fonte: Sábado
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sábado, maio 16, 2020
sexta-feira, maio 08, 2020
segunda-feira, março 30, 2020
Médica denunciou o novo coronavírus e foi impedida de falar. Agora desapareceu...
Um médica na China, Ai Fen, directora do Departamento de Emergência do Hospital Central de Wuhan, soube que o vírus ia apoderar-se do país, antes de qualquer pessoa, isto porque analisou várias radiografias, que lhe pareciam semelhantes a outras pandemias. Contudo, depois de expor a situação publicamente, através das redes sociais, foi obrigada, pelos seus superiores, a ficar em silêncio. Sabe-se agora que está desaparecida, de acordo com uma investigação feita pela ‘CBS’. A médica quis alertar as autoridades chinesas e depois o mundo, mas acabou por ser obrigada a calar-se, tal como aconteceu com o seu colega Li Wenling, em quem o país não acreditou e que acabou por morrer da doença. No final de Dezembro, Ai Fen, publicou na rede social WeChat, uma imagem de um relatório médico que dava conta de um doente já infectado com o novo coronavírus, explicando a ligação dos sintomas à conhecida gripe SARS, cujo epicentro também foi na China. Desconfiada de que a China podia estar prestes a enfrentar uma nova pandemia, uma vez que os pacientes não respondiam aos tratamentos, a médica comunicou a situação aos seus superiores, mas foi obrigada a ficar calada, ouvindo até uma reprimenda por ter alertado os outros colegas do hospital.
sábado, março 28, 2020
sábado, abril 25, 2015
Governo chinês quer acabar com 'stripteases' nos funerais
Li no DN de Lisboa que "o ministério da Cultura prometeu trabalhar com a polícia para eliminar estas atuações, que considera obscenas. O Governo chinês quer acabar com a "tradição" de ter strippers a animar os funerais. O ministério da Cultura emitiu um comunicado, na quinta-feira, a explicar que o governo vai trabalhar com a polícia para eliminar estas atuações, que servem para atrair mais gente aos funerais. "Às vezes, stripteases e outras atuações ilegais ocorrem nas zonas rurais", revela o comunicado, acrescentando que as autoridades vão investigar e punir as pessoas e empresas envolvidas nestas atuações, que considera obscenas. Segundo um documentário da National Geographic, a tradição de ter entretenimento nos funerais tem décadas e está ligada à ideia de que a quantidade de pessoas num funeral está relacionada com a importância e respeito pelo morto. Nos últimos anos, o entretenimento passou a incluir espetáculos de striptease"
domingo, março 15, 2015
sexta-feira, fevereiro 20, 2015
Chineses com visto gold sentem-se enganados por imobiliária
Alguns chineses que investiram 500 mil euros em Portugal para obter um Visto Gold manifestaram-se, esta sexta-feira, em Lisboa. Sentem-se enganados pela agência imobiliária chinesa que lhes vendeu as casas e que entendem que lhes cobrou um preço demasiado elevado pelos imóveis. Exigem, por isso, o dinheiro de volta.
China, um país, dois modelos e o ar irrespirável
Parece nevoeiro, mas trata-se da simples e compacta poluição atmosférica. Os níveis de CO2 e de fuligem (matéria particulada) presentes no ar das principais cidades chinesas atingem valores preocupantes que afectam directamente a saúde dos cidadãos. Setenta por cento da energia produzida pela maior potência económica mundial provém da combustão de carvão, fonte altamente poluente que lança para a atmosfera partículas que se alojam irremediavelmente no pulmão humano e causa graves doenças respiratórias. Apesar do relatório da Greenpeace que reporta uma quebra de 1 a 2 por cento na sua utilização nos três primeiros trimestres do ano de 2014, a China continua a ser responsável por grande parte das emissões de poluição atmosférica no mundo, contribuindo largamente para o agravamento das crise ambiental (fonte: Publico)
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
sexta-feira, janeiro 02, 2015
O Ferrari preto que abalou a China vermelha
“Um Ferrari, na China, pode custar o equivalente a 50
anos de salário de um ministro, mas Ling Jihua, o líder acusado esta semana de
"grave violação da disciplina", acabou por pagar um preço muito mais
alto. Quase três anos depois do acidente que envolveu o filho de Ling Jihua,
muitos pormenores em torno de "o caso do Ferrari" continuam a ser
segredo de Estado Ling Jihua, 58 anos, era uma figura proeminente da elite
comunista chinesa quando o seu filho morreu ao volante de um Ferrari, em Março
de 2012.
O acidente ocorreu às quatro horas
da madrugada, numa das seis circulares de Pequim. Por o piso estar escorregadio ou qualquer outro
motivo, o veículo - um Ferrari 485 Spider preto - despistou-se e embateu contra
um muro, ferindo as duas acompanhantes do condutor, uma das quais acabaria por
falecer.O Ferrari, avaliado em seis milhões de yuan (800.000 euros), ficou
partido em dois.
Um jornal local noticiou o acidente,
mas sem referir a identidade das vítimas. Dois dias depois, a notícia
desapareceu do site da publicação. Nas redes sociais chinesas, utilizadas por mais
de 300 milhões de pessoas, começou logo a especular-se que o condutor "só
podia ser um privilegiado", filho de um líder político ou de um dos novos
milionários do país.
Apesar do rápido desenvolvimento
económico da China e da melhoria do nível de vida da sua população, em 2012, o
rendimento anual per capita nas zonas urbanas rondava os 24.500 yuan (3.200
euros).
Todas as pesquisas na internet sobre
"Ferrari", "Ling", "Pequeno Ling" ou
"Príncipe Ling" foram, entretanto, bloqueadas. Ling Jihua dirigia na
altura a secretária-geral do Comité Central do Partido Comunista Chinês (PCC),
um dos organismos mais poderosos da organização, e trabalhava directamente com
o então presidente, Hu Jintao.
Era considerado uma "estrela
promissora" da política chinesa, com possibilidades de entrar para o
Politburo no XVIII Congresso do partido, em Novembro de 2012. Segundo uma investigação publicada no verão daquele
ano em Hong Kong, Ling tentou encobrir o acidente e comprar o silêncio das
outras vítimas, recorrendo a fundos desviados de grandes empresas estatais.
Durante meses, não mostrou sinais de
luto pela morte do filho e manteve a sua rotina de trabalho, mas o esquema não
resultou, concluiu o jornal South China Morning Post.
Ainda antes do XVIII Congresso, que
consagraria a ascensão ao poder de uma nova liderança, encabeçada pelo
vice-presidente, Xi Jinping, Ling foi afastado da secretaria-geral do Comité
Central e despromovido. Já na era Xi Jinping, assumiu o
cargo de vice-presidente da Conferência Política Consultiva do Povo Chinês, um
órgão politica e socialmente prestigiado, mas sem poder executivo.
Confirmando a perda de influência de
Ling Jihua, dois dos seus irmãos - Ling Zhengce e Ling Wancheng - foram presos
por corrupção.
Quase três anos depois do acidente
que envolveu o filho de Ling Jihua, muitos pormenores em torno de "o caso
do Ferrari" continuam a ser segredo de Estado. Na passada terça-feira, um dia depois de a Comissão
Central de Controlo e Disciplina do PCC ter anunciado que estava a
"investigar" Ling Jihua, um jornal oficial identificou o condutor do
Ferrari apenas como "parente próximo" daquele antigo líder. O filho de Ling Jihua, Ling Gu, tinha 23 anos.
Frequentava a Universidade de Pequim (Beida) e, como a maioria dos jovens
urbanos da sua geração, era filho único.
A corrupção é uma das principais
fontes de descontentamento popular na China, a par da poluição e das crescentes
desigualdades sociais. Não são fenómenos exclusivos da
China, mas a China também não é um país como os outros. Segundo a sua
Constituição, trata-se de "um Estado socialista, liderado pela classe
trabalhadora e assente na aliança operário-camponesa" (fonte: Observador)
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