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terça-feira, agosto 06, 2019
terça-feira, setembro 12, 2017
Porto Santo: Entre o golfe e a talassoterapia
Na ilha de Porto Santo, além da famosa praia, existem muitas atividades
para ocupar os dias, do golfe à talassoterapia, sem esquecer os tratamentos com
areia. Nesta viagem até à ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, além
da praia, aproveite o cenário magnífico dos campos do Porto Santo Golfe,
desenhados pelo famoso Severiano Ballesteros. Surpreenda-se ainda com os
tratamentos de talassoterapia no Vila Baleira Resort, bem como as propriedades
curativas da areia de Porto Santo, e faça a viagem até ao Funchal, a bordo do
navio Lobo Marinho. Esta reportagem na ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, foi
emitida no âmbito do décimo primeiro episódio da décima temporada de programas
Boa Cama Boa Mesa, que estreou na SIC Notícias no dia 15 de julho de 2017. Este episódio do programa Boa Cama Boa Mesa tem o apoio Associação de
Promoção da Madeira.
sábado, fevereiro 11, 2017
segunda-feira, junho 06, 2016
domingo, janeiro 24, 2016
El Mundo escolheu as "Playas para bañarse en invierno". Porto Santo está entre elas
Afrontamos la llegada de las bajas temperaturas escapándonos a la costa: 15 ofertas irresistibles de España a Australia, México, Cuba o el Sudeste Asiático para quien busque pasar el frío invierno a remojo.
Porto Santo (Madeira). A apenas cuarenta kilómetros de la isla portuguesa de Madeira, Porto Santo cuenta con una arenal prodigioso donde familias locales y visitantes se congregan por igual. Es posible alojarse en la misma isla a pie de playa o tomar un barco y realizar una excursión de un día desde la vecina Madeira. Desde 341 euros por persona (vuelo y hotel). (El Mundo)
domingo, dezembro 27, 2015
segunda-feira, setembro 14, 2015
Pedras que mancham dourado da praia do Porto Santo motivam queixas de visitantes
Praia era limpa e pedras eram retiradas, situação que
não aconteceu este ano. Geólogos defendem que as pedras na linha do mar, mesmo
prejudicando turismo, são "o que sustenta a praia". As pedras que mancham a imagem da praia de areia
dourada do Porto Santo, que tem uma extensão de nove quilómetros e é o 'ex-libris'
local, está a provocar reclamações de muitos visitantes daquela ilha do
arquipélago da Madeira.
Neste verão, no Porto Santo, "soube que houve
reclamações junto à Câmara e unidades hoteleiras, pelo facto de as pessoas
terem 'comprado' uma praia com um determinado tipo de fotografia e chegaram lá
e constataram outro tipo de realidade", disse à agência Lusa o geólogo e
investigador madeirense João Baptista. Este investigador apontou que até "foram pedir ao
presidente da Câmara se podia retirar a pedra" depositada em algumas zonas
da praia de areia amarela fina, que é o principal atrativo desta ilha, que nos
meses de verão chega a quintuplicar a sua população de cerca de 5.000
habitantes e aposta cada vez mais no turismo.
"Acabaram por ser poucas [as queixas] no vasto
universo de visitantes do Porto Santo num verão que foi um dos melhores de
sempre", disse, por sua vez, o presidente da Câmara Municipal do Porto
Santo, Filipe Menezes de Oliveira.
Segundo o autarca, muitas pessoas "desconhecem a
dinâmica" da praia, pois existem muitas outras zonas utilizáveis,
salientando que esta situação "não coloca em causa a qualidade [do
areal]". Confrontado com as queixas, o secretário regional da
Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, desvalorizou a situação, afirmando
que "as pessoas que viajam para destinos de natureza têm a perfeita noção
da dinâmica que acontece, com as marés, com a própria evolução da duna e da
areia".
"Não me parece que isto constitua qualquer
preocupação do ponto de vista de uma publicidade enganosa", com base na
promoção feita com a imagem daquela praia "toda dourada", vincou.
Para o geólogo João Batista, "a carga sólida que
está na praia é precisa, porque esses calhaus e o próprio lajedo são o
esqueleto, o que sustenta a praia". Reconheceu, no entanto, que "foi
uma asneira" limpar o areal noutras alturas.
Segundo o investigador, "a praia está num regime
altamente deficitário, porque tirou-se e nunca se repôs" a areia e vários
estudos apontam existir uma "perda útil da secção de praia útil aos
banhistas". O areal do Porto Santo, em 2012, venceu o concurso das sete
maravilhas de Portugal, na categoria de praia de dunas.
O geólogo destacou, também, que o surgimento de pedras
junto à linha de mar está também relacionado com "variações, às vezes
sazonais", e "basta mudar o regime do vento" para acontecer
"uma engorda da praia e as pedras ficarem cobertas".
João Batista acrescentou, porém, que isto não é um
simples "areia vai ou vem", sustentando que "as pessoas têm de
interiorizar que é um recurso natural, não é renovável, estratégico para o
desenvolvimento sustentável do Porto Santo, sendo a praia o motor impulsionador
de toda a economia da ilha". Sobre as causas desta situação, disse serem
"múltiplas", como a construção do porto de abrigo, a extração de
inertes para vários fins, como a construção de hotéis, que provocaram
"perturbações no próprio cordão de mar" e o grande desastre do
derrame de crude ocorrido em janeiro de 1990. O pisoteio constante das dunas, a má utilização que as
pessoas fazem destas áreas ou o elevado número de acessos à praia também
contribuem para agravar o problema, frisou o investigador.
Em termos de intervenção, João Batista é de opinião
que não é possível "atacar a praia na sua totalidade", defendendo uma
ação faseada, por setores, para reposição de areia com recurso a bancos de
dunas terrestres ou marinhos, argumentando que as causas devem ser
individualmente analisadas e delineadas soluções específicas. Primordial, no seu entender, é a classificação daquela
da praia como geomonumento, de interesse local, regional e nacional, o que
permitiria um outro tipo de intervenção e de garantias para a sua preservação.A Secretaria do Ambiente e Recursos Naturais da
Madeira assegurou, entretanto, estar a "acompanhar atentamente a
situação", resultante "da dinâmica sedimentar anual da praia, com
base na agitação marítima dominante". Este gabinete do Governo Regional revelou, ainda, que
pretende "promover um fórum de debate com vários especialistas para
discutir o fenómeno", com vista ao surgimento de "elementos
cientificamente válidos, que permitam delinear uma correta estratégia de
intervenção, que não crie desequilíbrios na Natureza" (DN-Lisboa, Lusa)
terça-feira, setembro 01, 2015
Porto Santo: e depois dos meses de Verão?
O Porto Santo é uma espécie de nosso tesouro que deveria ser objecto de uma outra atenção, desde logo definindo que tipo de destino turístico queremos para lá, que tipo de actividades económicas devemos desenvolver, que tipo de promoção teremos que realizar e em que mercados, como podem privados e Governo trabalhar em conjunto, que transformações devem ser feitas no Porto Santo, que condicionalismos locais existem, o que pensam e querem os moradores na Ilha Dourada sobre o turismo, etc. Continuo com aquela ideia de que o Porto Santo se imita a ganhar espaço informativo nos dois ou três meses de Verão. Depois disso a ilha e a sua população corre o risco de cair na rotina do costume, mais do mesmo, com hotéis e fecharem alguns meses, com problemas nas ligações aéreas, com dificuldades nas ligações marítimas, que tipo de ocupação poderá ser propiciada aos turistas, que complementaridade poderá funcionar entre visitantes das duas ilhas, deslocando-se ou à Madeira ou ao Porto Santo através de programas previamente elaborados e promovidos, etc. Uma opinião que desenvolverei um dia destes neste blogue. desde logo um dos assuntos a rever prende-se com a recepção feita no porto e no aeroporto aos turistas que chegam à ilha e que podiam ter uma outra estrutura de recepção e de informação turística específica que me parece que neste momento não existe. Frequentemente vemos pessoas, muitos turistas da Madeira, prestarem informações a estrangeiros que desembarcam na ilha, sobretudo viajando de barco e que ficam às aranhas sem saber o que fazer.
Porto Santo: estradas a pedirem concertação de esforços
Dizem-me que no Porto Santo Câmara Municipal e governo regional não se entendem quanto aos trabalhos de manutenção de algumas estradas secundárias na ilha, aparentemente destinadas a moradores na Ilha Dourada mas que são usadas também por turistas. Estradas que estão num estado lastimoso e que deveriam ter merecido - antes do Verão - melhor atenção que ajudasse a disfarçar. É o caso de uma tal estrada José Joaquim Pestana Vasconcelos que há muito, dizem os moradores e utilizadores, deveria ter merecido melhor atenção. Sem grandes despesas. Vejam lá se resolvem isso. No caso concreto desta estrada basta ver as placas colocadas no cruzamento de acesso à referida rua para se perceber que é preciso fazer alguma coisa. Não creio que sejam placas para os moradores no Porto Santo...
Porto Santo: uma excelente moradia particular nas bocas-do-mundo
O Porto Santo passou a ter uma moradia - frente ao Pé na Água - que pelo design e pela especulação sobre a propriedade passou a ser motivo de falatório, próprio destes meios mais pequenos sobretudo quando nada de "anormal" acontece. Trata-se de facto de uma excelente construção, investimento volumoso, sendo voz corrente que é pertença de uma alta figura do regime de Angola que resolveu investir na Ilha Dourada. Segundo me garantiram, esta personagem pode ser o proprietário de uma outra construção, mais pequena mas de qualidade, que se encontra em adiantada fase de acabamento, localizada na rua (dos CTT) de acesso à delegação do governo regional. Por mim acho excelente que esse investimento esteja a ser feito e só é pena que não se multiplique ainda mais.
Porto Santo: cavalos e higiene
Há coisas que me fazem uma confusão mesmo que não tenha, e não tenho, nada a ver como ganha-pão de quem se aproveita de dois ou três meses, se tanto, para amealhar alguns trocos. Mas uma coisa é fazer isso - e compete às autoridades autárquicas emitirem licenciamentos e imporem regras - outra coisa é obrigarem os turistas que procuram os parques infantis junto ao cais e a praça do barqueiro e ver gente - como eu vi - pisar bosta de cavalo ou ter que cheirar o odor horrível de mijo dos animais que não é o farelo disperso à pressa que consegue disfarçar. Uma coisa é certa, ou esta sujeira é resolvida e a Câmara estabelece regras ou o Porto Santo acabará por sair com a imagem penalizada com a proliferação destas libertinagens. Imaginem que ingleses, italianos e alemães tão desejados na Ilha Dourada resolviam sair dos hóteis - não saem - para passearem por ali. Repito, isto nada tem a ver com o negocio em si, tem a ver com cuidados que devem ser tidos pelos donos dos cavalos para que estas situações não subsistam cada ano que passa.
sábado, julho 18, 2015
Afluência de turistas enche ilha do Porto Santo até setembro
A ilha do Porto Santo, no arquipélago da Madeira, procurada pela praia de areia fina com propriedades terapêuticas, está "lotada" até setembro, segundo o secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus. "Está completamente cheia, o verão está vendido e potencia já boas perspetivas para 2016", disse hoje à agência Lusa o responsável pela área do Turismo no Governo regional da Madeira. Para Eduardo Jesus, uma das suas preocupações é "aproveitar esse interesse por parte dos operadores e estendê-lo pelos meses de inverno", para quebrar a sazonalidade que caracteriza o Porto Santo, ilha com 42,6 quilómetros quadrados e uma população residente de cerca de 5.500 habitantes.
A ilha conheceu, sobretudo a partir deste ano, um incremento nas ligações aéreas com Portugal continental (duplicação dos voos charters de Lisboa e Porto, além das chamadas ligações regulares) e com outros mercados como os do Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Itália, França e Espanha. O presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, Filipe Menezes, corroborou as declarações do secretário regional, confirmando que o verão está "lotado", quer para as unidades turísticas convencionais, quer para as de alojamento local licenciadas. Filipe Menezes atribuiu este interesse à promoção do Porto Santo como destino próprio e não "satélite" da Madeira - "embora seja também importante aparecer conjuntamente em determinadas ações" - e a "todo um trabalho que a autarquia, o Governo Regional, operadores e agentes turísticos têm vindo a fazer pela ilha". O autarca destacou a segurança, a extensa praia e suas propriedades terapêuticas, a gastronomia, a qualidade da oferta hoteleira e restauração, os percursos pedestres, entre outros, como elementos "identificadores e diferenciadores do destino", que atraem "cada vez mais turistas, fazendo dinamizar a economia local e contribuindo para a criação de postos de trabalho". O presidente da Câmara lembrou, entretanto, a nova campanha que a autarquia lançou para promover o Porto Santo, como "o segredo mais bem guardado" e que conta com a colaboração dos músicos João Gil e Celina Piedade, e outra, em desenvolvimento, que visa mostrar a ilha "como musa inspiradora e refúgio de artistas e escritores".
Por seu turno, Sérgio Gonçalves, administrador da "Porto Santo Line", proprietária do navio "Lobo Marinho" que faz as ligações diárias ente a Madeira e o Porto Santo e de várias unidades hoteleiras na ilha, manifestou também a opinião de que o reforço das acessibilidades externas catapultou o destino para "os níveis de ocupação atuais". "Em junho de 2014 a ocupação média nas nossas três unidades hoteleiras era de 50% e, em junho deste ano, conseguimos já atingir os 80%", afirmou. O "Vila Baleira" e o "Hotel do Porto Santo", ambos de 4 estrelas e responsáveis por 812 das cerca de 2.000 camas do Porto Santo, contactados pela Lusa, também se mostraram "agradados" pelas
perspetivas do verão deste ano. Face a este "crescimento" populacional no período de verão - ascende as 20 mil pessoas - a Secretaria Regional dos Assuntos Sociais decidiu, este ano e pela primeira vez, manter uma Equipa Médica de Intervenção Rápida para eventuais casos de emergência e reforçar o Centro de Saúde com médicos de Medicina Geral e Familiar (Dinheiro Vivo)
quarta-feira, maio 06, 2015
Mais de 250 pessoas participaram num festival para promover Porto Santo
Mais de 250 pessoas participaram no fim de semana latino da ilha do Porto Santo. Os sons latinos e até a kizomba ajudam à promoção turística
sexta-feira, outubro 31, 2014
PORTO SANTO DEBAIXO DE ÁGUA. LITERALMENTE
"Dizem os sensatos que o mundo não é a preto e branco, antes tem várias
tonalidades de cinzento. Este mundo que vos proponho desafia o senso comum. É
um mundo predominantemente azul, aqui e ali pontuado por cores que só a luz
artificial de uma lanterna ou de uma câmara fotográfica denuncia. Um mundo silencioso
e vagaroso, em bem vindo contraste com estes tempos de ruído e velocidade
excessivos. Um mundo bonito, tranquilo, apaziguador, espécie de paraíso
habitado por criaturas puras e onde a nossa condição humana não nos permite
permanecer mais do que meia hora de cada vez.
Estamos debaixo de água, neste caso específico a 33 metros de
profundidade, no Madeirense, outrora um navio cargueiro, propositadamente
afundado ao largo de Porto Santo (a uma milha/1852 metros da costa), em 2000,
para ser transformado em recife artificial. Para lá chegar precisa, em primeiro
lugar, de ter certificação de mergulho Advanced Open Water (só possível de
obter a partir dos 15 anos). Depois, contratar quem o leve ao local exato, e
com toda a segurança – na ilha há dois clubes de mergulho: o Rhea Dive e o
Porto Santo Sub. Eu optei por este. Pode mergulhar a partir de 35 euros (caso
tenha todo o equipamento de mergulho), 50 euros (se alugar o da escola).
Acredite, é um preço baixo este que se paga por uma experiência que é única,
por mais vezes que se repita.
Os proprietários do Porto Santo Sub, Joana e José Ricardo,
apaixonaram-se por este céu nas profundezas do mar há treze anos, quando
estavam de férias no arquipélago. O Madeirense tinha acabado de ser submergido
e o cidadão holandês que geria o (então) único centro de mergulho da ilha
decidira reformar-se. O casal de continentais (residentes em Águeda) viu ali
uma janela de oportunidade. Hoje ganham a vida como instrutores de mergulho,
guias pelo fundo de um mar magnífico que o Madeirense veio enriquecer ainda
mais: os 70 metros de comprimento e 1304 toneladas de aço do cargueiro
tornaram-se um ecossistema sem igual, lar de uma comunidade de meros e muitos
outros peixes e espécies marítimas. “É normal encontrar raias e ratões na
areia, e há sempre cardumes de encharéus e charuteiras; muitas vezes passam
bicudas (são barracudas mais pequeninas, mas que atingem facilmente mais de 1m
de comprimento) e temos ainda um enorme cardume de seifias e douradas que vive
sempre por ali”, descreve Joana.
Infelizmente, quando agora descer até ao Madeirense já não tem a
recebê-lo o Beiçolas, nome por que era conhecido o enorme mero que, qual
anfitrião, se aproximava dos mergulhadores e se deixava afagar. Deixou de ser
visto no último inverno; supõe-se que tenha sido pescado, apesar de residir
numa zona de reserva, estatuto que, pelos vistos, se revelou manifestamente
impotente para o proteger da voracidade humana. “Já temos uns meros residentes,
que embora não sendo tão amigáveis, são muito curiosos e não têm medo de
nós...fazem umas fotos giríssimas”, diz Joana, procurando assim ultrapassar a
incredulidade e a tristeza pelo desaparecimento de um animal tão especial.
Se for nos meses de verão, conte com uma temperatura da água que anda
pelos 23 ou 24º; mas mesmo no inverno (que é quando, de resto, a visibilidade é
melhor) o termómetro não vai abaixo de 17º - perfeitamente suportável quando se
enverga um fato completo de neoprene com 5 ou 7 mm de espessura. A experiência
é intensa.
Prepare-se para permanecer debaixo de água não mais que 30 minutos (com
uma garrafa normal de ar), 45 (se optar pelo Nitrox - uma mistura de nitrogénio
e oxigénio). Neste Atlântico a visibilidade é extraordinária, mesmo a mais de
30 metros, e essa é, paradoxalmente, a maior dificuldade deste mergulho: “A
água é tão clara que as pessoas se esquecem de verificar o ar, que àquela
profundidade desaparece num instante”.
Não tema, porém: "Vai sempre um instrutor de mergulho e se o grupo
for grande levamos também um divemaster” (responsável pela segurança dos
mergulhadores), assegura Joana Ricardo que, apesar da já longa experiência que
lhe permite identificar logo em terra potenciais mergulhadores
"problemáticos", continua a preferir levar grupos pequenos (6 pessoas
no máximo).Mas o preconceito de que o mergulho é uma atividade particularmente
perigosa é isso mesmo, um preconceito. Joana ironiza: “Há mais acidentes a
jogar golfe do que a fazer mergulho” (texto da jornalista do Expresso Diário, CRISTINA
FIGUEIREDO e fotos de ALCIDES CORREIA, com a devida vénia)
terça-feira, agosto 26, 2014
Fantástico: jornal espanhol El Mundo elege praia do Porto Santo entre as melhores da Europa
Li no Jornal I que "o jornal espanhol El Mund o escolheu as 25 praias mais belas da Europa e nesta lista aparecem duas praias portuguesas. "Não é só nas Caraíbas que há praias de sonho", revela a publicação. A praia de de Benagil, em Lagoa, Algarve aparece em segundo lugar do ranking. “Ao lado de uma encantadora aldeia de pescadores, encontramos esta praia idílica do Algarve, perto de um vale natural muito inclinado. As formações rochosas criaram uma gruta que, graças à areia fina e à ao azul-turquesa da água, se tornou um lugar de lendas de sereias", revela o jornal. Já a praia de praia de Porto Santo, no arquipélago da Madeira também foi seleccionada mas aparece em 24º lugar da tabela. "A ilha principal atrai muitos turistas que graças aos seus percursos pedestres e “excelente gastronomia” O artigo do El Mundo inclui ainda outras praias famosas da Europa, de países como a Grécia e a Itália, e outras praias menos conhecidas, do Reino Unido, da Roménia ou da Alemanha"
sábado, agosto 23, 2014
Falta de informação a estrangeiros e continentais: bagunça no porto do Porto Santo
antes
...e o depois
Há uma coisa que me faz uma enorme confusão: porque razão a chegada ao porto do Porto Santo regra geral é uma bagunça para os forasteiros que ali vão pela primeira vez? Testemunhei isso pelo menos duas vezes: para além de um quiosque onde se vendem bilhetes para o autocarro e se formalização contratos de alugar de carros - parece-me que há uma fila de espera única - não fossem os agentes da PSP que ali estão presentes a prestar informações aos nacionais e estrangeiros, e o quadro que já de si é pouco abonatório seria bem pior. Custa alguma coisa montar pelo menos nestes meses de Verão, no porto do Porto Santo, um quiosque de informação do Turismo, apenas na hora de chegada do navio, garantindo assim apoio aos estrangeiros e continentais que se deslocam, à ilha dourada, muitos deles numa visita de um dia?
domingo, agosto 10, 2014
Porto Santo: praia estranha...
Foto Carlos J Silva (hoje)
Foto Carlos J Silva (hoje)
Foto Mário Silva (ontem)
Foto Carlos J Silva (hoje)
fonte: Facebook
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