domingo, novembro 13, 2016
Televisão: TVI à venda e donos da PT estarão interessados
A Prisa voltou a colocar à venda o grupo Media Capital, que detém a TVI. O grupo espanhol já mandatou dois bancos de investimento para procurarem comprador para os ativos. A Altice, os donos da PT Portugal, já terão sido abordados para uma eventual compra, noticia o Expresso. A Altice não comentou o tema, segundo o semanário, mas é conhecido o interesse do grupo francês nos media, tendo por diversas já manifestado a intenção de reforçar o portefólio com novos ativos.
Jornalismo: Impresa regista prejuízos de 585 mil euros até setembro
A Impresa registou prejuízos de 585 mil euros até setembro, resultados "penalizados pelos custos de reestruturação" e que comparam com um lucro de 1,1 milhões de euros em igual período de 2015, anunciou esta terça-feira a dona da SIC. Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Impresa adianta que nos primeiros nove meses do ano o resultado líquido foi negativo, afetado "pelos custos de reestruturação, de cerca de um milhão de euros". No terceiro trimestre, o grupo registou prejuízos de 1,8 milhões de euros, o que compara com um lucro de 416 mil euros no período homólogo. Entre janeiro e setembro, as receitas consolidadas recuaram 8,9% para 149,8 milhões de euros, e no terceiro trimestre atingiram 45,3 milhões de euros, uma quebra de 14,5% face ao ano anterior.
Televisão: Canais ganham menos com chamadas e SMS
As receitas dos canais privados com o negócio das chamadas de valor acrescentado continuam em quebra. De acordo com os relatórios e contas da Media Capital e da Impresa, relativos aos primeiros nove meses de 2016, os dois canais perderam, em conjunto, cerca de oito milhões de euros nesta área de negócio face ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março, a Media Capital, dona da TVI, teve proveitos com este negócio de aproximadamente 11,6 milhões de euros, uma perda superior a quatro milhões de euros.
Gestão da publicidade vai ser mais flexível
O limite de tempo da publicidade televisiva pode passar a ser distribuído de uma forma diferente Foto Getty Images A União Europeia quer tornar mais "flexível" a gestão dos tempos publicitários feita pelos canais de televisão. Bruxelas está a debater uma nova diretiva que, caso seja aprovada, permitirá às estações escolher quantos minutos de publicidade querem passar em cada hora, respeitando sempre um limite diário. Ou seja, em vez de existir um limite para a emissão de minutos publicitários por hora (12 minutos no caso da SIC e TVI e seis no caso da RTP 1) os canais passarão a ter um limite diário que será gerido como quiserem.
Televisão: Administração da RTP paga a consultora que a avalia
Foi a administração da RTP que contratou, por ajuste direto, a consultora que está a realizar a auditoria de análise e avaliação do cumprimento das obrigações de serviço público de rádio e televisão em 2015. Um estudo encomendado pelo Conselho Geral Independente (CGI) que prevê uma análise da atividade do próprio conselho de administração. Questionado pelo CM sobre se não considera existir conflito de interesses nesta situação, fonte oficial da administração da RTP esclareceu que "foi o CGI que decidiu que empresas queria consultar e constituiu um júri para a escolha da consultora que implementaria o estudo".
Jornalismo: Marido de Maria Luís paga 3 mil euros por difamação e injúrias
António Albuquerque, marido da ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, vai ter de pagar uma indemnização de 3 mil euros por injúrias e difamação, avança o Observador. Em causa estão ameaças por SMS enviadas em 2014 ao jornalista Filipe Alves. O acordo foi alcançado esta segunda-feira e envolve também, segundo a publicação, um "pedido expresso de desculpas" de António Albuquerque ao jornalista. Metade do valor da indemnização será entregue a Filipe Alves enquanto a outra parte irá para a Casa da Praia, uma instituição de solidariedade social.
Jornalismo: ERC aguenta até novo regulador ser definido
Cinco anos depois de ter tomado posse, terminou ontem o mandato do atual conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). No entanto, Carlos Magno (presidente), Arons de Carvalho (vice-presidente), Luísa Roseira, Rui Gomes e Raquel Alexandra (vogais) vão manter-se em funções até que o Parlamento nomeie quatro novos elementos para o organismo. Por sua vez, estes nomes cooptarão um quinto e escolherão, entre si, qual ocupará o lugar de presidente do regulador dos media. Ao que o CM apurou, o Parlamento só elegerá os novos membros da ERC após a conclusão do debate e aprovação do Orçamento do Estado para 2017. A intenção é que o dossiê fique fechado até ao fim do ano, evitando assim que se repita o sucedido em 2011, quando o anterior conselho teve de esperar mais de oito meses até ser substituído. De resto, durante uma audição no Parlamento, no fim de setembro, o vogal Rui Gomes apelou mesmo aos deputados para ser "substituído logo no dia a seguir" ao fim do mandato, ou seja, ontem. Um desejo que, sabe o CM, era comum aos cinco membros do conselho regulador, que até já têm novos projetos profissionais em vista, mas que terá agora de ser adiado. Mas até que sejam substituídos, os atuais membros vão manter-se em funções. Aliás, ainda ontem ocorreu a reunião semanal do conselho regulador. Contactado, Carlos Magno não fez declarações (Correio da Manhã)
Televisão: Finanças vão entregar mensalmente contribuição de audiovisual à RTP
O ministro da Cultura disse que a contribuição para o audiovisual será entregue à RTP mensalmente pela Autoridade Tributária, acrescentando que o Governo não usará esse mecanismo para governamentalizar o serviço público de rádio e televisão. "O Governo assegura que a transferência será feita mês a mês, conforme for recebida pela EDP", disse hoje Luis Filipe Castro Mendes na audição conjunta das comissões de Orçamento e Finanças e de Cultura e Comunicação. O governante respondia assim a questões dos deputados sobre a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), que introduz uma alteração à lei que regula o financiamento do serviço público de televisão, em que a Contribuição para o Audiovisual (CAV), depois de cobrada aos consumidores, passa a ser entregue pelas empresas de eletricidade à administração fiscal e não diretamente à RTP, ao contrário do que tem acontecido desde 2003. Por causa desta alteração no modelo de cobrança da CAV, o Conselho Geral Independente (CGI) da RTP alertou para o risco de "governamentalização do serviço público de televisão", e mais recentemente também os trabalhadores da RTP enviaram uma carta aberta ao primeiro-ministro, António Costa, em que consideram que "a apropriação" da Contribuição para o Audiovisual pelas Finanças "reveste-se de extrema gravidade e coloca em causa a existência" da empresa e do serviço público que a mesma presta em Portugal.
Jornalismo: CM lidera entre os generalistas e é o segundo jornal mais lido online
O site do Correio da Manhã reforçou em outubro a liderança entre os jornais generalistas e ascendeu à segunda posição na tabela dos sites de informação mais visitados em Portugal, tradicionalmente liderada pela imprensa desportiva. O CM registou 22,7 milhões de visitas, batendo a concorrência direta. O JN registou no mesmo período 21,6 milhões de visitas, o DN teve, 12,2 milhões, o Público 11,4 milhões, o site Notícias ao Minuto 10,3 e o Expresso 8,8 milhões de visitas.
Televisão: CMTV líder no cabo
A CMTV é cada vez mais o canal preferido dos portugueses, e agora passa a liderar também o horário nobre. Dados finais acabados de divulgar pela empresa que mede audiências mostram que outubro foi o melhor mês de sempre da CMTV. A CMTV é o líder absoluto na televisão por cabo, a grande distância de todos os concorrentes. A televisão do Correio da Manhã registou um share mensal de 2,7%, a grande distância da SIC Notícias que ficou em segundo e da TVI 24 que ficou em terceiro. A CMTV lidera também acima da RTP 2 e RTP 3 isto apesar de a CMTV estar apenas em 80% do mercado de televisão por cabo. A partir deste mês, a CMTV lidera também no horário nobre, ultrapassando todos os concorrentes de informação nacional (Correio da Manhã)
Televisão: CMTV conquista liderança no horário nobre
A CMTV (canal 8 do MEO e NOS) conquistou em Outubro a liderança no horário nobre entre os canais de informação nacional. No período entre as 19 horas e a 1 da manhã, horário em que se concentra o maior volume de espectadores e também de investimento comercial, a CMTV registou um share médio mensal de 2,16%, ultrapassando a Sic Notícias, que registou 2,08%. Nos últimos lugares ficaram a TVI 24, com 1,84%, e a RTP3, com 0,91. A liderança no horário nobre reforça a preferência dos portugueses pela televisão do Correio da Manhã, visto que em outubro a CMTV também registou o melhor mês de sempre na média diária, e com a liderança absoluta no cabo. Todos os dados são fornecidos pela GFK. Saliente-se que a CMTV é emitida apenas em 80% do cabo (MEO e NOS), enquanto os outros canais são emitidos em todas as plataformas (Correio da Manhã)
Televisão: Ficção da RTP vista por menos de 250 mil
A aposta da RTP na transmissão de séries de ficção nacional em horário nobre está a ser um fracasso de audiências. E até já merece críticas da concorrência. "A RTP está a trabalhar para outro país. Já não é para Portugal", ataca Bruno Santos, diretor-geral de antena e programas da TVI, lembrando que "a série espanhola ‘Príncipe’, emitida na RTP 2, tinha mais audiências do que as séries de produção nacional na RTP 1 à mesma hora".
Jornalismo: Impresa rescinde com 20 trabalhadores
O Sindicato dos Jornalistas disse à Lusa que pediu uma
reunião urgente com o grupo Impresa, dono do Expresso, da SIC e da Visão, entre
outros, na sequência da denúncia da existência de um plano de cortes de
pessoal, que decorreu na sexta-feira. A Impresa rescindiu com cerca de 20
trabalhadores, 10 dos quais da revista Visão, disse a presidente do Sindicato
dos Jornalistas, enquanto o grupo explicou que a “forte queda nas receitas
publicitárias” levou à necessidade de “encolher a estrutura” da revista. avança
a Lusa citada pelos sites noticiosos. O Sindicato dos Jornalista já pediu
reunião para obter explicações do Grupo de Francisco Pinto Balsemão. O
Sindicato dos Jornalistas criticou “a seletividade do processo”, disse Sofia
Branco, que acrescentou que vão sair “10 pessoas da Visão, quase um terço da
redação, o que representa um esvaziamento brutal” e terá “impacto editorial”.
Estas rescisões voluntárias, segundo o sindicato, afetam essencialmente a
revista Visão e o jornal Expresso e tinham como objetivo chegar perto das 20
pessoas, incluindo outras publicações do grupo. Na reunião com a Impresa, onde
esteve presente o responsável pelos recursos humanos, Eduardo Gomes, e o
diretor-geral de informação, Ricardo Costa, referiu a presidente do SJ, foi
avançado que “já aceitaram a rescisão mais de 20 pessoas”, tendo sido
garantindo que o processo “fica por aqui” e que não se alargará à estação
privada do mesmo grupo, a SIC (Jornal Economico)
Sondagem: Marcelo desce na popularidade pela primeira vez
No barómetro SIC/Expresso deste mês, os socialistas já
conseguem sozinhos o mesmo resultado que PSD e CDS somados. Mas há mais
novidades no estudo da Eursondagem: quase metade dos inquiridos defende que Rui
Rio deve candidatar-se à liderança do PSD e a maioria acredita que o ex-autarca
do Porto seria melhor líder que Passos Coelho. Até o Presidente da República
caiu na popularidade.
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