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Li na imprensa que num artigo escrito no DN de Lisboa, Mário Soares diz que a entrevista da líder do PSD à RTP1 na semana passada foi “de uma banalidade que, algumas vezes, roçou o patético” e constitui “uma profunda decepção”. Indo ao encontro das críticas do secretário-geral do PS, José Sócrates, para quem o PSD ainda não apresentou um programa político credível, Mário Soares escreve que o programa eleitoral do PSD é “um deserto de ideias”, sem “qualquer elemento novo” que permita aos eleitores escolher um governo nas próximas eleições legislativas. O antigo Presidente da República critica a atitude de Manuela Ferreira Leite na entrevista que deu à RTP1 na semana passada, em que chamou mentiroso a José Sócrates, “um termo pouco próprio num debate democrático entre adversários políticos” e, acrescenta, “com um olhar de mazinha ao canto do olho que me surpreendeu...”. Está no seu direito. Cada um sabe em que estado está...
Foi hoje noticiado que "um grupo de cinco indivíduos encapuzados e armados tentou levar hoje de madrugada uma máquina de multibanco das bombas da Galp na Avenida Miguel Torga, Odivelas, na entrada para a CRIL, disse fonte da PSP". Do mesmo foi foi revelado que "uma ourivesaria na Estrada de Benfica foi assaltada esta manhã. Quatro homens encapuzados e armados roubaram de 15 a 20 mil euros em ouro. Não é a primeira vez que a ourivesaria BIM BAM, junto das Portas de Benfica, é roubada. Mas hoje o assalto teve outras proporções. Por volta das 10h30, quatro homens encapuzados entraram na loja e ameaçaram com caçadeiras uma das donas, um empregado e uma cliente". Entretanto, "saíram em liberdade com termo de identidade e residência e sem obrigação de apresentações periódicas, as três pessoas que terão agredido dois agentes da PSP numa operação STOP, em Vila Real de Santo António, Algarve. Os dois polícias estão de baixa. Um deles sofreu múltiplos hematomas e cortes no rosto" (veja aqui). Não será melhor perguntarem a Mário Soares se isto aconteceu, porque foi ele que garantiu que a criminalidade era uma invenção dos jornalistas para "venderem papel"?