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terça-feira, dezembro 27, 2016

Como é que os europeus fazem figuras parvas e ainda acreditam em reintegrações e tretas do género? Mãe abraça e beija as filhas antes de as enviar em missões suicidas...

Este é o momento em que os pais jihadi beijaram as suas filhas de 7 e 9 anos pouco antes de uma delas ter entrado num posto da polícia na Síria onde  explodiu através de um detonador remoto.

segunda-feira, outubro 17, 2016

Identificados portugueses que aderiram ao Daesh e vivem em território nacional

Estão identificados cidadãos portugueses a residir no país e que aderiram ao Daesh. O director do SIS, Adélio Neiva da Cruz, referiu-se pela primeira vez a portugueses radicalizados pelo jihadismo islâmico que estão sinalizados pelo Serviço de Informações e Segurança sem especificar quantos são e o que fazem.

domingo, outubro 16, 2016

A noiva madeirense do Daesh

Magra e discreta, um ar tímido. Vendo-a na rua, ninguém diria que poderia gerar qualquer tipo de suspeita. Com 18 anos, mudou-se da ilha da Madeira para Lisboa, onde entrou num curso no ensino superior. Aparentemente tudo vai bem. É aplicada nos estudos e tem bons modos. Não faz ondas. Mas Joana, nome fictício, passou a estar vigiada pela PJ. Não tanto pelo que já fez, mas pelo que ainda pode vir a fazer. Há um ano Joana começou a frequentar o Ask-book, uma rede social similar à Ask.fm, em que qualquer pessoa pode fazer perguntas e qualquer pessoa pode dar respostas. Conheceu um muçulmano radicalizado, converteu-se ao Islão, combinaram casar-se e de repente já ponderava mudar-se para os territórios do Estado Islâmico. Virtualmente, estava tudo a acontecer-lhe. Daí a tornar-se suspeita pela Judiciária e a ser alvo de um inquérito-crime foi quase automático. Foi apanhada pela monitorização que as autoridades começaram a fazer com um pente cada vez mais fino aos esquemas de recrutamento online de homens e mulheres para as fileiras do Daesh. Interrogaram-na e, assustada, recuou.

quinta-feira, março 17, 2016

Duas mulheres aventuram-se na cidade de Raqqa, quartel general do Daesh

Duas mulheres sírias divulgaram um vídeo captado por uma câmara oculta, em que mostram o interior da cidade de Raqqa, tomada de assalto pelo Daesh em 2014. O vídeo mostra como se vive na cidade dominada pelo grupo extremista islâmico e foi gravado no inverno, segundo a CNN. As duas mulheres, vestidas de preto e a envergar burcas, filmaram momentos quotidianos, como ir às compras, apanhar um táxi ou passear nos bairros da cidade. O vídeo mostra uma cidade que vive sobre a xaria – sistema legal baseado na lei islâmica -, com todas as mulheres a terem de tapar a cara em todos os momentos e com os direitos restritos. O vídeo foi encomendado pela televisão sueca Expressen TV, colaboradora da CNN (Observador)

sábado, janeiro 09, 2016

Impensável? Talvez não... Militante do Daesh executa a própria mãe

Ali Saqr, de 21 anos, matou esta quinta-.feira a sua mãe, Lena al-Qasem, de 45, junto à entrada de uma estação dos correios em Raqqa, na Síria, segundo testemunhas no local. A brutal execução desta mulher foi divulgada quer pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos quer pelo movimento Raqqa is Being Slaughtered Silently (numa tradução livre, “Raqqa está a ser massacrada silenciosamente”). Lena al-Qasem terá dito ao filho que a coligação liderada pelos Estados Unidos iria “destruir” o Daesh e tentou convencê-lo a deixar a cidade. O filho terá dado conta das palavras da mãe aos membros do grupo terrorista que terão ordenado a sua dentenção e posterior execução, pena aplicada pelos fundamentalistas a todos aqueles que são condenados por apostasia (recusa da própria fé). Ali Saqr terá cumprido a ordem no exterior da estação dos correios onde esta trabalhava, baleando-a na cabeça com uma metralhadora, em frente de centenas de testemunhas. Desde que foi tomada em agosto de 2013 que Raqqa foi declarada capital do califado que o Daesh pretende instaurar em território sírio e iraquiano. As execuções de dissidentes na via pública são uma prática corrente (Expresso)

segunda-feira, novembro 16, 2015

Porque motivo os refugiados árabes não escolhem os países árabes mais ricos em vez da Europa?

Há uma coisa que me faz alguma confusão e que foi ontem suscitada por uma jornalista experimentada na SIC Noticias durante um debate sobre o tema: porque razão os refugiados da Síria ou do Afeganistão, até por razões de afinidade religiosa, não fogem da guerra e refugiam-se nos países europeus ricos, casos do Dubai, Qatar, Kuwait, Arábia Saudita, etc e escolhem a Europa? O que é que os impede de escolherem esses países que até ficariam mais perto das suas terras de origem e que provavelmente evitariam milhares da mortes perecidos quando atravessaram o Mediterrâneo?

sexta-feira, outubro 16, 2015

A esta niña ya no le importa lo que hoy decida Europa

Todavía no sabemos su nombre. Solo tenemos la imagen de un guardacostas griego arrastrando su cadáver hacia la orilla, en una playa de la isla de Lesbos, mientras un pescador observa la escena (El Confidencial)

quarta-feira, setembro 23, 2015

Mulheres estão proibidas na Arábia Saudita de..

·         As mulheres sauditas não podem usar roupa ou maquilhagem com o objectivo de ficarem mais bonitas. Devem usar uma 'abaya' que tapa o corpo e o rosto
·         Não podem conduzir: foram já registados vários protestos relativos a esta questão
·         Não podem utilizar ginásios mesmo em hotéis onde são clientes
·         Para sair de casa, as mulheres têm que ser acompanhadas por um membro masculino da família, até para ir ao médico ou às compras
·         Não podem interagir com homens: a maioria dos espaços públicos tem entradas diferentes para cada sexo
·         Quando compram roupa têm de experimentá-la em casa, já que não podem utilizar os provadores das lojas
·         Não podem praticar desporto livremente. Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, foi a primeira vez que mulheres sauditas competiram

Is war over? A paradox explained

Iraq explained - ISIS, Syria and war


quinta-feira, setembro 17, 2015

quarta-feira, setembro 16, 2015

Refugiado agredido por jornalista vai ser treinador em Espanha

Osama Abdul Mohsen estava com o filho Zaid de oito anos em Roeszke, na fronteira entre a Hungria e a Sérvia, quando foi agredido por Petra Laszlo, a jornalista húngara do canal N1 que foi despedida depois do incidente. O episódio, que já um dos que ilustra a maior crise de refugiados do mundo desde a II Guerra Mundial, não impediu o pai e o menino de 8 anos de chegar a Munique, onde o esperava um outro filho de 18 anos e a restante família. Mas o final desta história é mais feliz ainda: Osama Abdul Mohsen vai tornar-se treinador de uma academia de futebol, EM Getafe, conta o El Confidencial. A notícia foi dada por Miguel Ángel Galán, diretor da escola de treinadores CENAFE em Espanha. Na Síria, Osama Abdul Mohsen era treinador de futebol da primeira liga e estava à frente do maior clube do país, o Al-Fotuwa. Teve de desistir da vida na Síria e rumou à Europa numa viagem que durou 12 dias. A proposta da CENAFE é levar toda a família do treinador sírio para Madrid, onde Osama Abdul Mohsen vai poder assumir o comando do clube da primeira divisão espanhola. A escola enviou um aluno marroquino de 23 anos, Mohamed Labrouzi, para a Alemanha para poder entrar em contacto com a família Abdul Mohsen, que aceitou a proposta espanhola. Agora, a família estará a caminho de Paris de comboio, de onde seguirão para Madrid. De acordo com o jornal Más Fútbol, a CENAFE pretende levar a família de Osama, que está atualmente na Turquia, para junto do treinador de futebol, que deverá chegar à capital espanhola pouco depois da meia-noite desta quinta-feira (Observador)

Mistério: el padre de Aylan conducía la barca en la que viajaban, según el resto de pasajeros

Varios pasajeros que viajaban junto a Aylan, el niño turco hallado muerto en una playa turca, afirman ahora que fue el padre de éste quien conducía la barca en la que viajaban en el momento del naufragio, según informa «El Correo». Esta nueva versión contradice la de Abdullah Kurdi, el padre del muchacho muerto, que siempre ha declarado que fue un tercero el que manejaba el timón de la embarcación que intentaba llegar a costas turcas cuando el naufragio. «La historia que contó era falsa. No sé lo que le llevó a mentir, quizás el miedo», ha afirmado Ahmed Hadi Jawwad, uno de los pasajeros, en declaraciones a Reuters, «pero él fue el conductor desde el principio y hasta que el barco se hundió», ha añadido. Jawwad y su esposa viajaban en la barca cuando naufragó, y en la tragedia perdieron a sus dos hijos, de 11 y 9 años, según la misma fuente. Mientras Kurdi culpa a un contrabandista turco del desastre, otros pasajeros afirman que fue el padre de Aylan el que se encargó de organizar el viaje con las mafias, además de ir al timón hasta e naufragio (ABC)

Deixem a Rasha Alsayed passar com a filha

Impressionante e dramático: Se não nos deixam passar, levem a minha filha", pede mãe desesperada

Na fronteira que separa a Sérvia da Hungria, o correspondente da Sky News chegou à fala com uma refugiada síria que, impedida de seguir caminho para o Ocidente, pediu que levassem a sua filha, de seis anos de idade, para um lugar seguro. “Se não nos deixam passar, levem os nossos filhos. Levem a minha filha para a Alemanha ou qualquer outro lugar seguro, seja qual for”, pediu  Rasha Alsayed, num ato de desespero. Após dez dias de viagem, esta professora de inglês proveniente da Síria viu-se impedida de atravessar a fronteira húngara por militares e uma barreira de arame farpado. Chegou acompanhada pelo irmão, mas mostra-se agora disposta a regressar, desde que a segurança da sua filha seja assegurada. “Queríamos passar e ir para um lugar seguro. Mas não há problema, eu volto para a Síria. Só quero que levem a minha filha e que ela possa ir à escola. É um direito básico”, explicou (aqui)

terça-feira, abril 21, 2015

Australiana defende casal de muçulmanos num comboio



“Uma mulher australiana ficou ‘famosa’ depois de ter defendido um casal de muçulmanos que estava a ser insultado, num comboio em Sidney, na passada quarta-feira. Um vídeo do incidente tornou-se viral nas redes sociais. Stacey Eden, de 23 anos, quase não aparece nas imagens, que focam uma mulher e um casal com o filho bebé, sentados frente a frente. Ouve-se a mulher a perguntar, de uma maneira agressiva, porque a muçulmana estava a usar um hijab e ainda os responsabiliza pelos ataques no Quénia e na Síria, explica a BBC. “Tenha algum respeito… Se não tem nada de simpático para dizer, não diga nada”, ouve-se Stacey a dizer. A australiana partilhou o vídeo na sua página de Facebook. Na publicação, explica que começou a filmar cerca de 10 minutos depois de estar a ouvir a mulher a dizer mal do casal e a sua religião, gratuitamente, e de acusar a muçulmana de ser defensora do Estado Islâmico. "Pessoas assim metem-me nojo. Pessoas que são tão ignorantes e que não têm respeito por outras que não estavam a incomodar ninguém”, pode ler-se na publicação. “As pessoas têm de parar de julgar os outros por causa da religião. Todas as religiões têm coisas boas e coisas más”, acrescenta Stacey. O vídeo tornou-se um fenómeno nas redes socias. Já foi visto por milhares de pessoas e tem tido vários comentários positivos, por parte de pessoas de todo o mundo. Um homem, que diz ser o muçulmano que aparece no vídeo, também fez uma publicação na sua página de Facebook sobre o incidente: “Este vídeo não foi feito por mim. Isto foi o que nos aconteceu num comboio em Sydney, Deus abençoe Stacey Eden, ela defendeu-nos”. Segundo o Daily Mail, Hafeez Batthi, de 33 anos, e a mulher, Khalida de 26 anos, mudaram-se do Paquistão para a Austrália, há vários anos, em busca de uma vida melhor. Vivem actualmente em Brisbane. A mulher que estava a insultar o casal ainda não foi identificada. A australiana afirmou num jornal local que o seu intuito não era provocar uma discussão, mas fazer com que os insultos parassem (fonte: Sol)