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quarta-feira, janeiro 01, 2020

630 milhões de euros gastos com proteção do ambiente

Os dados do INE, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest e na sua aplicação web Municípios Online, mostram que em 2017 os municípios portugueses despenderam de 630 milhões de euros em proteção do ambiente. Segundo os dados do INE, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index e na sua aplicação web Municípios Online, em 2017, os gastos municipais em proteção do ambiente foram de 630 milhões de euros. Este valor corresponde a uma média de 61 euros por habitante. As despesas registadas em 2017 correspondem a um aumento de 19% face a 2001. Viana do Castelo, Mourão, Cascais, Cartaxo e Ourique estão entre os concelhos onde o acréscimo de despesas com o ambiente foi maior neste período. Os gastos municipais com o ambiente equivalem a uma média de 61 euros per capita, chegando a 541 euros per capita no município do Cartaxo e a 352 euros per capita em Barrancos. Mourão, Góis, Gavião, Sardoal e Cascais são também concelhos em que a despesa per capita com a proteção do ambiente ultrapassou os 200 euros.

sábado, dezembro 07, 2019

sexta-feira, outubro 04, 2019

ONU confirma o pior cenário para Portugal

A imagem do Terreiro do Paço submerso no final do século não é nova, mas foi esta semana confirmada pelo mais recente relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) dedicado aos oceanos e à criosfera (partes congeladas da Terra). O documento, divulgado esta quarta-feira no Mónaco, iça a bandeira vermelha para o planeta azul e alerta para a “urgência” de ações “ambiciosas e coordenadas” para reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito de estufa já a partir de 2020. Só assim, dizem os cientistas, se podem enfrentar as mudanças “sem precedentes”, algumas das quais já se fazem sentir de forma “irreversível”.
No que toca a Portugal, o relatório não entra em pormenores, mas o investigador Carlos Antunes não tem dúvidas de que o documento do painel científico da ONU (que resulta da compilação de mais de 7000 estudos produzidos por mais de 100 cientistas) confirma as projeções que a sua equipa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa traçou para o território português na “Cartografia de risco costeiro associado à subida do nível do mar como consequência das alterações climáticas”.

quinta-feira, setembro 12, 2019

Por que razão arde a Amazónia?

A desflorestação é a primeira resposta mas não a única. Há mais. Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos (Expresso)

sábado, junho 01, 2019

Sabe o que Estarreja, Almada e Cascais têm em comum? Não é nada bom...

Cerca de 92% da população mundial respira ar poluído e este tipo de poluição já mata mais do que o tabaco. É em África e na Ásia que as populações são mais afetadas. Por cá, Estarreja, Almada e Cascais são as cidades com maior índice de poluição atmosférica. Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos (Expresso)

segunda-feira, março 18, 2019

Mobilidade: portugueses cada vez mais adeptos dos carros elétricos

Aposta nos veículos elétricos permite poupança na carteira dos portugueses. Só nos primeiros dois meses deste ano venderam-se mais de mil veículos elétricos, cerca de 25% das vendas totais registadas o ano passado  (Infografia Mário Malhão, Jornal Económico)

sexta-feira, março 08, 2019

Carvão: Europa prepara transição em 2030 para fontes de energia menos poluentes


Cada vez que o preço do carvão cai, os produtores de eletricidade aumentam a sua utilização nas centrais, apesar das unidades mais antigas estarem condenadas por poluírem muito. A UE quer energia mais limpa a partir de 2030. Mas ainda há novas centrais em fase de construção. Em 2017 o consumo de carvão aumentou pela primeira vez desde 2013 (infografia do Jornal Económico, por Mário Malhão)

sexta-feira, fevereiro 01, 2019

Carvão: Europa prepara transição em 2030 para fontes de energia menos poluentes

Cada vez que o preço do carvão cai, os produtores de eletricidade aumentam a sua utilização nas centrais, apesar das unidades mais antigas estarem condenadas por poluírem muito. A UE quer energia mais limpa a partir de 2030. Mas ainda há novas centrais em fase de construção. Em 2017 o consumo de carvão aumentou pela primeira vez desde 2013 (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

Centrais eólicas marítimas em crescimento até 2030

As centrais offshore europeias vão estar na rota do crescimento na próxima década. Os 16 gigawatts (GW) existentes no final de 2017 podem evoluir para quase 100 GW até 2030, segundo a previsão mais otimista da Wind Europe. Portugal deverá desenvolver 175 megawatts (MW) até 2030, com o Reino Unido, a Alemanha e a Holanda a liderarem este crescimento. Já a EDP Renováveis está atualmente a desenvolver projetos num total de 3.567 MW para entrarem em operação até 2022, em Portugal, França, Reino Unido e Estados Unidos (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

sábado, janeiro 31, 2015

20 fotografías que evidencian la excesiva polución en China



La contaminación empieza a ser un problema grave en China, donde los niveles de polución han sobrepasado los límite. La neblina gris, sucia y espesa se cierne sobre Pekín cada vez con más frecuencia y sus ciudadanos viven expuestos a la toxicidad de los compuestos que quedan suspendidos en el aire. La falta de respeto por el medio ambiente ha afectado a la agricultura del gigante asiático, los casos de cáncer de pulmón se han multiplicado y el diagnóstico ha empeorado. Las autoridades chinas movilizaron a principios de año a técnicos mediambientales para poner en jaque a las industrias contaminantes, está por ver si estos esfuerzos son suficientes y llegan a poner coto a la sangría a la que están sometiendo al planeta (ElConfidencial)

domingo, janeiro 25, 2015

O aumento da temperatura dos oceanos pode matar estes recifes de coral

Segundo o Observador, "um modelo criado por uma equipa de investigadores verificou que a subida de um ou dois graus Celsius é suficiente para reduzir a Grande Barreira de Coral para 10% do tamanho atual. A Grande Barreira de Coral, que já foi considerado um dos recifes de coral mais prístinos do mundo, perdeu mais de metade dos corais nos últimos 27 anos. As atividades humanas são as principais responsáveis – sobrepesca, poluição costeira e emissão de gases com efeito de estufa. Mas os investigadores receiam que o aumento de mais um ou dois graus Celsius possa fazer com que a Grande Barreira de Coral se reduz a menos de 10% do tamanho original, conforme publicado na revista científica Ecological Society of America. O modelo criado pela equipa de investigadores baseou-se nos dados recolhidos em 46 recifes ao longo de dez anos – de 1996 a 2006 e indica que “é mais do que provável que o aumento de um ou dois graus Celsius leve ao declínio da cobertura de corais e a mudanças na estrutura da comunidade”, conforme disse em comunicado Jennifer Cooper, primeira autora do estudo e aluna na Universidade James Cook. “Se o nosso modelo estiver correto a Grande Barreira de Coral vai parecer muito diferente à medida que a temperatura do mar aumenta.” A Grande Barreira de Coral contém a maior variedade de corais – 400 tipos -, 1.500 espécies de peixes e quatro mil tipos de moluscos. Esta reserva natural foi considera Património da Humanidade pelas Nações Unidas em 1981, mas neste momento está na Lista do Património Mundial em Perigo. O aumento da quantidade de carbono na atmosfera leva à subida da temperatura global, com consequente subida da temperatura nos oceanos, e a acidificação das águas, com a dissolução do carbono no oceano. Com o aumento da temperatura e acidez das águas o esqueleto calcário dos corais é destruído levando à morte destes organismos e à destruição dos recifes, que servem de habitat a uma grande variedade de espécies. A poluição das águas, carregada de nutrientes, e o aumento da temperatura também promovem o crescimento das algas que ensombram os corais impedindo-os de crescer"

sexta-feira, dezembro 05, 2014

Ritmo de subida do nível do mar em Portugal duplicou desde 2000

"O nível médio do mar em Portugal subiu desde 2000 ao dobro do ritmo das últimas duas décadas do século XX. Mas apesar dos evidentes riscos que esta aceleração representa para a costa portuguesa, as acções e investimentos na protecção do litoral não têm seguido qualquer lógica consistente, variando muito mais em função de circunstâncias políticas e meteorológicas. Estes são dois elementos que constam do relatório de uma comissão nomeada pelo Governo para, mais uma vez, avaliar o que o país precisa para evitar ou enfrentar os problemas de erosão que afectam gravemente vários pontos da costa. O relatório, ainda numa versão preliminar, faz uma análise detalhada dos pontos críticos do litoral e diz que só para repor em circulação a areia que faz falta à costa serão necessários 221 milhões de euros nos próximos seis anos e 734 milhões até 2050. A falta de sedimentos, sobretudo devido à sua retenção nas barragens, combina-se com a subida do nível do mar numa fórmula perfeita para a erosão costeira. Segundo o relatório, o nível do mar medido em Cascais aumentou 4,1 milímetros por ano entre 2000 e 2013. A taxa é superior à observada nas duas décadas anteriores, que foi de 2,1 milímetros por ano. Ao longo de quase todo o século XX, o aumento foi de 1,9 milímetros por ano, embora tenha havido pelo menos um curto período, entre 1920 e 1930, com valores semelhantes aos actuais. Para tentar travar o avanço do mar e repor os sedimentos que vão desaparecendo da costa, o Governo gastou nos últimos 20 anos 196 milhões de euros, dos quais 52% foram utilizados em obras pesadas, como esporões. As obras ligeiras, como a alimentação artificial das praias e o reforço das dunas, representam 38% deste investimento e apenas 8% foi gasto em intervenções nas arribas (Texto dos jornalistas do Público, MARISA SOARES e RICARDO GARCIA, com a devida vénia)

quarta-feira, novembro 19, 2014

Um ano de emissões de dióxido de carbono em vídeo da NASA

"A NASA desenvolveu um modelo para melhor compreender como o dióxido carbono produzido no mundo viaja pela atmosfera. Como resultado, produziram uma animação de alta resolução que mostra como este gás se desloca e como a intensidade da sua concentração varia durante um ano. O dióxido de carbono (CO2) trata-se de um gás cuja concentração tem influência no clima e cujas emissões crescentes estão no centro do debate das alterações climáticas. No vídeo lançado pela NASA, criado no Goddard Space Flight Center, é possível ver como os torvelinhos de CO2 são dispersados pelos ventos após serem emitidos, e transportados para longe das suas fontes originais. Também é possível observar a partir do vídeo - que mostra a evolução dos níveis e movimentação de CO2 entre janeiro e dezembro de 2006 - a diferença entre as emissões do hemisfério sul e do hemisfério norte, onde estas são muito mais significativas. É por isso que quando chega a primavera ao hemisfério norte, os níveis de concentração de dióxido de carbono diminuem expressivamente. Durante a primavera e o verão, as plantas têm um papel muito mais importante na absorção do gás do que no inverno, quando estão menos ativas. O vídeo foi produzido com um modelo chamado GEOS-5, que foi desenvolvido pelos cientistas do Goddard Space Flight Center a partir de um simulador, o Nature Run. Segundo a NASA, o Nature Run "ingere dados reais sobre as condições atmosféricas e as emissões de gases de efeito-estufa e partículas, tanto naturais como feitos pelo homem". Depois, o modelo simula o comportamento natural da atmosfera terrestre. As cores no vídeo representam níveis diferentes de concentração de CO2, sendo que o azul escuro é cerca de 375 partes por milhão (ppm) e o vermelho escuro cerca de 385ppm. A branco e cinzento podem ver-se as emissões de monóxido de carbono" (fonte: DN de Lisboa)


segunda-feira, outubro 06, 2014

A natureza fala com a voz de Julia Roberts

A organização Conservation International lança segunda-feira uma campanha com o lema "A natureza não precisa de pessoas. As pessoas precisam da natureza." A campanha Nature is Speaking é apoiada e protagonizada por estrelas do cinema como Julia Roberts, Harrison Ford, Kevin Spacey, Edward Norton ou Robert Redford. A campanha traz uma série de filmes de poucos minutos, nos quais personalidades de Hollywood dão voz a personagens da natureza: o oceano, a floresta tropical, a água. Mas em vez de pintar a natureza como uma vítima do Homem, como é frequentemente feito, esta campanha mostra-a como intemporal, e farta dos caprichos dos humanos (DN de Lisboa)


quinta-feira, outubro 02, 2014

Degelo concentrou 35 mil morsas numa praia do Alasca

Li no Observador que "em setembro, no Ártico, registou-se a 6ª área coberta por gelo mais pequena desde 1979. É esta a razão, dizem os cientistas, para cerca de 35 mil morsas se terem reunido numa praia do Alasca. Ir ao fundo do mar cansa. Especialmente quando se tem de voltar à tona para caçar oxigénio. Mas é lá, no leito, que estão os moluscos ou os camarões para leão marinho comer. Após caçar e encher a barriga — de preferência, em águas pouco profundas e de temperatura bem fria –, esta espécie tem o hábito de descansar no topo de ilhas de gelo. Só há um problema: essas ilhas estão a encolher e a desaparecer. E isso nota-se no Alasca. É neste território norte-americano, perto de Point Lay, na costa do Mar de Chukchi, que esta semana foi fotografado um aglomerado com cerca de 35 mil morsas numa praia. Juntos e encavalitados uns sobre os outros. Porquê? Os biólogos e cientistas suspeitam que tudo se deve ao degelo — e à consequente redução das zonas disponíveis para os animais descansarem e procriarem. Apesar de não ser inédito, o fenómeno é estranho. Sobretudo por não ser normal um tão grande número de morsas aparecer naquela região (Oceano Ártico), nesta altura do ano. No meses de verão é usual que a espécie migre para norte, rumo ao Mar de Chukchi, onde, explicou a Vox, o gelo demora mais tempo a derreter e as águas, menos profundas, tornam mais fácil caçar por alimento.
Depois, quando chegam os meses de inverno, e já após a época de acasalamento, os morsas migram para sul, também devido ao habitual crescimento da área coberta por gelo. Eis o problema — de acordo com a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOOA), a agência meteorológica norte-americana, em setembro registou-se a sexta área coberta por gelo mais pequena, no Ártico, desde 1979. Ou seja, os morsas ficaram com menos locais para repousarem. De quem é a culpa? Do aquecimento global. Logo, e em parte, de todos nós. É por aqui, dizem os cientistas, que se explica a presença dos cerca de 35 mil animais numa praia do Alasca. Onde nem sequer há gelo. “Estes morsas, essencialmente, ficarem sem gelo longe da costa, e não tiveram outra hipótese: tiveram que vir para a costa”, defendeu Chadwick Jay, um ecologista do Serviço Geológico dos EUA, residente no Alasca e citado pelo The Guardian. Este, aliás, é o sexto dos últimos oito anos em que se deteta um grande aglomerado de morsas numa praia banhada pelo Oceano Ártico. Em 2010, à volta de 30 mil animais se concentraram também em Point Lay, e, o ano passado, chegaram a ser 10 mil. E qual é o perigo de estarem tantos animais juntos? No caso das crias, por exemplo, correm o risco de serem esmagadas por animais adultos caso surja um urso polar, ou até um humano, que assuste os morsas e os faça fugiram em debandada. E foi por este motivo que, esta quinta-feira, a Federal Aviation Authority, entidade que controla o espaço aéreo norte-americano, alterou a rota de vários voos, além de pedir aos pilotos que voassem acima dos 2 mil pés de altitude e a pelo menos uma milha (cerca de 1,6 quilómetros) de distância"

quarta-feira, outubro 01, 2014

Auroras e relâmpagos como nunca viu

Há quatro meses na Estação Espacial Internacional, o astronauta alemão Alexander Gerst aproveita o tempo livre para captar imagens fantásticas do planeta Terra.Quando a radiação solar entra em contacto com algumas partículas da atmosfera forma auroras. A Estação Espacial Internacional encontra-se a cerca de 400 quilómetros de altitude. Como viaja a 28.800 quilómetros por hora, dá a volta ao planeta em apenas 90 minutos, fazendo com que os astronautas a bordo vejam, em cada dia, o Sol nascer e pôr-se 16 vezes. De cada vez que completa uma volta move-se cerca de 2.200 quilómetros para oeste, cobrindo uma nova área do planeta. Antes de ter sido escolhido como astronauta da Agência Espacial Internacional, Alexander Gerst era geofísico e vulcanólogo. Agora, a bordo da EEI, é responsável por várias experiências científicas nas áreas da física, biologia, fisiologia humana e radiação" (Observador)