A antiga ministra do Interior chegou ao cargo de primeira-ministra na sequência da demissão de David Cameron
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quinta-feira, dezembro 13, 2018
quinta-feira, setembro 03, 2009
Princesa Diana morreu há 12 anos
Foi uma das figuras mais marcantes do século XX. Morreu num acidente de automóvel, quando passava o túnel da Alma em Paris.
quarta-feira, agosto 26, 2009
Gordon Brown diz ter sentido "raiva e repulsa" pela recepção Megrahi na Líbia
Segundo escreve a jornalista do Jornal I, Sara Sanz Pinto, Gordon Brown disse ter sentido "raiva e repulsa" pela recepção festiva do terrorista de Lockerbie, Abdelbaset al Megrahi, na Líbia. Estes foram os primeiros comentários do primeiro-ministro britânico em relação à controversa libertação, por compaixão, de uma prisão escocesa, do responsável pela morte de 270 pessoas em 1988. Brown disse que o governo britânico “não teve qualquer participação” na libertação de Megrahi e insistiu que a “luta contra o terrorismo é absoluta”. “Quando conheci o coronel Muammar Khadafi (líder da Líbia) este verão, deixei absolutamente claro que não teríamos qualquer participação no futuro de Megrahi”, explicou Brown".
segunda-feira, dezembro 29, 2008
600 mil britânicos podem perder emprego em 2009
Foi hoje anunciado que "cerca de 600 mil pessoas podem perder o emprego no Reino Unido no próximo ano, devido à recessão que se irá instalar numa das maiores economia da União Europeia. A confirmar-se este valor, será o pior nível de desemprego num ano desde 1991, antecipa a Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD).A queda da economia será particularmente grave no Reino Unido e com ela virá mais desemprego, que aproximar-se dos três milhões de pessoas. “No final de 2009, os números do desemprego e das pessoas que estão à procura de emprego podem aumentar para 2,8 milhões, um milhão a mais do que no Verão deste ano”, defende John Philpott, director económico da CIPD".
terça-feira, dezembro 23, 2008
Economia britânica regista a maior contracção desde 1990
"A economia do Reino Unido contraiu-se mais do que o esperado no terceiro trimestre deste ano, com o Produto Interno Bruto (PIB) a cair 0,60% face ao trimestre anterior, revelou hoje o Gabinete Nacional de Estatísticas em Londres. Estes dados desiludiram a maioria dos economistas contactados pela Bloomberg que, tal como o gabinete de estatísticas de Londres, esperavam uma contracção da economia britânica de 0,50%. A contracção do PIB foi motivada pela quebra de actividade no sector dos serviços, que desceu 0,50% no trimestre terminado em Outubro. “Os números do PIB deverão permanecer negativos durante grande parte, senão todo o ano de 2009”, considera George Buckley, economista-chefe do Deutsche Bank, pelo que “esperamos que o Banco de Inglaterra desça a taxa de juro para 0,50% no final do primeiro trimestre”.No início do mês, o banco central britânico diminuiu a sua principal taxa de juro para 2%, o nível mais baixo desde 1951 e poderá efectuar um novo corte em Janeiro, perante o agravamento da economia do país" (fonte: texto da jornalista Cristina Ferreira do Diário Económico)
segunda-feira, dezembro 08, 2008
quinta-feira, outubro 30, 2008
Exemplo inglês...
"Os pais dos alunos com comportamentos violentos nas escolas britânicas vão passar a ser multados num valor que pode ir até aos 1450 euros. “As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, seja quais forem as motivações”, sublinhou a Secretária de Estado para as Escolas. Disse também que “as crianças têm de distinguir o bem e o mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a fronteira”. Acrescentou ainda que “vão reforçar a autoridade dos professores, dando-lhes confiança e apoio para que tomem atitudes firmes face a todas formas de má conduta por parte dos alunos”. A governante garantiu que “as novas regras transmitem aos pais uma mensagem bem clara para que percebam que a escola não vai tolerar que eles não assumam as suas responsabilidades em caso de comportamento violento dos seus filhos. Estas medidas serão sustentadas em ordens judiciais para que assumam os seus deveres de pais e em cursos de educação para os pais, com multas que podem chegar às mil libras se não cumprirem as decisões dos tribunais'. O Livro Branco dá ainda aos professores um direito 'claro' de submeter os alunos à disciplina e de usar a força de modo razoável para a obter, se necessário. Para Portugal, dado o nível de vida, bastariam multas até aos 500 euros. Se lhes mexerem na carteira, aprendem logo a lição. Para quê gastar tempo com pedagogia? Funcionaria tão bem como os radares nas estradas: passam a andar tão direitinhos que até dá gosto.
Recordo que no dia 22 de Julho de 1986, a Grã-Bretanha, como último país da Europa, baniu as surras como castigo nas escolas. A medida vinha sendo exigida há tempos pelos professores, mas sempre rejeitada pelos políticos conservadores, que temiam o colapso total do sistema disciplinar. "Quem poupa a vara, detesta seu filho, quem o ama, porém, castiga-o com frequência, para que ele se alegre com isso mais tarde" – durante muito tempo, o sistema de ensino se orientou por este conselho do Velho Testamento. Todos estavam firmemente convencidos de que uma boa surra simplesmente fazia parte da educação. Mais de dois mil anos mais tarde, o Parlamento britânico discutia se não estava na hora de abandonar este recurso pedagógico ancestral. Por outro lado lembro wque No ano lectivo de 2003/2004, segundo informa o ministério da educação inglês, 9.880 alunos — de um total de 7,5 milhões — foram expulsos do ensino nas escolas inglesas. Em cerca de 20 por cento dos casos a expulsão esteve ligada a uma agressão contra colegas. O Governo de Tony Blair fez da luta contra a indisciplina e o absentismo a sua prioridade educativa. «Uma boa disciplina e comportamentos satisfatórios são vitais para que os professores possam ensinar e os alunos aprender. A disciplina é considerada satisfatória em 99 por cento das escolas primárias e em 94 por cento das secundárias inspeccionadas em 2004/05», diz o governo no seu «plano de acção para o respeito», tornado público no passado dia 10 de Janeiro. As escolas que têm problemas podem agora pedir apoio à policia de proximidade. «Nalgumas escolas, um policia permanece ali de serviço, ou vem algumas horas por semana, e isso dá bons resultados. Ele fala aos alunos reunidos em assembleia de modo a fazer prevenção. A sua presença tem também um papel dissuasor», assegurou um porta-voz do ministério". Aqui
Recordo que no dia 22 de Julho de 1986, a Grã-Bretanha, como último país da Europa, baniu as surras como castigo nas escolas. A medida vinha sendo exigida há tempos pelos professores, mas sempre rejeitada pelos políticos conservadores, que temiam o colapso total do sistema disciplinar. "Quem poupa a vara, detesta seu filho, quem o ama, porém, castiga-o com frequência, para que ele se alegre com isso mais tarde" – durante muito tempo, o sistema de ensino se orientou por este conselho do Velho Testamento. Todos estavam firmemente convencidos de que uma boa surra simplesmente fazia parte da educação. Mais de dois mil anos mais tarde, o Parlamento britânico discutia se não estava na hora de abandonar este recurso pedagógico ancestral. Por outro lado lembro wque No ano lectivo de 2003/2004, segundo informa o ministério da educação inglês, 9.880 alunos — de um total de 7,5 milhões — foram expulsos do ensino nas escolas inglesas. Em cerca de 20 por cento dos casos a expulsão esteve ligada a uma agressão contra colegas. O Governo de Tony Blair fez da luta contra a indisciplina e o absentismo a sua prioridade educativa. «Uma boa disciplina e comportamentos satisfatórios são vitais para que os professores possam ensinar e os alunos aprender. A disciplina é considerada satisfatória em 99 por cento das escolas primárias e em 94 por cento das secundárias inspeccionadas em 2004/05», diz o governo no seu «plano de acção para o respeito», tornado público no passado dia 10 de Janeiro. As escolas que têm problemas podem agora pedir apoio à policia de proximidade. «Nalgumas escolas, um policia permanece ali de serviço, ou vem algumas horas por semana, e isso dá bons resultados. Ele fala aos alunos reunidos em assembleia de modo a fazer prevenção. A sua presença tem também um papel dissuasor», assegurou um porta-voz do ministério". Aqui
sábado, setembro 20, 2008
Angela Merkel culpa EUA e Reino Unido pela crise
A dirigente alemã Angela Merkel não se ficou por meias palavras: "A chanceler alemã, Angela Merkel, considera que os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido têm responsabilidade pela crise financeira internacional por terem apoiado as resistências dos mercados em se submeter a regulações voluntárias. Numa entrevista que será publicada segunda-feira no jornal ‘Mnuchner Merkur’, a chanceler critica os mercados financeiros por terem resistido tanto tempo a intervenções voluntárias. Merkel reitera que é necessário, além das regulações nacionais, mais acordos internacionais para controlar especulações irresponsáveis. A governante lembra que, em 2007, durante a presidência alemã do G8 – o grupo dos oito países mais ricos do mundo – tinha insistido sobre a necessidade de introduzir uma maior transparência nos negócios financeiros internacionais e nos fundos de alto risco. O projecto até acolheu algumas movimentações, mas o Reino Unido e os EUA não colaboraram com a iniciativa".
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