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segunda-feira, janeiro 22, 2018

CDS-Madeira: a turbulência de regresso


Decididamente há coisas que não são fáceis de entender. Lembram-se que escrevi há dias que considerava haver uma relação entre as turbulências no CDS e uma previsível definição da sua liderança ainda durante 2018 - para dar tempo para as regionais de 2019 - e as directas do PS? Pois é...

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Expresso: Portas deixa a liderança do CDS. Faltas que o outro tenha a mesma dignidade

É oficial: Paulo Portas não continua à frente do CDS. O anúncio foi feito esta segunda-feira na comissão política. Aos fim de quase 16 anos como presidente do CDS, Portas está de saída e deverá deixar também o Parlamento. Sucessor será eleito em abril. Paulo Portas não se vai recandidatar à liderança do CDS no próximo congresso do partido. A decisão é definitiva, sendo comunicada esta segunda-feira aos dirigentes do partido numa reunião da comissão política que serve para preparar o próximo congresso. Conforme o Expresso noticiou em primeira mão, Portas anunciou, há duas semanas, num Conselho Nacional, que esse será um congresso “muito importante na história do partido e muito importante para o futuro do partido” - na altura, não revelou se seria ou não candidato a mais um mandato, facto que deixou de pé atrás alguns dos barões do partido. Confirma-se agora que tinham razões para isso. Entre domingo e esta segunda-feira, Portas falou com alguns dos principais dirigentes centristas para os preparar para a notícia. Apesar dos apelos para que continuasse, manteve-se irredutível. Ao que o Expresso apurou, Paulo Portas fez questão de sublinhar que esta decisão “não é um intervalo”, mas “um ponto final” na sua vida de presidente de CDS. “Ao fim de quase 16 anos não me podem pedir mais”, explicou o homem que preside ao CDS desde 1998 (tendo interrompido essas funções por dois anos, entre 2005 e 2007).
“LIBERDADE PARA MUDAR DE VIDA”
Portas considera que o tempo que já leva de liderança partidária é bastante longo - prolongá-lo agora provavelmente significaria ficar à frente do partido não apenas mais dois anos (que é o tempo de cada mandato), mas bem mais do que isso: seria cumprir um novo ciclo de oposição e, expectavelmente, de governo. Ou seja, mais cinco ou seis anos - no fim desse ciclo, Portas já levaria para cima de vinte anos de liderança, sem contar que estaria à beira dos 60 anos de idade. E seria tarde de mais para fazer outra coisa na vida.
Ao que o Expresso apurou, Portas tem repetido, por estes dias, uma frase que disse várias vezes nos últimos anos - até em entrevistas - quando era confrontado com o seu futuro: “a medida da nossa liberdade é a capacidade que temos de, ao longo da vida, mudar de vida, fechando etapas e seguindo em frente”. Foi essa uma das explicações que deu agora.
NOVO CICLO POLÍTICO, NOVA GERAÇÃO
Mas as razões de Portas não ficaram no plano pessoal. Foram sobretudo de caráter político. Depois da vitória da coligação nas eleições e do derrube do segundo Governo PSD-CDS no Parlamento, Portas considera que “o ciclo político mudou” e, por isso, ganhará o partido que primeiro for capaz de se adaptar às novas circunstâncias. Depois da “geringonça” inventada por António Costa, fica claro que o centro-direita só poderá voltar ao poder se a soma dos votos do PSD e do CDS der maioria absoluta - o que, na perspetiva de Portas, acaba por libertar o voto, contrariando o voto útil. Se o importante é a soma dos dois partidos, cada um deve pedalar a sua bicicleta. Neste novo quadro, Portas defende que o CDS deve ser o primeiro a renovar-se.
“O CDS sempre soube dar o salto em frente nos momentos necessários e eu devo facilitar isso”, diz Portas - uma frase, aliás, muito parecida com outra que disse no Conselho Nacional de há duas semanas, e que alguns ouviram como um prenúncio desta saída. A renovação, essa, Portas dá como garantida e bem sucedida. “Tenho muita confiança na próxima geração do CDS”, diz o líder cessante, lembrando que foi ele a promover o surgimento de novos rostos, a quem deu espaço tanto no partido como no governo. “Chegou a hora da nova geração” é a frase que parece o seu mantra para os próximos meses. Aliás, conforme o Expresso noticiou na sua última edição em papel, essa nova geração vai assumir o protagonismo nos próximos debates quinzenais com o primeiro-ministro. Portas ficará calado e dará o palco a Pedro Mota Soares, Assunção Cristas e João Almeida - apontados como três dos principais nomes para uma futura liderança - e ainda a Nuno Magalhães, Cecília Meireles e Telmo Correia. Na bolsa de apostas para a sucessão de Paulo Portas, só um nome bate todos os outros, e esse não está em São Bento: o eurodeputado Nuno Melo, primeiro vice-presidente do CDS, que é de longe o dirigente mais popular do partido a seguir a Portas.
FORA DO PARLAMENTO
A saída da direção significa igualmente que Portas acabará por deixar o Parlamento, apurou o Expresso. O líder cessante considera que deve ser dado todo o espaço ao novo líder - ficar em São Bento seria sempre um fator de perturbação. Foi isso que aconteceu em 2005, quando Portas deixou a presidência do partido mas ficou como deputado. A sua presença quotidiana no Parlamento, onde estava a resistência interna a Castro, foi uma das maiores sombras a pesar sobre essa liderança, que acabou por cair ao fim de dois anos, quando Portas decidiu retomar a chefia do partido. Aliás, a determinação em sair de cena terá sido a principal razão para o CDS não indicar Portas como seu representante no Conselho de Estado, na eleição realizada recentemente na Assembleia da República. Para além de querer fazer um gesto de reconhecimento a Adriano Moreira, dando-lhe esse cargo senatorial, Portas queria evitar qualquer cargo que o mantenha no palco político nos próximos anos (Expresso, texto do jornalista Filipe Santos Costa)

sexta-feira, julho 11, 2014

Portas diz que CDS não desistiu de vir a liderar um Governo...

Paulo Portas lembrou esta quinta-feira que o CDS ainda não teve oportunidade de liderar um Governo, mas sublinha que o partido não desiste desse objetivo. Declarações no arranque das comemorações dos 40 anos do CDS-PP.


sábado, janeiro 11, 2014

Nobre Guedes não contesta liderança de Paulo Portas, mas vai falar aos militantes do CDS

No Congresso do CDS-PP, destaque para o regresso de Luís Nobre Guedes que hoje à noite, no Jornal das 9 da SIC Notícias, garantiu que não irá à reunião de Oliveira do Bairro para discutir a liderança do partido, mas quer dirigir-se aos militantes. Nobre Guedes considera a liderança de Paulo Portas incontestável, ainda que o veja a sair e trocar a política nacional por Bruxelas.


CDS: Entrevista a Filipe Anacoreta Correia à Anten a Um

Filipe Anacoreta Correia, o líder da única tendência do CDS, afirma que poderá ser candidato à liderança do partido já no congresso deste fim de semana em Oliveira do Bairro, se não houver abertura às suas propostas.  Na sua moção de estratégia global ao congresso deste fim de semana, o impulsionador do movimento Alternativa e Responsabilidade considera que é fundamental que haja um desagravamento fiscal em Portugal, mas deixa um alerta importante de que o Tribunal Constitucional pode considerar inconstitucional o agravamento da Contribuição Extraordinária de Solidariedade, porque simultaneamente o Governo baixou impostos através do IRC. Nesta entrevista conduzida pela jornalista Maria Flor Pedroso, Filipe Anacoreta Correia defende que Paulo Portas tem que reconhecer que errou perante o congresso do partido, visto que se tratou de “um erro muito grave para o país” (veja aqui o video da RTP)

Nobre Guedes diz que discurso de Portas esteve aquém das expectativas

O discurso de Paulo Portas no Congresso do CDS não correspondeu às expectativas de Luís Nobre Guedes. O candidato à mesa do Conselho Nacional diz que as explicações de Paulo Portas sobre o célebre episódio do "irrevogável" são irrelevantes.


sexta-feira, janeiro 10, 2014

Ribeiro e Castro defende que CDS está a tratar os idosos de forma inaceitável

O antigo líder do CDS Ribeiro e Castro considera que o seu partido de há 40 anos está a tratar os idosos de uma forma inaceitável. O atual deputado centrista não poupa críticas à direção do partido e revela que não vai ao XXV Congresso do CDS-PP, que decorre este fim de semana em Oliveira do Bairro. Em declarações à Antena 1, Ribeiro e Castro defende que o seu partido sofre de falta de debate interno, como ficou provado com a questão dos reformados e do plano B do Governo. Em relação ao facto de Paulo Portas ter prometido dar explicações no congresso sobre a sua demissão “irrevogável”, Ribeiro e Castro afirma que não há muita explicação a dar, apesar das consequências que essa situação trouxe para o país. Ribeiro e Castro acrescenta que seria normal existir outro congresso perto das eleições legislativas para preparar o novo ciclo político e discutir a política de alianças (oiça aqui as declarações à Antena Um)

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Portas admite que há circunstâncias que podem legitimar aliança para legislativas

Em entrevista à Rádio Renascença, Paulo Portas deixou em aberto a forma como o CDS pretende ir às legislativas. O líder centrista admite que há circunstânscias que podem legitimar uma aliança, mas garante que o momento da decisão ainda não chegou.


sexta-feira, setembro 20, 2013

Intolerável fascismo partidário no CDS

Vergonha e fascismo num partido "democrático". O que vale mais, a legitimidade de quem é eleito pelo povo ou um organismo partidário interno?! Absolutamente vergonhoso. A ler na edição de hoje do DN da Madeira

quarta-feira, maio 22, 2013

Portas vai ter oposição no Congresso



Garante o Sol que "o Congresso do CDS, em Julho, arrisca-se a não ser um passeio para Paulo Portas. A ala crítica do líder pretende apresentar uma moção no Congresso e admite até uma candidatura adversária. Ao SOL, Filipe Anacoreta Correia, do Movimento Alternativa e Responsabilidade, afirma que a estratégia actual «não serve o partido e o país». Crítico da forma como decorreram as negociações para o OE de 2013 e, agora, a taxa de sustentabilidade das pensões, considera que Portas «devia publicitar claramente as alternativas que apresentou» porque, assim, revelou-se «refém» do ministro das Finanças. «É certo que vamos participar activamente, na linha do que temos feito», afirma Anacoreta Correia, sobre a apresentação de uma moção ao Congresso. O Movimento Alternativa e Responsabilidade está ainda a ponderar a apresentação de uma candidatura à liderança – que pode ser feita até ao início do Congresso, sendo ele electivo. Fontes do movimento consideram que essa hipótese «não está excluída» e que pode ser «uma cara de uma nova geração».
Debaixo de fogo por causa das pensões
Na última semana, Portas esteve sob fogo da oposição, mas também por parte de alguns centristas, por causa da sua posição sobre a taxa aos pensionistas.O ex-líder do CDS, José Ribeiro e Castro, é veemente. «Lamento que o CDS não funcione de forma regular e devida. Temos de andar de lanterna e bússola na mão a tentar decifrar o que se passa», afirma, acusando a direcção de «racismo contra os funcionários públicos» por querer baixar as pensões da CGA. Pedro Pestana Bastos, da Comissão Política de Portas, defendeu no Facebook que não compreende como é que o CDS consegue reclamar vitória. «Mas vitória de quê? Por ter admitido passar a fronteira que afirmava que não podia deixar passar?», questionou, acrescentando: «Desculpem, mas devo ser burro".

domingo, dezembro 23, 2012

CDS notifica Rui Barreto para explicar voto contra no Orçamento

Segundo a jornalista do Jornal I, Catarina Falcão, o “deputado do CDS-Madeira considera que o ambiente na bancada parlamentar é “tenso”, mas exerce funções “com naturalidade”. O Conselho de Jurisdição do CDS notificou Rui Barreto para se apresentar neste órgão e defender-se, depois de o deputado ter votado contra o Orçamento do Estado para 2013, rompendo a disciplina de voto imposta pelos centristas. O deputado madeirense espera não ser alvo da medida mais gravosa – expulsão do partido – e diz não haver qualquer “paralisação” no seu trabalho, apesar de haver “algum constrangimento” na bancada. Rui Barreto – que substituiu José Manuel Rodrigues no fim de Setembro como deputado eleito pelo círculo da Madeira – afirma estar tranquilo quanto ao processo disciplinar que lhe foi aplicado pelo partido, apesar de não ter conhecimento do conteúdo da queixa. “Enquanto não houver uma decisão continuarei no exercício de funções com naturalidade. Continuo a participar em reuniões” declarou ao i Rui Barreto. No entanto, o deputado reconhece que há “uma ambiente tenso” do qual procura abstrair-se. “Na altura da votação houve momentos de crispação, com ânimos mais exaltado, o que até compreendo. Agora há algum constrangimento, mas não houve qualquer paralisação do trabalho parlamentar”, reconhece o madeirense que mantém que através do voto contra no OE 2013 cumpriu o “contrato eleitoral” com os eleitores regionais do CDS. Miguel Paiva, presidente do Conselho Nacional de Jurisdição do CDS explica ao i que o processo está a seguir o regulamento disciplinar do partido. “Nesta fase o deputado poderá indicar atenuantes, comentar os factos apresentados na queixa e chamar até cinco testemunhas” explicou Paiva. O presidente do conselho ficou como redactor deste processo.
O voto contra
Depois de ter votado contra o Orçamento para 2013 na generalidade – invocando o seu mandato como deputado eleito pelo círculo da Madeira – Rui Barreto voltou a repetir o sentido de voto na votação final global, alegando que a discussão foi uma “desilusão” para a Madeira. Foi o único deputado da maioria a opor-se ao texto final do orçamento. Paulo Portas, presidente do partido criticou de imediato a atitude do deputado e disse que haveria consequências para a quebra de disciplina de voto. Nuno Magalhães, líder da bancada parlamentar, afirmou que tentou demover o voto contra de forma “compulsiva”. Magalhães apresentou então uma queixa contra o deputado junto do Conselho Nacional de Jurisdição do CDS para este órgão avaliar a atitude de Rui Barreto e deliberar sobre a sanção a aplicar. O último deputado a quebrar a disciplina de voto no CDS foi Daniel Campelo e como consequência acabou por ter a militância no partido suspensa durante alguns anos. Campelo, originário de Ponte de Lima viabilizou em 2001 e 2002 os orçamentos do então primeiro-ministro socialista António Guterres, que não possuía maioria na assembleia, pedindo em troca investimentos para a sua região. Daniel Campelo é hoje Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural sob a alçada da ministra Assunção Cristas”.

sábado, dezembro 15, 2012

Blá-blá-blá…

Paulo Portas vai convocar a comissão política do partido para discutir o corte de quatro mil milhões, que para o líder do CDS significam uma redução estrutural da despesa do Estado. O conselho nacional do partido esteve reunido durante a noite em Lisboa. Portas diz que os conselheiros nacionais defenderam que o CDS devia ter sido mais ouvido em matérias fiscal e que o Orçamento de Esatdo para 2014 terá que ser diferente.

quinta-feira, setembro 13, 2012

É isto que irrita Portas: Ministro Mota Soares vaiado por duas vezes no único concelho liderado pelo CDS!

Bem mais complexa e grave é esta situação descrita há dias pelo site da RTP: "O ministro da Solidariedade e da Segurança Social foi vaiado, por duas vezes, durante o tradicional cortejo etnográfico das Feiras Novas de Ponte de Lima, o único município do país liderado pelo CDS-PP. O ministro Pedro Mota Soares foi convidado de honra deste cortejo, em que as 51 freguesias do concelho mostram habitualmente as suas atividades mais tradicionais, e logo à chegada foi alvo de vaias e insultos, ao passar pela multidão. Este cenário repetiu-se, depois das 18:00, no final de um cortejo com mais duas horas de duração, na altura em que o ministro abandonava a tribuna de honra, com várias alusões dos populares às novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo na sexta-feira".

É isto que irrita Portas: Ministra da Agricultura alvo de tentativa de agressão enquanto discursava

Segundo o Publico, "a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, foi hoje alvo de uma tentativa de agressão em Santarém, quando um indivíduo arremessou um ovo na sua direcção enquanto discursava na sessão de apresentação do Prémio Agricultura 2012 - Escolha Portugal. O homem, entretanto identificado pela Polícia de Segurança Pública, entrou de rompante na sala do Teatro Sá da Bandeira, onde decorria a sessão, gritando “aldrabões” ao mesmo tempo que arremessou um ovo que passou de raspão junto à cabeça da ministra, sem contudo a atingir. “Nos dias que correm, temos que estar preparados para tudo e o nosso papel é, compreendendo a dificuldade das pessoas, manter aquilo que é nossa preocupação central, neste caso mostrar que na agricultura temos um sector vivo”, disse Assunção Cristas no final da sessão, quando instada a comentar o incidente".

domingo, agosto 21, 2011

...muito limitada, afinal!

Contudo, e conforme li no DN do Funchal, "a lista do PP é liderada po José Manuel Rodrigues, seguido de Isabel Torres, António Lopes da Fonseca, Lino Abreu, Rui Barreto, Mário Pereira, Roberto Rodrigues, Martinho Câmara, Teófilo Cunha e Carlos Morgado". Esta distribuição apenas se justifica pelo facto do CDS/PP - e eu sei o que escrevo - apostar na eleição de 5 a 6 deputados nas regionais de Outubro, fazendo contas e indo a reboque dos resultados de Junho passado mas ignorando que as eleições regionais são sempre as piores para os centristas.