Que soluções vão ser adoptadas nos Açores onde até viagens em executiva são abrangidas (mal) pelo subsídio de mobilidade? A que se devem os tais 30 milhões gastos em 2017 com o subsídio de mobilidade? Aos utilizadores da linhas ou à máfia dos preços das viagens que as companhias aéreas praticam em conluio entre elas e perante o fechar de olhos da tutela em Lisboa??
Em nome da verdade e da informação total sobre o tema, porque não publica o governo regional uma informação detalhada sobre os modelos idênticos praticados noutras ilhas, se é que eles existem? Mais. Foram ou não detectadas situações irregulares com a aplicação do subsídio de mobilidade? Existe alguma auditoria feita aos gastos com o subsídio de mobilidade que permitam saber qual os custos das viagens praticadas pelas companhias? Já alguém pediu ao Tribunal de Contas uma auditoria a este "negócio" aéreo? Em caso negativo, porque esperam para o pedir?

Serviço Nacional de Saúde, não confundam...

fonte: CM

Outro espertalhão....

fonte: CM

Verdadeiras máquinas!

fonte: CM

Não se pode contrariar quem melhor do que ninguém sabe do que fala!

fonte: CM

PSD nacional falido!!!!



Aquelas manias idiotas de uns iluminados de pacotilha que chegam à política e ao PSD - apenas por milagre - sem saberem como para tomarem o poder de assalto, tudo isto ao serviço de causas estranhas, dá nisto. A minha pergunta é esta: com um PSD falido ou em vias disso e um partido mais vulnerável, quem vai deitar as garras de fora e tentar dominá-lo pela força do dinheiro? Ganha a democracia com partidos falidos ou dependentes de grupos económicos e das máfias financeiras que por aí andam?

Palavras para quê?


Mobilidade: digam apenas a verdade, contando tudo!


Muito sinceramente eu acho que estão a ser dados demasiados tiros-nos-pés perante a estupefacção ignorante das pessoas (ignorante porque ninguém lhes explica nada). Lendo apenas os títulos, porque distante e sem acesso ao JM, apetece-me perguntar: como vão fazer com os organismos públicos cada vez mais dependentes de reuniões em Lisboa fruto da perda de autonomia e de capacidade de decisão local que 40 anos de autonomia supostamente não toleraria? E os clubes de futebol terão também viagens limitadas? E os clubes de outras modalidades? E a continuidade territorial passou a ter horário para vigorar? Ela vai passar a ter apenas horas? Afinal o que se passa com o dinheiro destinado ao subsídio de mobilidade? Quanto é o valor anual e quem paga? Será que Lisboa obrigou o Funchal a mudar o esquema por decidir fechar a torneira? E as companhias aéreas o que dizem a esta mudança neste financiamento ilegal e encapotado que era feito com a conivência do governo de Lisboa que se fartou de enganar Bruxelas com este esquema? E no caso dos Açores também passa a ser o mesmo modelo da Madeira? No Açores onde até viagens em executiva são abrangidas e onde não há as limitações patéticas impostas por uns iluminados de merda que acabaram por estragar um modelo que deveria estar a funcionar na sua plenitude? Já agora, quantas aldrabices foram descobertas com a aplicação do subsídio de mobilidade desde a sua criação? A sensação que tenho, a triste sensação que tenho, é que ou há pensadores da treta a mais a mexer num assunto que devia ser objecto de uma imediata clarificação, em todos os seus contornos, ou há incompetência a mais a negociar um assunto demasiado delicado, ou há histórias de pressões e ameaças que não foram ainda contadas -  o que é errado e lamentável? Contem o que se passa, tudo mesmo, pode ser? E não usem entrevistas para enviar recados porque com esta forma de comunicação (???) hoje acabaram por dar mais uma demonstração de asneirada e gerar irritação junto das pessoas, que no fundo são os eleitores que votam.

Nota: estão autorizados a divulgar todas as minhas deslocações a Lisboa, a título pessoal ou por motivos de trabalho, realizadas ao abrigo do subsídio de mobilidade bem como os valores pagos em cada uma delas.

Um bom conselho: nunca ponham a raposa a guardar o galinheiro!



Aquelas estranhas histórias escondidas....


Nunca se conheceu a história deste processo, nunca se conheceram os contornos de certos contratos leoninos e as razões de certas ligações estranhas e dependências ainda mais misteriosas entre o estado e instituições privadas de educação que se limitaram a ficar com tudo o que era retirado às escolas públicas para que fossem satisfeitas clientelas políticas e certos interesses corporativistas. Um livro branco sobre tudo isto faz muita falta para percebermos toda esta história e saber quem são os índios, os cowboys e os assaltantes de diligências....

Se isto fosse na Madeira....


Se isto fosse na Madeira que confusão já não haveria liderada pelo PS exactamente o responsável por estas opções na saúde no Continente, levando a reboque o Bloco e o PCP com a sua comissão de utentes da saúde

Façam a vontade a essa corja de FDP em Bruxelas


Concordo, para resolver o assunto aumentava já a idade da reforma para os 80 ou 90 anos. Que tal Europa de merda? Gostam?

Por favor, não!


Posso pedir um favor? Tenham calma não ponham a carroça à frente dos bois. Quando (se) o oásis virar pesadelo então reúnam e decidam perorar sobre o que entenderem. Não corram riscos, por enquanto. Não há alternativas coisa nenhuma, há apenas soluções de recurso a considerar em situações extremas no Funchal.

domingo, março 25, 2018

As dúvidas sobre o Facebook: e Portugal?

O escândalo do uso de perfis do facebook, quer nas eleições americanas, quer no referendo do Brexit, quer em outras eleições em países tão díspares como o Sri Lanka ou o Quénia - e os outros???? - veio colocar em cima da mesa não apenas a questão recorrente da segurança das redes sociais mas as normas de manuseamento dessas redes para fins que não os originariamente concebidos. O que hoje se discute é o papel que o Facebook tem tido em actos de natureza política - obviamente que o Facebook não ganha eleições como é evidente, mas pode influenciar uma parcela importante de eleitores indecisos - e se as redes sociais são úteis ou não à própria democracia participativa.
Eu gostaria de saber se a empresa envolvida no escândalo do Facebook - cujo presidente, entretanto demitido, esteve na última websummit em Lisboa - também teve práticas criminosas em Portugal, se alguma vez utilizou pelos mesmos métodos perfis de cidadãos portugueses. Gostaria que alguém com responsabilidade e autoridade me respondesse a esta pergunta demasiado simples mas demasiado complexa ao mesmo tempo

sábado, março 10, 2018

Interessa à Madeira: porque estão os turistas britânicos a abandonar Portugal?


Venezuela huye del hambre...


Alerta em defesa do ambiente: britânico filma mergulho num mar de lixo de plástico....


“O país onde o sol escolheu viver”, o vídeo de segurança da TAP


1.856 horas na TV e outros números que retratam os 2 anos de mandato de Marcelo

Se há mote que tem apregoado, é o de que as pessoas são mais importantes do que os números. Mas no caso de Marcelo Rebelo de Sousa, os números podem ser um excelente retrato da pessoa. O Presidente da República tomou posse há precisamente dois anos. É um mandato marcado pela diferença a vários níveis, na proximidade, na rapidez de reação, na clareza de discurso ou no constante comentário da actualidade. Dados fornecidos pela Cision o mostram destaque do Presidente da República na imprensa.

Porto Canal: Universo Porto da Bancada (08 Março 2018)


SIC-Notícias: Quadratura do Círculo (08 Março 2018)


SIC-Notícias: O Eixo Do Mal (03 Março 2018)


Polícia mata homem que protestava por falta de comida na Venezuela

As forças de segurança venezuelanas mataram a tiro um homem que protestava contra a falta de bens alimentares, denunciou na rede social Twitter o deputado da oposição Omar González. O incidente ocorreu em Barcelona, no Estado de Anzoátegui, 330 quilómetros a leste de Caracas, quando a vítima, de 48 anos, protestava contra a falta das chamadas bolsas CLAP, constituídas por cabaes com alimentos subsidiados pelo Estado.
"Com um tiro na cara agentes da polícia mataram um trabalhador que protestava, em Barcelona (Estado de Anzoátegui) porque não chegam as bolsas CLAP à sua comunidade", denunciou Omar González, que identificou a vítima como sendo Carlos Guarimata.
"Indignação nos bairros da zona sul de Barcelona, Anzoátegui, pelo assassinato de trabalhador que protestava por estar a morrer de fome", escreveu o deputado da oposição.

quarta-feira, março 07, 2018

Venezuelanos criaram “Frente Ampla” de luta “contra a ditadura”

Representantes de diversos sindicatos da saúde, académicos e estudantes realizaram na terça-feira uma assembleia de grémios, à qual chamaram "A Venezuela não se rende", para criar uma "Frente Ampla Nacional" de luta "contra a ditadura". O ato teve lugar na Aula Magna da Universidade Central da Venezuela (UCV) e nele participaram ainda vários políticos da oposição, representantes da Conferência Episcopal e da imprensa venezuelana.
“É nosso dever defender a democracia e construir o país. A Venezuela unida não se rende e por isso estamos aqui” disse a reitora da UCV, Cecília Garcia Arocha. A iniciativa serviu para condenar a falta de materiais médicos e as medicas tomadas pelo executivo. “Hoje cabe-nos unirmo-nos. Selar um pacto de bases cidadãs para condenar um Governo que nos tem levado à fome e à miséria”, disse o secretário executivo da Federação de Trabalhadores da Saúde, Pablo Zambrano.

Espanha: Cataluña fue la comunidad que más impuestos creó el año pasado y la que más tributos tiene

Los impuestos propios que aprueban las comunidades son una “jungla inexpugnable" de 82 figuras que gravan hechos tan diversos como cánones al agua, premios al bingo o bolsas de plástico. La calificación la ha dado el presidente del Consejo General de Economistas de España, Valentín Pich, está mañana en la presentación del Panorama de la Fiscalidad Autonómica y Foral 2018, un minucioso informe que año tras año da una instantánea de la realidad tributaria de las regiones. Cataluña lidera la clasificación de impuestos propios creados con 18 figuras, tres de ellos inconstitucionales y 4 creados en 2017: el de estancias de establecimientos turísticos, uno de emisión de elementos radiofónicos, el de bebidas azucaradas, el de emisiones de dióxido (este aún no ha entrado en vigor) y el de activos no productivos. Por todo ello recauda 630 millones, un 3,2% de sus ingresos (mas que la media, que supone un 2,2%, 2.090 millones) aunque pese a tener mas impuestos no es la que más ingresa por este concepto: lo es Canarias, con un 15,8%. Este liderazgo tributario de Cataluña se repite en el IRPF en un segmento muy concreto: es la región donde más impuesto pagan las rentas medias y bajas y las que ingresan hasta algo más de 30.000 euros.

Los problemas de escasez de Venezuela, en imágenes


terça-feira, março 06, 2018

Venezuela retrasa las elecciones del 22 de abril al 20 de mayo

Las elecciones presidenciales en Venezuela serán el próximo 20 de mayo, en lugar del 22 de abril, tal y como estaba previsto, según ha anunciado este jueves Tibisay Lucena, presidenta del Consejo Nacional Electoral de Venezuela, en declaraciones a la prensa. Lucena había informado horas antes la concreción de un "acuerdo de garantías electorales", firmado entre los competidores políticos del país, que contempla la celebración de las elecciones presidenciales en la segunda quincena de mayo. El pacto anunciado incluye la elección de los consejos legislativos estatales y municipales del país y, de momento, excluye la posibilidad de elegir una nueva Asamblea Nacional, tal y como habían insinuado algunos jerarcas chavistas hace pocos días. El anuncio evidencia un sorprendente matiz estratégico, en el cual parece hacerse un último esfuerzo por lograr la participación de parte de la oposición en las elecciones. Aunque muchos analistas consideran los anuncios insuficientes, queda claro que, al menos en el terreno teórico, el chavismo ha hecho algunas concesiones.

Venezuela entre a crise económica e a “mão dura” do regime ‘chavista’

A crise económica e social da Venezuela é vivida em simultâneio com a progressiva dureza do regime político de Nicolás Maduro, que nasceu a partir de um processo democrático agora contestado por opositores. Vários ‘chavistas’, apoiantes do ex-presidente Hugo Chávez, falecido a 05 de março de 2013, dizem acreditar que a revolução avança, mas que é preciso “mão dura” dos governantes para contra-atacar os ataques do imperialismo, o bloqueio internacional e a corrupção interna que se transformou “num grande inimigo”. “A morte do comandante (Hugo Chávez) deu pé a que os adversários internos e externos aumentassem os ataques à revolução. As coisas estão complicadas em quanto à insegurança, aos serviços e à economia, mas em qualquer momento conseguiremos dar a voltar e ressurgir”, disse à Lusa Ricardo Martínez.
Nostálgico pelas últimas recordações do “comandante”, este taxista de 38 anos, passa o dia a “ouvir conversas e queixas” de clientes em Caracas, diz acreditar que o Presidente, Nicolás Maduro, “tem que ser mais firme, no atuar, nas medidas para combater a crise e a população”. “Muitas vezes fico apenas ouvindo o que dizem. As pessoas estão muito radicalizadas, às vezes nem pensam sobre o que dizem e queixam-se de tudo. Vivemos um momento em que ninguém parece ver que há coisas boas a acontecer no país, que estamos lutando para ser nós mesmos”, disse. No entanto, vincou, apesar de Nicolás Maduro ser o “herdeiro” de Hugo Chávez, chegou ao poder fragilizado pelos seus próprios apoiantes que o viam como líder fraco e transitório.
“Cada vez tem mais força, quando fala, e apesar das adversidades tem avançado com o Plano da Pátria (programa de governo), que foi um legado do comandante”, frisou. Johan Lárez, 48 anos, trabalha na área da construção e é crítico da situação. “A economia não anda bem. Como o salário não dá para nada, as pessoas fazem menos arranjos e quase não pintam as casas. Antes ao fim da tarde das sextas-feiras todos os companheiros nos reuníamos para tomar umas cervejas. Agora cada quem segue o seu caminho, procurando trabalhinhos extras para poder garantir comida para a família”, explica. Admitindo que nunca pensou ver “o país numa situação tão grave”, explicou que tem duas crianças a estudar, o que pressiona o orçamento familiar “cada vez mais afetado pelo alto preço das coisas”. “Ficar doente é um luxo. Isso não me pode acontecer, porque sei de pessoas que conseguem os medicamentos, outras que gastam tudo na saúde. Qualquer doença, uma gripe, pode complicar a situação em casa”, disse. Por outro lado, é a mulher que gere os apoios estatais para alimentos a preços subsidiados.
“Ela converteu-se na melhor administradora. Vai aqui, acolá, até conseguir as coisas e ao melhor preço. Adaptou os nossos costumes para poupar”, disse. Vivendo a sul de Caracas, numa casa doada pelo Estado, Maria Escalante, 50 anos, insiste que “jamais votará pela direita” mas lamenta que a sociedade, os pobres e classe média dependam agora cada vez mais do Estado. Diariamente, depois de deixar a filha na escola, viaja todos os dias pelo menos durante 45 minutos para ir trabalhar na capital, desde Charallave a Caracas, um trajeto cada vez mais difícil, porque “quase já não há autocarros da urbanização até ao comboio”.
“A política tem de controlar a economia. Se Chávez (Hugo) fosse vivo as coisas seriam distintas. Quando algo estava mal ele assumia os erros e ordenava ratificar. Há uma guerra económica contra o país, mas nem toda a culpa pode ser atribuída a ela”, explicou. A viver diariamente com um orçamento limitado que a obriga da “fazer bem as contas”, aponta o dedo ao “bloqueio internacional”, à corrupção e ao “falso chavismo” como responsáveis pela crise, mas insiste que os venezuelanos precisam entender “que não podem viver sempre à espera que o Estado lhe dê tudo”. Escalante admite mesmo que a situação poderá vir a agravar-se e adverte que o Governo terá que ser seletivo com os apoios que dá à população, mas também ouvir mais as pessoas que trabalham para manter o país em atividade.
O oficial de segurança Francisco Moncada, 45 anos, continua tão “apoiante” da revolução como antes e lamenta muitos tenham deixado o país. “Há pessoas que não entendem que estamos apenas a passar por uma etapa difícil, agravada por pressões internacionais, mas que vamos sair disto em breve e vê-las regressar. Eu continuo fiel, não emigrarei. Para passar humilhações e dificuldades lá fora, prefiro viver e lutar aqui”, disse (Lusa)

Falando do Aeroporto da Madeira (VI)

Continuo a confiar 100% na TAP e na preocupação de cumprimento dos limites operacionais que a companhia segue, e bem, no aeroporto do Funchal. Por isso recomendo aos patos-bravos que acham que esses limites devem ser alterados sem discussão e sem cuidado e muita cautela, que, caso queiram, viajem todos junto num mesmo avião (se tiverem pilotos disponíveis...) para ver se se borram ou mijam de "cagufa" ou não,  durante as tentativas inevitavelmente fracassadas de aterragem no Funchal! Depois disso, talvez deixem de perorar asneiras. É fácil falar de limites de operacionalidade sentados de sofá. O problema é sempre dos passageiros que andam lá por cima, nas nuvens....

Falando do Aeroporto da Madeira (V)

O problema do aeroporto das Madeira, pelo que já apreciei pessoalmente várias vezes, tem a ver apenas com a dificuldade da estrutura em responder de forma atempada, eficaz e célere a uma situação de crise devido à inoperacionalidade causada pelo vento, e que envolve milhares de afectados. As próprias companhias deviam preparar-se com antecedência para essas situações e salvo a TAP - com muitas limitações - não o fazem.  Falo de dificuldades no que diz respeito ao apoio aos passageiros em terra afectados pela inoperacionalidade, encargos que são da responsabilidade do próprio aeroporto, quer da própria capacidade de resposta de muitas companhias aéreas que operam para a Madeira, repito que não especificamente a TAP, em garantirem de forma célere viagens alternativas aos passageiros afectados. Isso é que dá uma imagem pouco abonatória sobretudo quando as pessoas se queixam através dos meios de comunicação social, algo que todos sabemos ser recorrente. Mas já me disseram também que as companhias não conseguem garantir voos ligações alternativas sem terem a recalendarização dos voos feita pelas próprias companhias aéreas o que condiciona os balcões de atendimento.

Falando do Aeroporto da Madeira (IV)

Recentemente dois aeroportos em Canárias devido ao vento forte, foram palco de situações semelhantes de voos adiados, envolvendo milhares de turistas, mais do que as pessoas que no caso da Madeira são prejudicas nas inoperacionalidades do seu aeroporto. Os aviões foram desviados para vários aeroportos, dois deles para o Porto Santo. E qual foi o drama disso? Canárias "só" tem anualmente mais de dez vezes mais os turistas que a Madeira recebe. Só isso. Será que isso penaliza aquele destino turístico? Não me gozem.

Falando do Aeroporto da Madeira (III)

Será que algum inteligente acha que é chique obrigar os passageiros que viajam com destino ao Funchal a passarem por pesadelos nas tentativas de aterragem no Funchal só para que as companhias não cancelem voos e o aeroporto da Madeira não seja notícia recorrentemente pelos mesmos motivos? E se for notícia, qual é o problema disso? Por mim, para que nem restem dúvidas, todas as companhias que operem no Funchal acima dos limites de operacionalidade deviam ser multadas e denunciadas junto dos organismos internacionais.

Falando do Aeroporto da Madeira (II)

O que esta situação em torno do Aeroporto da Madeira  suscita - antes não, mas agora sim, dada a frequência de situações de inoperacionalidades - é a necessidade urgente de estudar uma alternativa, caso ela exista, nomeadamente retomando a abordagem ao Porto Santo, identificando vantagens e inconvenientes, enumerando obstáculos, incluindo em termos de apoio em terra, etc. Pessoalmente preciso ser convencido que os turistas desviados para o Porto Santo devido ao vento, farão uma "bela" viagem de barco de 2 horas e meia entre as duas ilhas, sujeitando-se a mar alteroso e ventos com a mesma intensidade que apresentam no aeroporto.

Falando do Aeroporto da Madeira (I)

Vamos ser pragmáticos: se temos ventos fortes no Aeroporto da Madeira (acima dos 50 km e com rajadas de 100 ou mais Km), muito para além dos limites racionais e lógicos da operacionalidade em vigor, e tratando-se de uma ilha turística que não pode ser prejudicada por aventuras e pela demagogia barata em torno da utilização do aeroporto em condições extremas, qual é o drama de não haver ligações de e para a Madeira nesse contexto? Ainda bem que não há. Ponto parágrafo!

Venezuela: Maduro puede poner en jaque al dólar, ¿sabe cómo?

Hace unos meses, aprovechando una charla sobre Blockchain y criptoactivos a la que acudían unos buenos amigos venezolanos, estuve trasteando con la información disponible existente sobre el petro, la que iba a ser la primera de las criptomonedas respaldada por un Gobierno, con capacidad de pago local y colaterizada por un activo físico como es el petróleo. Por orden de Maduro, la compañía estatal de petróleos venezolana (PDVSA) está obligada a realizar sus transacciones en petros y tanto servicios públicos como privados (consulados, hoteles…) pueden aceptar la criptomoneda como medio de pago legal. La primera conclusión que saqué de la lectura inicial fue la de estar no ante una criptomoneda al uso sino ante una nueva fórmula para intentar obtener financiación y con el objetivo claro de evitar el bloqueo financiero al que está sometido Venezuela. Aprovechando la fiebre existente en el mundo de las criptomonedas, nada como un buen golpe de ingenio para subirse al carro consiguiendo notoriedad y, si sale bien, hasta 6.000 millones de dólares a un precio del barril de petróleo en 60 USD.

Sin medicinas en Venezuela


Espanha: Madrid, País Vasco y Navarra, las regiones más competitivas

Más allá de la política, la economía divide España de Norte a Sur en dos mitades ante el diferente desempeño de las comunidades. El Consejo General de Economistas publicó ayer un estudio en el que mide la distinta competitividad regional según varios parámetros. La comunidad más competitiva en 2016 pero también en todos los años de la crisis es Madrid, con un 71% más que la media. Le sigue País Vasco (que desde 2012 ha desbancado en el segundo puesto a Navarra, tercera en el ranking) y Cataluña (un 30% más competitiva que la media), en cuarto lugar al menos desde 2008, primer ejercicio al que se remonta el estudio. El efecto capital y los bajos impuestos explican el liderato de Madrid. Las últimas comunidades del ranking son Extremadura (un 53% por debajo de la media nacional), Andalucía (un 39,4% de distancia), Castilla-La Mancha (-30,55), Canarias (un 28,9% por debajo) y Murcia (un 25%), todas sureñas. Pese a que la crisis apenas ha variado el ranking, ello no quiere decir que no haya habido cierta convergencia regional en algunos casos estos años. Andalucía es, junto a Baleares, la comunidad que más ha mejorado su competitividad desde 2008: ha aumentado su atractivo un 27,4%, líder junto al 27,9% de Baleares. Entre las comunidades con una competitividad por debajo de la media, ambas regiones, junto a Canarias, Cantabria, Castilla y León y Comunidad Valenciana han elevado su pujanza desde 2008 con mayor rapidez que el resto, por lo que sus economías están convergiendo con las de las regiones más atractivas.

Los presos venezolanos comen ratas para matar el hambre

Comer basura o comer ratas a veces es la única opción en Venezuela. Alejandro Manuel Mago Coraspe, de 41 años, tuvo que mitigar su hambre en la prisión cazando ratas hasta que una de ellas –infectada– lo mandó al hospital Ruiz y Páez de Ciudad Bolívar, al sur del país. El recluso presenta un cuadro severo de desnutrición e intoxicación por haberse comido una rata probablemente envenenada. La salud de Mago Coraspe, encarcelado desde hace ocho meses por haber robado un coche, es precaria. Tiene las piernas y los pies inflamados, pero esto no le ha impedido contar su tragedia a la ONG «Una ventana a la libertad», que lucha por los derechos humanos en las cárceles venezolanas. Acostado en su cama clínica con un brazo esposado y una Biblia en la mano, el preso admite que no era la primera vez que comía ratas: «Yo las he comido varias veces, por la necesidad, por el hambre. Pero las que me comí recientemente no las mate yo, las agarré muertas del contenedor de basura que tenemos en el penal. Las cocinamos, pero quedaron como crudas. Así mismo las comimos. Yo creo que estaban envenenadas y por eso me cayeron mal. Las otras que me he comido las he matado yo», relató de forma pausada.

Venezuela huye del hambre

Una pareja joven, veintitantos años, llega junto a su niño, casi casi recién nacido, al mercado de Cúcuta. Se quedan pegados mirando fijamente a la vitrina de uno de los puestos. Y rompen a llorar.  Llevan meses, casi un año sin ver una pastilla de jabón. Un bote de desodorante. Un frasco de colonia. Acaban de cruzar el Puente de Simón Bolívar, que se ha convertido en uno de los lugares más transitados del mundo. En la frontera entre Venezuela y Colombia, los gritos de un niño se mezclan con ritmos de salsa y merengue. El sol y las nubes se alternan en el cielo, pero hace calor, bastante calor, la humedad se te pega a la piel, y cuesta distinguir la ropa del sudor. Un mercado caótico domina la escena. A la venta, productos de todo tipo y color: patatas negras, zapatos usados, cortes de pelo, pañales, papel higiénico, cebollas, motocicletas…Un camino que recorren, cada día miles de venezolanos en éxodo, huyendo de la ruina que arrasa su país. La pobreza ataca a todos los grupos sociales, como explica Expósito: ”mujeres famélicas que cruzan, entremezcladas con otras absolutamente operadas. Un contraste imposible.”
“Llegan aquí, ven la vitrina y se ponen a llorar. Llevan años sin ver un jabón o un desodorante”.