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domingo, fevereiro 28, 2016

Amigalhaços de Passos: Coligação que governava a Irlanda perdeu a maioria...

Nas eleições realizadas na sexta-feira, os democratas cristãos e os trabalhistas devem conseguir entre 55 a 68 lugares no Parlamento, longe dos 80 necessários para alcançar a maioria.Segundo as projeções divulgadas pela imprensa irlandesa, o país corre o risco de cair num período de incerteza política, à semelhança do que aconteceu em Portugal e do que se está a passar em Espanha.

Indefinição na Irlanda abre lugar a aliança entre rivais de guerra

Demorará vários dias até que o complexo sistema eleitoral irlandês termine a contagem dos votos das eleições de sexta-feira, mas as sondagens à boca das urnas parecem confirmar aquilo que já se esperava há semanas: o eleitorado penalizou duramente a coligação que aplicou a receita de austeridade recomendada pelos credores e dispersou o voto ao ponto de não haver maiorias ou coligações fáceis no Parlamento. A Irlanda segue os exemplos de Portugal e Espanha e enfrenta agora o seu próprio momento de indefinição política. Com a agravante de as duas grandes forças políticas viverem ainda marcadas pela rivalidade na guerra civil irlandesa de há quase cem anos.

sexta-feira, janeiro 30, 2015

A costa atlântica da Irlanda é ainda mais bonita vista com um drone

A Rota Selvagem do Atlântico cobre 2500 quilómetros da costa irlandesa, que Raymond Fogarty filmou com um drone para fazer este vídeo impressionante. Os 2500 quilómetros que compõem o Wild Atlantic Way (Rota Selvagem do Atlântico) ao longo da costa irlandesa são compostos de praias e penhascos, construções históricas e cabos rochosos. O percurso turístico foi agora filmado por Raymond Fogarty, um viajante pela costa ocidental da Irlanda, com um drone e uma câmara GoPro. As filmagens foram feitas durante o verão de 2014, quando Fogarty decidiu empreender a famosa rota. "Era um tipo diferente de viagem, uma viagem de descoberta", contou o criador do vídeo ao site turístico do Wild Atlantic Way (DN de Lisboa)


quinta-feira, setembro 18, 2014

PIB da Irlanda cresceu 1,5% no 2º trimestre

Li aqui que "o Produto Interno Bruto (PIB) da Irlanda cresceu 1,5% entre abril e junho, contra um acréscimo de 2,7% no primeiro trimestre, informou hoje a agência de estatísticas (CSO). Os dados da CSO confirmam a recuperação da economia irlandesa, depois do PIB se ter contraído 0,3% em 2013, o ano em que abandonou com êxito o resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) à Irlanda no valor de 85.000 milhões de euros. Mesmo assim, o Produto Nacional Bruto (PNB) - que exclui a contribuição das multinacionais e que para muitos analistas é um indicador económico mais fiável - avançou 0,6% no segundo trimestre, mais uma décima que no período homólogo anterior"

sábado, abril 05, 2014

Afinal, onde anda a "saida limpa"? Banco central da Irlanda revê em baixa crescimento



Li no Económico que “o banco central da Irlanda reviu hoje em baixa o crescimento da economia irlandesa para este ano e a alertou que a saúde do sistema financeiro não está garantida. As actuais previsões do banco apontam para um crescimento de 2% do PIB (Produto Interno Bruto), abaixo dos 2,1% projectados em Janeiro. A previsão de crescimento para 2015 mantém-se em 3,2%. A instituição alerta que os credores irlandeses permanecem sob escrutínio internacional, apesar da banca dar sinais de melhoria. No entanto, ainda há dúvidas sobre a saúde de alguns bancos irlandeses. A Irlanda efectuou uma ‘saída limpa' do programa de ajuda da UE e do FMI em Dezembro passado. Segundo o banco central, existe um conjunto de evidências de que a recuperação da actividade económica está em marcha, como demonstra o crescimento da receita fiscal e do emprego. O desemprego na Irlanda era, em Março, de 11,8%, e deverá situar-se nos 11,3% no próximo ano, prevê o banco. Para 2015, as previsões apontam para uma taxa de 10,4%. A recuperação da economia irlandesa tem enfrentado uma série de contratempos. A base exportadora do país sofreu vários golpes, nomeadamente devido ao fim do prazo das principais patentes farmacêuticas, o que influenciou negativamente as exportações. As medidas de austeridade traduziram-se numa quebra do consumo das famílias”

quinta-feira, março 13, 2014

Regresso auspicioso da Irlanda aos mercados

A Irlanda já regressou aos mercados sem a ajuda da troika e conseguiu financiar-se com a taxa de juro mais baixa de sempre. O Tesouro irlandês conseguiu arrecadar mil milhões de euros no mercado. As obrigações a 10 anos foram vendidas a uma taxa de juro de 2,96%. A procura por parte dos investidores superou em quase 3 vezes a oferta. A expectativa antes da emissão era bastante positiva. A Irlanda terminou o programa de ajustamento da Troika em Dezembro, mas só agora regressou aos leilões sem qualquer ajuda. A decisão foi tomada depois de alguns títulos terem sido negociados no mercado secundário abaixo dos 3%. Esta emissão bem sucedida da Irlanda não contagiou os juros da dívida portuguesa, que estão a subir em todas as maturidades. As obrigações a 10 anos negoceiam acima dos 4 e meio%.


quarta-feira, março 12, 2014

Irlanda e FMI aconselham plano que envolva compromissos para depois do resgate

Além do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o secretário de Estado das Finanças irlandês, Brian Hayes, e o antigo chefe da missão do FMI em Portugal, Poul Thomsen, marcaram hoje presença na conferência sobre o pós-troika, promovida pelo Jornal de Negócios e a Rádio Renascença, em Lisboa. Ambos alertaram para as consequências de um pedido de reestruturação da dívida, falando da necessidade de compromissos para o futuro.


quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Três executivos de banco irlandês começam a ser julgados esta semana



Segundo o Jornal de Negócios, “os antigos executivos do Anglo Irish Bank são considerados como dos principais responsáveis daquela que ficou conhecida como a crise do sistema financeiro irlandês e vão começar a ser julgados ainda durante esta semana. O jornal “The Guardian” prevê que o julgamento de Sean FitzPatrick, Pat Whelan e William McAteer será “um dos mais complexos da história europeia do crime financeiro”, para o qual será preparado um grande aparato de segurança à volta do tribunal onde os três antigos executivos serão julgados. Todas as acusações estão relacionadas com a prestação ilegal de apoio financeiro, a 16 pessoas, com o objectivo destas adquirirem acções do Anglo Irish Bank durante o ano de 2008. O “The Guardian” refere que ao longo do julgamento serão propostas centenas de testemunhas e um sem número de documentos, o que dificultará a obtenção de uma decisão final célere. Entre as testemunhas estará um dos irlandeses mais poderosos antes do eclodir da crise do sistema financeiro celta, Sean Quinn, que entretanto se viu na necessidade de declarar falência, ao ficar com dívidas de largos milhões de euros ao sistema financeiro. Os três arguidos causam grande celeuma junto da sociedade irlandesa, que vê neste julgamento uma forma de espiar e ultrapassar em definitivo os erros que levaram à crise que agora se espera ultrapassada. Como tal, foram cerca de 350 as pessoas que se mostraram disponíveis para fazer parte do júri que irá apoiar os 15 juízes ao longo dos três a seis meses que deverá durar o julgamento. Em 2008 o resgate do banco, na altura presidido por FitzPatrick, custou cerca de 30 mil milhões de euros aos contribuintes irlandeses”.

quarta-feira, janeiro 29, 2014

Ex-primeiro-ministro irlandês adverte: Sair do resgate sem programa cautelar tem custos

Sair do resgate sem programa cautelar tem custos, diz ex-primeiro-ministro irlandês. Sair do resgate sem um programa cautelar tem um preço real. Para John Bruton, antigo primeiro-ministro da Irlanda, esse custo é ainda assim inferior ao que se ganha com o aumento de confiança dos mercados.


EX-PRIMEIRO-MINISTRO IRLANDÊS AVISA...

O antigo primeiro-ministro da Irlanda avisou que a saída do resgate sem um programa cautelar tem um preço real. Mas John Bruton defendeu que esse custo é ainda assim inferior ao que se ganha com o aumento de confiança dos mercados. O antigo primeiro ministro irlandês esteve em Portugal para participar numa conferência em que o tema "O futuro sem a troika".


terça-feira, dezembro 17, 2013

Presidente do BCE rejeita que austeridade para Portugal foi mal desenhado

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, rejeita a ideia de que o programa de austeridade desenhado para Portugal não tenha sido o mais adequado, ao contrário da diretora-geral do FMI que recentemente assumiu que tinha havido excessos. Draghi pede ao Governo português que pense agora no futuro e promova o crescimento através de uma política fiscal equilibrada.